Amiga da Minha Irmã

By TailanyBarreto

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Depois de um frustrado casamento de 5 anos, Paul Jones decide voltar aos Estados Unidos, a fim de ter uma vid... More

Capitulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 11
Capítulo 12
Capítulo 13
Capítulo 14
Capítulo 15
Capítulo 16
Capítulo 17
Capítulo 18
Capítulo 19
Capítulo 20
Capítulo 21
Capítulo 22
Capítulo 23
Capítulo 24
Capítulo 25
Capítulo 26
Capítulo 27
Capítulo 28
Capítulo 29
Capítulo 30
Capítulo 31
Capítulo 32
Capítulo 33
Capítulo 34
Capítulo 35
Capítulo 36
Capítulo 37
Capítulo 38
Capítulo 39
Capítulo 40
Capítulo 41
Capítulo 42
Capítulo 43
Capítulo 44
Capítulo 45
Capítulo 46
Capítulo 47
Capítulo 48
Capítulo 49
Capítulo 51
Capítulo 52
Capítulo 53
Capítulo 54
Capítulo 55
Capítulo 56
Capítulo 57
Capítulo 58
Capítulo 59
Capítulo 60
Capítulo 61
Capítulo 62
Capítulo 63
Capítulo 64
Capítulo 65
Capítulo 66
Capítulo 67
Capítulo 68
Capítulo 69
Capítulo 70
Capítulo 71
Capítulo 72
Capítulo 73
Capítulo 74
Capítulo 75
Capítulo 76
Capítulo 77
Capítulo 78
Capítulo 79
Capítulo 80
Capítulo 81
Capítulo 82
Capítulo 83

Capítulo 10

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By TailanyBarreto

Observei a saia da Patricia novamente e tentei não ficar furioso. Eu era ciumento sim, mas não foi por isso que o meu casamento acabou. Eu tinha motivos para ficar assim com Patricia. Ela tinha um corpo incrível e eu não podia deixar de pensar na possibilidade de ter vários estranhos cobiçando a minha garota. Porque era isso que ela era. Não exatamente, claro. Mas era a minha garota. Minha. Sim, eu era possessivo.

— Eu vou fazer seu café da manhã — disse ela, tentando se soltar.

— Desculpa.

Ela me olhou.

— Eu quem devo pedir — murmurou. — Não devo andar com esse pedaço de jeans.

Eu a abracei e ela beijou meu peito.

— Garota, você me deixa louco.

— Gosto de ver você louco. — Ela me fez deitar de costas, levantou minha camiseta, sentou sobre meu membro e correu as unhas em meu abdômen, fazendo-me contraí-lo. — Como eu gosto.

Balancei a cabeça, em negativa e ela sorriu. Patricia inclinou-se na minha direção, permitindo-me ver o seu colo em sua camisa quadriculada e de botão e o seu sutiã azul marinho. Ela beijou meus lábios e eu correspondi. Estava louco para beijá-la, para amá-la. Seu beijo era voraz, suas mãos corriam pelo meu corpo e eu sentei, permitindo-a que retirasse minha regata. Não fazia a menor ideia do que Patricia fez com ela.

Meus lábios foram até seu pescoço, seu colo e ela ofegou, ansiando pelo meu toque eu seus seios. Mas eu não os beijei nem sequer cheguei aos botões de sua camisa. E eu sabia o resultado que isso daria. Pude sentir a frustração emanar dela, mas o que eu tinha em mente, ia reconfortá-la e muito.

Deitei de costas novamente, puxando-a comigo e inverti nossas posições, surpreendendo-a. Apoiei-me nas palmas das mãos e parei de beijá-la, observando sua saia novamente. O pedaço de jeans estava acima da metade de suas lindas coxas e eu olhei em seus olhos.

