Amargo Amor Doce

By UmaKPOPPERnata

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Um amor Doce e Um amor amargo, o doce é apaixonadamente fofo, enquanto o Amargo uma promessa para se viver. More

Capítulo 1: A surpresa
Capítulo 2: Irmão Gêmeo
Capítulo 3: Marcos
Capítulo 4: A festa
Capítulo 5: Pesadelos & Sonhos
Capítulo 6: Canção para lua
Capítulo 7: Despertando
Capítulo 8: Samuel
Capítulo 9: De: Tigre/Para: Lua
Capítulo 10: Meu sequestro?
Capítulo 11: Voltando ao Hospital
Capítulo 12: Sinais
Capítulo 13:Sinais Part. II/ Outros sinais
Capítulo 14: Pulando a Cerca
Capítulo 15: A felicidade
Capítulo 16: Pressentimento
Capítulo 17: Sol não pode apagar
Capítulo 18: Descobertas
Capítulo 19: GG
Capítulo 20: Kell
Capítulo 21: Início
Capítulo 23: Tenho um irmão?
Capitulo 24: Despedida
Capítulo 25: Momentos
Capítulo 26: Inacreditável, Sam
Capitulo 27: Sacrifício

Capítulo 22: Pai?

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By UmaKPOPPERnata


- Pai? - Falou Júnior surpreso. O homem baixo, magro, de óculos de grau, sorria. - O que faz aqui? - Júnior não conseguia decifrar o que ele estaria pensando, ele tinha se divorciado da Emmy, há três anos, e tinha viajado a trabalho.

- Vim ver você, vou passa umas semanas trabalhando por aqui. - Júnior se levantou da cadeira, e o encarou, quando o pai ia o abraçar ele recuou.

- Raquel, você não disse que minha mãe estava nós esperando? - perguntou ele sério.

- Bom foi o que ela me disse. - Sussurrou.

- Falei com ela para levá-lo para casa.

- Vamos pega um táxi, Kell. - Falou, e puxou Raquel pelo braço.

- Deixa eu leva você filho. - Falou o homem pondo a mão do ombro de Júnior, que parou e olhou para a mão do pai.

- Não precisa da uma de pai, no fim do segundo tempo, okay? - falou o encarando sério. - Pode continua seu "trabalho", não se preocupe comigo, já aprende a me virar nesses 3 anos, e Minha mãe já é o bastante. - o sorriso do homem fugiu, e ficou parado enquanto Júnior e Raquel, ia para um táxi que estava parado ali perto.

~~~**~~L.B~~**~~~

- Cadê a Kell? - perguntou Anne ao bater na porta da casa de Raquel.

- Não está. - Falou Giovani.

- Sério isso? - quase gritou ela.

- Não precisa grita, ok? - falou Giovani fazendo careta.

- Quem tá gritando, garoto? - rebateu ela o encarando.

- Deve está chegando, ela foi ver o Júnior. - Gritou a mãe de Raquel da cozinha de Giovani revira os olhos, e voltou para o sofá - Deve está chegando. - Anne foi até o sofá e se sentou a uma certa distância do Giovani.

- Sério? - debochou Anne. - Não tem um filme de terror de verdade, "Gritos Mortais"?

- Oh... então gosta de filme de terror, flor?

- Flor sua... uma ova, seu palhaço, e isso é filme de terror onde? - falou Ela rindo.

- A casa de cera, Flor. - riu Giovani.

- Coisa de bebê, Querido. - Riu alto Anne.

- O chamado. - falou ele confiante.

- Aaa vá uma garota descabelada saindo do poço? - ela ergueu uma sobrancelha.

- A maldição de Chuck. - Gritou ele, já sem paciência.

- Chatoooooo. - Rebateu ela.

- Anabelle? - perguntou ele franzino o cento.

- É de Bonecos, e é deve ser chato também. - Falou ela e ele sorriu.

- Então não assistiu Anabelle? - perguntou ele sorrindo.

- Não por que estou cheia de ver bonecos possuidos. - o sorriso dele se a largou.

- Te desafio a assistir.

- Brincadeira, né? - Falou ela indignada. - deve ser mais um filme de bebês.

- Está com medo, Flor? - debochou Giovani.

- Quê? Claro que não, ora, só acho sem graça esses filmes de bonecos a maldiçoados. - Falou revirando os olhos.

- Oh que bom, vamos assistir a noite esse, que tal Jogos Mortais agora? - Ele sorriu, mostrando a capa do DVD que tinha dois dedos.

- Tá okay, estava pensando em assistir mesmo.

E o filme começa, ou seja o jogo: O filme inicia em uma sala com um informante da polícia corrupto, Michael. A armadilha dessa vítima é uma máscara mortal. Ele descobre que a chave está escondida em seu olho esquerdo. Ele só tem uma solução, tirar o olho com um bisturi, mas não consegue e segundos depois a máscara se fecha e o mata.

- Super normal... o cara ... - tentou fala Anne, mas parou ver a máscara se fecha, e ele morrer, o sangue sair da máscara.

- Não viu nada ainda flor.

- Estou vendo, está no início. - rebateu ela.

~~~**~~L.B~~**~~~

- Por que deixou ele ir la, mãe? - Perguntou Júnior tentando manter a calma.

- Ele insistiu que queria ver-lo, ele tinha direto Júnior. - falou Emmy calmamente.

- Ele teve esse tempo todo pra fazer isso, porque só resolveu fazer isso agora? Não preciso dele. - Falou ele firme.

Emmy não respondeu, ficou apenas olhando as próprias mãos sobre o colo, ele sabia que ela não tinha falado tudo sobre o pai dele, os motivos...

- Bom, Ju, acho melhor eu ir, minha mãe anda pegando no meu pé não sei por que. - Falou fazendo careta.

