Observei a saia da Patricia novamente e tentei não ficar furioso. Eu era ciumento sim, mas não foi por isso que o meu casamento acabou. Eu tinha motivos para ficar assim com Patricia. Ela tinha um corpo incrível e eu não podia deixar de pensar na possibilidade de ter vários estranhos cobiçando a minha garota. Porque era isso que ela era. Não exatamente, claro. Mas era a minha garota. Minha. Sim, eu era possessivo.
— Eu vou fazer seu café da manhã — disse ela, tentando se soltar.
— Desculpa.
Ela me olhou.
— Eu quem devo pedir — murmurou. — Não devo andar com esse pedaço de jeans.
Eu a abracei e ela beijou meu peito.
— Garota, você me deixa louco.
— Gosto de ver você louco. — Ela me fez deitar de costas, levantou minha camiseta, sentou sobre meu membro e correu as unhas em meu abdômen, fazendo-me contraí-lo. — Como eu gosto.
Balancei a cabeça, em negativa e ela sorriu. Patricia inclinou-se na minha direção, permitindo-me ver o seu colo em sua camisa quadriculada e de botão e o seu sutiã azul marinho. Ela beijou meus lábios e eu correspondi. Estava louco para beijá-la, para amá-la. Seu beijo era voraz, suas mãos corriam pelo meu corpo e eu sentei, permitindo-a que retirasse minha regata. Não fazia a menor ideia do que Patricia fez com ela.
Meus lábios foram até seu pescoço, seu colo e ela ofegou, ansiando pelo meu toque eu seus seios. Mas eu não os beijei nem sequer cheguei aos botões de sua camisa. E eu sabia o resultado que isso daria. Pude sentir a frustração emanar dela, mas o que eu tinha em mente, ia reconfortá-la e muito.
Deitei de costas novamente, puxando-a comigo e inverti nossas posições, surpreendendo-a. Apoiei-me nas palmas das mãos e parei de beijá-la, observando sua saia novamente. O pedaço de jeans estava acima da metade de suas lindas coxas e eu olhei em seus olhos.
Eu podia ver o desejo e a ansiedade no fundo daqueles chocolates e isso instigou os meus ainda mais. Levei suas mãos acima da sua cabeça e segurei-as com apenas uma minha. Por essa, ela não esperava. Desci minha mão livre até sua calcinha e ela ofegou.
— O que vai fazer? — perguntou.
— Eu? — Segurei o tecido leve e fraco de renda na lateral. — O que eu poderia fazer?
Eu mantinha os olhos nos seus, mas percebia o movimento descontrolado dos seus seios, graças a sua respiração. Patricia arfou quando ouviu o som do tecido da sua calcinha se rasgar. Seus olhos se arregalaram e ela cerrou os dentes.
— Está com raiva?
— Cla... — Patricia se interrompeu, gemendo audivelmente quando introduzi dois dedos nela.
— Eu não ouvi.
Ela respirava com dificuldade e tinha um sorriso malicioso nos lábios.
— Seu filho da... — Mais uma vez, ela gemeu. — Vai ficar nesse massacre?
— Eu não sei. — Massageei o seu clitóris.
Patricia engoliu em seco.
— Por quê? — perguntou rapidamente, temendo se interrompida.
— Quer que eu pare? — Introduzi novamente e ela arqueou o corpo.
Repeti o movimento de vai e vem.
— Para — pediu, engasgada e eu parei.
E quando ela pensou que eu ia dar uma trégua, introduzi dois dedos novamente, pegando-a de guarda baixa. Ela gemeu alto e se contorceu sob mim. Tentou soltar suas mãos, mas eu as mantive firmes. Continuei a tortura, enquanto ela pedia por mais.
Soltei sua mão e desabotoei apenas dois botões sua camisa. Alcancei o seu seio e apertei sobre o sutiã. Patricia levou as mãos até a barra da minha cueca, mas eu as segurei e levei acima da cabeça novamente. Seu corpo estremeceu.
— Paul. — Mais uma vez, a garota gemeu. — Pelo amor...
— Não envolva Deus nesse pecado.
Desci sua mão comigo e subi sua saia, permitindo-me visualizar sua região íntima completamente molhada. Retirei o que faltava da sua calcinha. Beijei-a ali e ela prendeu as pernas, evitando que eu fizesse mais. Olhei em seus olhos e Patricia relaxou, permitindo meu acesso.
Ah, como era bom observá-la contorcer-se. Prendi suas mãos um pouco abaixo da sua barriga e com a minha livre, voltei a introduzir dois dedos e chupei o seu clitóris.
Patricia gemia o meu nome descontroladamente, deixando claro o seu estado naquele momento. Senti sua vagina prender meus dedos e quando ela relaxou, Paty gozou.
Deitei ao seu lado e a puxei para junto de mim, abraçando-a por trás. Podia sentir sua respiração irregular. Beijei sua cabeça e ela virou-se para me olhar, descendo a saia. Afastou-se um pouco de mim e me fitou nos olhos.
