Amor Indomável || Justin Bieb...

By beckysouza_

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Tudo não passava de uma ilusão. Becky Jasmine, sofreu nas mãos do maior traficante de Los Angeles, e hoje se... More

Avisos
Just think about it
Bye Dubai, Hello Los Angeles
I don't trust you
I just wanna party all night
First problem
The condition
The game
Rich
You still give me a favor
In the pool
First Attack
Beach
This is drowning me
The revenge still alive
Maybe i never hated him
This is love? Please, tell me
Is the end?
She's cheating us?
I hated that feeling
Wait, what?
I'm sorry
É tudo culpa do vinho
As traidoras estão agindo
I want you so bad
Is she here?
Rio, here we come.
Wtf is going on?
E o Rio de Janeiro continua....Perigoso
Surprise motherf*cker
Je t'aime
I always loved you
Break up
Just Like Animals
The beginning of hell- Part 1
Trailer da fanfic
The Beggining of Hell- Part 2
AVISO || FANFIC NOVA
Menos uma
Uma nova traidora?
Grand Finale Part 1
Grand Finale- Part 2
Fanfic nova

He's bluffing

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By beckysouza_

ATENÇÃO: LEIAM O RECADO NO FINAL!

TENHAM UMA BOA LEITURA!


[...]

Virei o notebook em minha direção e senti meus olhos arderem de ódio. O vídeo começava tudo escuro e depois aparecia um homem que eu nunca vi na vida mexendo na câmera. Depois que ele ajustou, ele saiu. Dando visão á sala que a câmera filmava.

Sala de tortura

Puta que pariu. Logo entrou Hailey, Kristin e Carlos. Com o mesmo homem que havia ajustado a câmera, mas ele segurava alguém. Franzi os olhos tentando reconhecer e puta merda. O Luiz não porra. O tal homem o colocou em uma cadeira e o amarrou ali, Kristin pegou um balde que se não me engano havia água dentro e jogou a água no rosto de Luiz, fazendo-o acordar logo em seguida. Ele parecia gritar algumas coisas mas a porra do vídeo não tinha áudio.

Olhei pro lado e Justin assistia ao vídeo junto a mim. Voltei meu olhar pro notebook e Hailey preparava uma arma, ela a apontou mirando na testa dele e ele fechou os olhos. Mas ela fez algo estranho. Ela caminhou lentamente até ele com a arma e apontou para o ligamento entre seu joelho e sua panturrilha.

Filha da puta

Ela atirou e ele gritava feito louco. A desgraçada atirou em uma das partes principais do ligamento, depois disso não tem mais volta. Ele perdeu o movimento do joelho pra baixo. Logo a câmera foi trocada e agora estava em uma câmera de poste de luz no meio de uma rua deserta. Carlos e o outro homem arrastaram Luiz pro meio da tal e o largaram ali. O vídeo acabou e eu fechei minhas mãos com força dando um murro na mesa.

- E agora? Eu não reconheço esse lugar. – Chaz disse mexendo nos computadores rapidamente. –

- Só há um jeito de descobrir. Ligando pra elas. – Christian disse e logo me entregou o celular. Peguei rapidamente e liguei o numero de Kristin, a filha da puta provavelmente sabia que eu ligaria. Tocou por alguns segundos até que ela atendeu.

- Gostou do vídeo Becky? – Ela perguntou irônico e dei outro murro na mesa fazendo Justin me encarar assustado. –

- Fala logo aonde vocês o jogaram? Porra. – Gritei puta da vida e ela gargalhou. –

- Ah... Logo agora que o jogo estava ficando interessante? – Ela disse debochada e caralho, eu queria muito estourar a cabeça dessa vagabunda. –

- Kristin me fala logo onde ele está. Puta que pariu. – Eu já não conseguia sentir meus dedos de tanto que eu os apertava contra a própria mão, eu estava muito puta. –

- Uma dica, pode ser? – Ela perguntou, mas não esperou que eu respondesse, foi logo dizendo. –

- O lugar onde cheiramos a branca pela primeira vez. – Ela disse e desligou. Franzi o cenho tentando me lembrar, mas eu estava muito puta para lembrar de algo. Me sentei e as meninas vieram em minha direção.