- Se quiser fica, é só fala que ligo para sua mãe Raquel. - disse Emmy forçando um sorrisos.

- Eu falei que ia volta antes de anoitecer, Emmy, não sei se seria uma boa idéia. - Disse olhando Júnior que estava sério olhando a frente para o nada, pensativo, "é melhor fica" pensou ela.

- Tá okay, vou ficar hoje. - falou ela e forçou um sorriso.

- Ótimo. - falou Emmy batendo palmas e se levantando, e saiu levando o telefone para a cozinha.

- Ei, não fica assim. - Falou Raquel se sentado do lado de júnior, que não se moveu. - Ele deve tá querendo recuperá o tempo perdido, longe de você.

- Acho que não, ele nunca ligou, nem em meu aniversário, o que ele iria querer, e a história que minha mãe falou sobre o motivo da separação nunca me convenceu, deve ter outros motivo, mas não tive coragem de pergunta, ela sempre fica triste, sempre fica.

- Hey, erra é humano, mas humano ainda é admite-los, e consertá-los. - sussurrou. - Que tal deixá-lo se explicar? - concluiu calmemte

- Talvez. - Falou e deitou no sofá apoiando a cabeça na perna de Raquel.

~~~**~~L.B~~**~~~

Anne, se sentia mal com aquele filme de tortura, mas não daria o gosto de Giovani saber.

- Legal, gostei dele. - Falou ela tentando agir o mais indiferente possível.

- Sério? - falou ele parecendo surpreso. - tenho a coleção completa. - "Quê??" Pensou Anne. - Você parece pálida, está mesmo bem? - Riu ele, tentando parece preocupado.

Anne ficou com aquelas semanas na cabeças, máscara mortal, a mulher sendo empurrada no buraco cheio de injeções, o cara batendo na cabeça do outro com um taco de beisebol cheio de pregos. Se sentiu tonta, e se encostou no sofá.

- Sério você tá legal? - Perguntou Giovani meio preocupado.

- Estou, porque não estaria! - era para ser uma pergunta, mas mão saiu como ela imaginou, e saiu correndo para o banheiro e começou a vomitar.

Giovani foi atrás dela e ao chegar a viu debruçada no faço.

- Bela vista, e sim você está super bem. - ironizou ele, ao entra no banheiro e segurou o cabelo dela.

Ao termina ela foi a pia e lavou a boca e as mãos, enquanto Giovani lutava para tentar amarrar o cabelo dela.

- Isso sim é hilário. - Ela riu, da careta de Giovani. - pode deixar, e para sua informação estou ótima.

- Juro que não parece, teimosa. - ele falou sério, e quando ele deixou de olhar o cabelo dela e olhou nós seus olhos, foi que ela notou que estavam muito perto.

E ficaram ali um olhando para o outro. Anne já desconfortável, mas não conseguia desvia o olhar, e Giovani não entendia o que estava acontecendo, a distância foi diminuindo, sem nem ao menos que percebam.

- Venham, jantar. - Gritou a mãe de Raquel, os dois despertaram como se estivesse em uma hipnoze, Anne arregalou os olhos, Giovani continuou a olha-la, ela saiu primeiro e foi para cozinha meio atordoada. - Está meia pálida Anne?

- Tá tudo bem, Tia. - Respondeu Anne, forçando um sorriso, ao mesmo tempo em que Giovani fala:

- Eu falei pra ela.

- A mãe do Júnior ligou, Raquel vai passa a noite la.

- Sério, tia? - perguntou Anne. - Porque ela não ligou pra mim, aquela vaca. - Falou ela pegando o celular onde tinha várias mensagens.

-Coma, depois você fala com ela. - sorrio a mãe de Raquel.

Após o jantar Anne foi para o sofá, e começou a ver as mensagem...
Kell: porque vc ñ atende?
Celular é p quer?
Vou fica aqui com o Ju... meio triste, o pai dele apareceu

Enquanto no grupo Pulando a Cerca"200 mensagens? não vou ler isso tudo, o que será que eles tanto falaram?":
Ly: mas já está dormindo?
Kell: É sim, há alguns minutos.
Anne: Quem dormiu sem plena 6:16 da tarde?
Kell: Júnior
Ly: A tia tava pensando em chama a polícia, por que você não atender o celular. (Credo, que exagero)
É sério, mas o tio não deixou.
Kell: n sei p quer serve celular msm (mas repara)
Anne: tava assistindo um filme massa na sua cada ;')
Kell: Quê? Tu invadiu minha casa?
Ly: hahhahaaha a cara dela.
Anne: É eu arrobei sua casa e obriguei seu primo a ver um filme de tortura Muahahaa sou mal
Kell: Quê? Tu vendo filme com ele?

- Humm me obrigou foi?- ouvi alguém fala.

- Garoto intrometido, não sabe que é feio olha a conversa dos outros? - falou o encarando.

-Não sei de nada, flor. - E pegou o celular da mão dela. - Vamos ver...

- Ei, me dê meu celular. - Gritou ela irritada. Enquanto ele digitava algo. - Me dê logo seu fedelho, Ohh TIA.

- Ponto. - Gritou ele rindo, e Anne conseguiu pega o celular da mão dele.

Anne: Mentira, querida prima, eu fiz ela assistir o filme jogos mortais e ela quase desmaiou.
Kell: U quê? Vai p casa q é melhor, Anne.
Marcos: Nossa, filme de tortura?
Kell: chegou (corações)
Anne: é, e vou mata teu primo por pega meu celular, e vai começa a melação?

E ele pegou de novo o celular dela e começou a grava: Ela só vai quando assistir Anabelle. (Risos) e ela gritou: você não tem celular? - ele a entregou e saiu rindo alto.

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