— Você ainda vai me matar — disse, ainda ofegante.
— Não é essa a minha intenção, Minha Garota.
— Quero nem saber se fosse. — Ela me deu um beijinho. — Por que apenas você me dá prazer e eu não posso te dar?
— Quem disse que você não me dá?
— Refiro-me a oral.
— Ah, ainda é cedo para você fazer isso.
Patricia revirou os olhos para mim e eu estreitei os meus para ela.
— Não deveria fazer isso, Garota. — Coloquei um pouco de ameaça na última palavra.
Ela me deu um meio sorriso e eu pude ver o sarcasmo escorrer pelo canto de seus lábios. Fui para cima dela, pressionando seus seios com o meu peso. Paty enfiou as mãos nos meus cabelos e puxou-me para perto de seus lábios e quando eu pensei que ia beijá-la, ela mordeu o meu inferior com força, fazendo-me gemer de dor.
— Solta — disse, enquanto ela ainda segurava.
— Não. — Ela chupou e mordeu com mais força.
Afastei-me um pouco e abri os botões restantes de uma só vez. Ela arfou, soltando meu lábio. Eu a beijei de maneira feroz, segurei o seu lábio e puxei, fazendo-a levantar comigo. Retirei sua camisa, sem cerimônia e logo segui para o sutiã. Patricia não desgrudava os lábios dos meus, puxava meus cabelos e chupava a minha língua. O que havia acontecido com ela, eu não fazia a menor ideia.
Afastei-a de mim, saí de cima e arranquei sua saia. Saí da cama, peguei o pacote de camisinha e retirei o samba canção. Patricia arfou, enquanto eu colocava a camisinha e subi na cama. Beijei-a e a penetrei lentamente. Ela gemeu contra a minha boca.
— Ainda dói? — perguntei, preocupado.
— Um pouco — disse, ofegante.
— Desculpa. Eu estou muito excitado.
— Eu senti.
Eu ri e ela fez uma careta.
— Quer ficar por cima? — Sugeri.
— Não.
Eu saí dela e a penetrei novamente. Patricia fechou os olhos, entregando-se ao prazer, enquanto eu me movimentava lentamente. Seus gemidos eram um grande estímulo. Beijei seu pescoço, seu colo e enfim abocanhei o seu seio.
Aumentei o ritmo e gemi quando Paty correu as unhas com força pelas minhas costas. Mordi seu seio, a fim de que ela sentisse pelo menos um pouco da minha dor e ela gemeu.
— Paul... Eu... — Ela gemeu novamente. — Eu não... Ah.
E Patricia gozou pela segunda vez. Como ela estava sensível. Eu parei de me movimentar, a fim de que ela relaxasse um pouco. Seu corpo estava suado e seu rosto levemente corado. Os lábios entreabertos e sua respiração completamente descontrolada. Ela abriu os olhos e me fitou.
— Saiba que ainda vai me matar — disse, ofegante.
— Acha mesmo que eu quero perdê-la? Você é minha, Garota. — Afaguei o seu rosto e ela sorriu, enquanto eu tirava os cabelos que estavam colados em sua testa. — Posso continuar?
— Deve. — Paty me deu um sorriso malicioso e eu saí totalmente dela.
— Que bom. — Imitei o seu sorriso. — De quatro.
Patricia ergueu as sobrancelhas, mas fez o que eu pedi. E eu a penetrei por trás. Ela gemeu e eu segurei em seus cabelos, sentindo sua vagina apertar meu membro. Eu comecei a me movimentar lentamente, ainda segurando seus cabelos e agora estimulando o seu clitóris.
Aumentei novamente o ritmo e desci a mão dos cabelos até a cintura, estocando com mais força. Patricia vinha de encontro a mim, deixando-me louco. Essa garota ia me matar e não o contrário. Dei uma tapa em sua bunda e ela gemeu.
— Isso, Patricia. Geme de novo. — Ordenei, entredentes.
E ela fez o que eu pedi.
— Paul. Três vezes em tão pouco tempo... — Balbuciou.
Mas eu não ia ficar para trás.
— Segura um pouco.
Ela deu um gritinho e gozou, levando-me consigo. Patricia desabou na cama e eu deitei ao seu lado. Ela me olhou, ainda mais suada e sorriu. Sua mão alcançou o meu rosto e eu a puxei para beijar a palma.
— Esperei tanto por você — disse, olhando em meus olhos. — Ainda não consigo acreditar que estou aqui, com você.
— O que eu faço para você acreditar?
— Eu não sei. Mas quando eu souber, aviso. Agora vou tomar banho, pois estou morta de calor e ainda temos que tomar nosso café da manhã.
— Você não comeu nada?
— Comi, mas estou com fome de novo. Gastei muita energia.
Patricia saiu da cama e se apressou ao banheiro na ponta dos pés, prendendo os cabelos num coque com nó.
— Você não vem? — perguntou, provocante.
Saí da cama rapidamente e fui até ela.