- O que ela disse? – Marie perguntou secando as lágrimas que caiam. –

- Primeiro lugar que nós cheiramos. Alguém se lembra aonde é? – Perguntei e todas ficaram caladas, até que Nancy se pronunciou.

- Eu sei. Fica perto da antiga loja do meu pai. – Ela disse rapidamente e eu me levantei. –

- Seguinte, Ryan chame nossos seguranças, quero metade conosco e metade fica aqui fazendo a ronda da casa. Vão todos se trocar e me encontrem na garagem em 15 minutos. – Disse e logo sai do escritório ouvindo o restante indo respectivamente se trocar.

[...]

- Estou levando seguranças porque pode ser uma armadilha. Não temos a certeza de que ele está lá. Mas, se estiver quero que corram até ele rapidamente e o peguem para levarmos á um hospital mais próximo. Entendidos? – Perguntei e todos assentiram. Entrei no banco de passageiro do carro de Justin, eu estava nervosa de mais para dirigir. –

- Sabe o que me deixa mais puta? – Perguntei balançando a perna e inquieta. –

- O que? – Justin pousou a mão em minha coxa e eu bufei. –

- Minhas bolsas, caralho. Aposto que as filhas da puta devem ter pego, e porra era coleção limitada. – Disse olhando pra janela e Justin respondeu. –

- Entendo... – O que? Ele entende? Franzi o cenho e o olhei de lado, enquanto ele dirigia atentamente. –

- Entende? Como? – Perguntei e ele sorriu de lado. –

- Na verdade eu não entendo porra nenhuma, mas vi na tv que os homens devem concordar com tudo que as mulheres falam quando estão nervosas porque se não elas viram uma onça e tal, não quero você mais nervosa do que já está. – Ele disse calmo e eu não acreditei no que eu ouvi. –

- Ta... E desde quando você assiste tv? – Perguntei e logo ele olhou pra mim voltando o olhar para a estrada. –

- Sei lá... Influência dos caras, tudo bando de viados e eu ainda fico na onda deles. – Ele disse e eu ri fraco, pelo menos eu estava me distraindo. Olhei pra frente e vi que Nancy estava diminuindo a velocidade, estávamos quase chegando. Respirei fundo e olhei em volta. Caralho quanto tempo eu não vinha aqui. Logo ela parou e Justin parou em seguida, desci do carro e olhei em volta.

Nada

- Ela nos enganou, puta que pariu. – Carla disse batendo as mãos nas coxas e bufando. Olhei em volta novamente e ouvi algo. –

- Calem a boca e escutem. – Fui ouvindo atenciosamente e percebi que eram gemidos. Eles vinham de uma moita que tinha ali e eu me aproximei. Peguei minha arma que estava depositada na cintura e a preparei. Me aproximei mais e vi um braço esparramado.

- Luiz. – Gritei e todos vieram em minha direção. Cheguei mais perto e ele estava quase desmaiando. –

- Peguem ele porra, vamos rápido. Ele já perdeu muito sangue. – Ordenei pros seguranças e eles o pegaram levando pro carro. Dei uma última olhada em volta e respirei fundo. Entrando no carro logo em seguida.

[...]

- Senhorita Becky... – O medico disse enquanto entrava na sala de espera, me levantei rapidamente. –

- Sou eu. – Respondi impaciente. –

- Bom... Acho que por mexer com tiros ao alvo, você já deve saber o que acontece quando se leva um tiro no ligamento. – Tínhamos falado que estávamos praticando tiro ao alvo e Luiz caiu, Carla atirou nele sem querer logo em seguida. É o que dar mexer com a máfia, nem sempre podemos falar a verdade.

Na maioria das vezes, é sempre mentira.