Eu podia ver o desejo e a ansiedade no fundo daqueles chocolates e isso instigou os meus ainda mais. Levei suas mãos acima da sua cabeça e segurei-as com apenas uma minha. Por essa, ela não esperava. Desci minha mão livre até sua calcinha e ela ofegou.

— O que vai fazer? — perguntou.

— Eu? — Segurei o tecido leve e fraco de renda na lateral. — O que eu poderia fazer?

Eu mantinha os olhos nos seus, mas percebia o movimento descontrolado dos seus seios, graças a sua respiração. Patricia arfou quando ouviu o som do tecido da sua calcinha se rasgar. Seus olhos se arregalaram e ela cerrou os dentes.

— Está com raiva?

— Cla... — Patricia se interrompeu, gemendo audivelmente quando introduzi dois dedos nela.

— Eu não ouvi.

Ela respirava com dificuldade e tinha um sorriso malicioso nos lábios.

— Seu filho da... — Mais uma vez, ela gemeu. — Vai ficar nesse massacre?

— Eu não sei. — Massageei o seu clitóris.

Patricia engoliu em seco.

— Por quê? — perguntou rapidamente, temendo se interrompida.

— Quer que eu pare? — Introduzi novamente e ela arqueou o corpo.

Repeti o movimento de vai e vem.

— Para — pediu, engasgada e eu parei.

E quando ela pensou que eu ia dar uma trégua, introduzi dois dedos novamente, pegando-a de guarda baixa. Ela gemeu alto e se contorceu sob mim. Tentou soltar suas mãos, mas eu as mantive firmes. Continuei a tortura, enquanto ela pedia por mais.

Soltei sua mão e desabotoei apenas dois botões sua camisa. Alcancei o seu seio e apertei sobre o sutiã. Patricia levou as mãos até a barra da minha cueca, mas eu as segurei e levei acima da cabeça novamente. Seu corpo estremeceu.

— Paul. — Mais uma vez, a garota gemeu. — Pelo amor...

— Não envolva Deus nesse pecado.

Desci sua mão comigo e subi sua saia, permitindo-me visualizar sua região íntima completamente molhada. Retirei o que faltava da sua calcinha. Beijei-a ali e ela prendeu as pernas, evitando que eu fizesse mais. Olhei em seus olhos e Patricia relaxou, permitindo meu acesso.

Ah, como era bom observá-la contorcer-se. Prendi suas mãos um pouco abaixo da sua barriga e com a minha livre, voltei a introduzir dois dedos e chupei o seu clitóris.

Patricia gemia o meu nome descontroladamente, deixando claro o seu estado naquele momento. Senti sua vagina prender meus dedos e quando ela relaxou, Paty gozou.

Deitei ao seu lado e a puxei para junto de mim, abraçando-a por trás. Podia sentir sua respiração irregular. Beijei sua cabeça e ela virou-se para me olhar, descendo a saia. Afastou-se um pouco de mim e me fitou nos olhos.

— Você ainda vai me matar — disse, ainda ofegante.

— Não é essa a minha intenção, Minha Garota.

— Quero nem saber se fosse. — Ela me deu um beijinho. — Por que apenas você me dá prazer e eu não posso te dar?

— Quem disse que você não me dá?

— Refiro-me a oral.

— Ah, ainda é cedo para você fazer isso.

Patricia revirou os olhos para mim e eu estreitei os meus para ela.

— Não deveria fazer isso, Garota. — Coloquei um pouco de ameaça na última palavra.

Ela me deu um meio sorriso e eu pude ver o sarcasmo escorrer pelo canto de seus lábios. Fui para cima dela, pressionando seus seios com o meu peso. Paty enfiou as mãos nos meus cabelos e puxou-me para perto de seus lábios e quando eu pensei que ia beijá-la, ela mordeu o meu inferior com força, fazendo-me gemer de dor.

— Solta — disse, enquanto ela ainda segurava.

— Não. — Ela chupou e mordeu com mais força.