- Sim eu já sei. Ele perdeu o movimento, agora será que posso vê-lo? – Perguntei bufando e ele percebeu minha impaciência. –

- Claro, mas peço que não demore muito. – Assenti concordando e andei apressadamente em direção ao quarto. Abri a porta e ele comia uma sopa com cara de vômito. –

- Porra Luiz, um tiro no ligamento? – Disse com um tom de humor e ele se assustou ao me ver ali. –

- Achei que já estava em casa ligando pra outro segurança. – Ele disse e eu revirei os olhos. –

- Não vai ser a porra de uma perna que vai te impedir de fazer minha guarda. – Disse e ele abriu um sorriso de orelha á orelha. –

- Está tudo bem? – Perguntei e ele mastigava algo na sopa, fiz cara de nojo e ele soltou um riso. –

- Estou bem sim, minha prótese fica pronta em uma semana. – Ele disse e eu balancei a cabeça. Estava morta de sono, olhei pra janela e já estava claro. –

- Vou pra casa, qualquer coisa me ligue. Ryan irá cuidar da segurança enquanto você estiver aqui.

- Sim senhora. – Ele disse e eu acenei um tchau, saindo do quarto logo em seguida. Andei até o saguão e todos se levantaram esperando por noticias. Bufei alto. –

- E ai Becky? Como ele está? – Marie perguntou e eu revirei os olhos. –

- Está ótimo, está falando, respirando e cagando. – Ela revirou os olhos e disse:

- Você é muito insensível, podíamos ter perdido ele.

- Mas não perdemos, então para de drama e vamos pra casa, estou morta de sono. – Disse e sai andando, Justin logo apressou os passos e conseguiu me alcançar. Entramos no carro e ele meteu o pé dali. –

- Está nervosa? – Justin me perguntou e eu balancei a cabeça negativamente, encostando-a na janela do carro. Mas sim, eu estava muito nervosa. Caralho aconteceu tantas coisas nesses últimos dias, puta que pariu. Não posso ficar nervosa assim, meu ferimento ainda dói e esse nervosismo só faz piorar as crises de dor . Chegamos em casa rapidamente e eu subi pro meu quarto, meus olhos estavam se fechando sozinhos.

Assim que eu me deitei na cama Christian entrou no meu quarto correndo.

- O que foi porra? Vou dormir, não enche! – Joguei um travesseiro nele, e ele desviou. –

- Encontrei o paradeiro do Matteo. – Ele disse recuperando folego, provavelmente veio correndo do quarto dele até o meu para me contar. Mas isso não me impediu de me levantar correndo e calçar meus sapatos novamente.

Eu vou atrás desse filho da puta.

Andamos rapidamente até meu escritório e todos já estavam lá. Me sentei na cadeira principal e Justin se sentou ao meu lado.

- Aonde o desgraçado se encontra? – Disse em um ótimo humor, caralho. Eu finalmente vou acabar com ele. –

- Ele está em um hotel abandonado na Califórnia, fica meia hora daqui. – Chaz disse olhando o mapa e o colocando encima da mesa. Observei atentamente e sorri maldoso. Olhei pra Justin e ele tinha o mesmo sorriso que o meu.

Vingança.

- Quero vinte carros de segurança máxima, e cada um com o carro diferente. Irá ocorrer tudo rápido, então ele não terá como fugir. Provavelmente, ele deve estar sozinho para não chamar a atenção e nem deve sonhar que iremos pra lá. – Justin disse e eu terminei dizendo:

- Que comece a vingança! – Abri um sorriso no rosto e me levantei, todos foram atrás de mim e Justin me pegou pelo braço. –

- O que foi? – Perguntei e ele chegou perto de mim me dando um beijo em seguida. Nos beijamos rapidamente por alguns segundos e ele se afastou. –

- Porque fez isso? – Perguntei arrumando meu cabelo e ele sorriu. –

- Estava com saudades do seu beijo. – Gargalhei e ele fechou a cara. –

- Puta merda, estou começando á achar que você gosta do outro time.. – Eu disse e ele me deu um tapa de leve no braço. –

- Só não te espanco porque se não, depois vou ter que ir atrás de puta. – Ele disse e eu gargalhei, idiota dos infernos. –

Entramos respectivamente nos nossos carros e colocamos nossas escutas.