Afastei-me um pouco e abri os botões restantes de uma só vez. Ela arfou, soltando meu lábio. Eu a beijei de maneira feroz, segurei o seu lábio e puxei, fazendo-a levantar comigo. Retirei sua camisa, sem cerimônia e logo segui para o sutiã. Patricia não desgrudava os lábios dos meus, puxava meus cabelos e chupava a minha língua. O que havia acontecido com ela, eu não fazia a menor ideia.

Afastei-a de mim, saí de cima e arranquei sua saia. Saí da cama, peguei o pacote de camisinha e retirei o samba canção. Patricia arfou, enquanto eu colocava a camisinha e subi na cama. Beijei-a e a penetrei lentamente. Ela gemeu contra a minha boca.

— Ainda dói? — perguntei, preocupado.

— Um pouco — disse, ofegante.

— Desculpa. Eu estou muito excitado.

— Eu senti.

Eu ri e ela fez uma careta.

— Quer ficar por cima? — Sugeri.

— Não.

Eu saí dela e a penetrei novamente. Patricia fechou os olhos, entregando-se ao prazer, enquanto eu me movimentava lentamente. Seus gemidos eram um grande estímulo. Beijei seu pescoço, seu colo e enfim abocanhei o seu seio.

Aumentei o ritmo e gemi quando Paty correu as unhas com força pelas minhas costas. Mordi seu seio, a fim de que ela sentisse pelo menos um pouco da minha dor e ela gemeu.

— Paul... Eu... — Ela gemeu novamente. — Eu não... Ah.

E Patricia gozou pela segunda vez. Como ela estava sensível. Eu parei de me movimentar, a fim de que ela relaxasse um pouco. Seu corpo estava suado e seu rosto levemente corado. Os lábios entreabertos e sua respiração completamente descontrolada. Ela abriu os olhos e me fitou.

— Saiba que ainda vai me matar — disse, ofegante.

— Acha mesmo que eu quero perdê-la? Você é minha, Garota. — Afaguei o seu rosto e ela sorriu, enquanto eu tirava os cabelos que estavam colados em sua testa. — Posso continuar?

— Deve. — Paty me deu um sorriso malicioso e eu saí totalmente dela.

— Que bom. — Imitei o seu sorriso. — De quatro.

Patricia ergueu as sobrancelhas, mas fez o que eu pedi. E eu a penetrei por trás. Ela gemeu e eu segurei em seus cabelos, sentindo sua vagina apertar meu membro. Eu comecei a me movimentar lentamente, ainda segurando seus cabelos e agora estimulando o seu clitóris.

Aumentei novamente o ritmo e desci a mão dos cabelos até a cintura, estocando com mais força. Patricia vinha de encontro a mim, deixando-me louco. Essa garota ia me matar e não o contrário. Dei uma tapa em sua bunda e ela gemeu.

— Isso, Patricia. Geme de novo. — Ordenei, entredentes.

E ela fez o que eu pedi.

— Paul. Três vezes em tão pouco tempo... — Balbuciou.

Mas eu não ia ficar para trás.

— Segura um pouco.

Ela deu um gritinho e gozou, levando-me consigo. Patricia desabou na cama e eu deitei ao seu lado. Ela me olhou, ainda mais suada e sorriu. Sua mão alcançou o meu rosto e eu a puxei para beijar a palma.

— Esperei tanto por você — disse, olhando em meus olhos. — Ainda não consigo acreditar que estou aqui, com você.

— O que eu faço para você acreditar?

— Eu não sei. Mas quando eu souber, aviso. Agora vou tomar banho, pois estou morta de calor e ainda temos que tomar nosso café da manhã.

— Você não comeu nada?

— Comi, mas estou com fome de novo. Gastei muita energia.

Patricia saiu da cama e se apressou ao banheiro na ponta dos pés, prendendo os cabelos num coque com nó.

— Você não vem? — perguntou, provocante.

Saí da cama rapidamente e fui até ela.


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