- Estão ouvindo? – Christian perguntou e foi chamando cada um para confirmar de que estava tudo certo. Depois disso , saímos rapidamente e partimos pra California. Caralho, depois de matar o filho da puta eu preciso comemorar, vou chamar o restante para ir em alguma boate. Mas nesse momento preciso me concentrar em qual forma irei tortura-lo primeiro, ah... Tem tantas que nem sei, vai depender de quanto estarei nervosa na hora.

[...]

- É logo ali! – Ryan apontou pro hotel, enquanto estávamos escondidos atrás de uma casa antiga, o hotel estava caindo aos pedaços, mas dava para viver ali. –

- Vamos de dois em dois, Becky vem comigo. Ryan e Marie juntos, Chaz e Christian, Carla e Nancy, e Caitlin fica do lado de fora com os seguranças. – Justin disse cochichando e todos concordamos, menos Caitlin que bufou mas não reclamou muito. Dei a ordem para que os seguranças invadissem o local e pegassem Matteo. Não queria que ele pensasse que era eu invadindo, quero que seja surpresa. Quero que ele fique surpreso ao me ver, ele não estava tão confiante de si? Pois bem, ele que me aguarde. Não demorou cinco minutos e logo Michael, nos chamou pelo rádio.

- Já pegamos o desgraçado. – Sorri animada e andamos tranquilamente até o hotel. Justin segurava minhas mãos e antes de entrarmos dei um selinho nele. –

- Eu estou tão animada que eu daria pra você agora mesmo. – Disse baixo em seu ouvido e pude sentir que ele se arrepiou. –

- Puta merda, meu pau ficou duro só com isso. Não provoca gata! – Ele disse e eu ri fraco. Entramos no hotel e aquilo estava um nojo, cheio de ratos e insetos nojentos. Nancy logo deu um gritinho ao passar um rato correndo. Revirei os olhos e avistei um segurança, ele nos guiou até uma sala, que mais parecia um esgoto. Ao entrarmos Matteo estava amarrado em uma cadeira e seus olhos quase pularam pra fora ao me ver.

- B-Becky? – Ele gaguejou e eu sorri sem mostrar os dentes, caminhando lentamente até ele. –

- Gostou da visita? Adorei a casa... – Disse irônica e ele cuspiu na minha cara. –

Ah não

- Ryan, você trouxe o acido? – Perguntei limpando o cuspe nojento do meu rosto e me virando para Ryan. –

- Sim. – Ele respondeu e se virou pegando um balde amarelo com aviso de perigo. Sorri ao ler aquilo e peguei as luvas que Chaz segurava. Coloquei elas lentamente e olhando pra Matteo que quase se mijava na cadeira e peguei o balde. –

- Gosta de coisas ácidas? – Perguntei voltando a se aproximar perto dele. –

- Becky... Por favor! – Caralho, eu nem tinha feito nada e ele já estava implorando desse jeito? –

- O que? Eu nem comecei amor. – Disse irônica e virei o balde encima da sua mão, derramei só um pouco e voltei o balde ao normal. Matteo gritava feito uma cachorra no cio. Nem pra gritar ele era homem direito, pelo amor de deus! –

- Cala a boca porra! – Justin deu um tiro no braço dele, e eu sorri. –

- Matteo... Antes de continuar, preciso de uma resposta.. – Disse andando até Ryan novamente e pegando um alicate que tinha encima da bolsa que ele havia levado. –

- Eu não vou contar nada. – Ele disse cuspindo sangue e eu fiz cara de nojo. Odeio sujeira. Voltei pra perto dele e me abaixei até ficar de frente pro seu rosto. –

- Não? Você tem certeza? – Puxei um dos seguranças que estava perto e ordenei que ele deixasse a boca de Matteo aberta. Ele se debatia mas não tinha chances, estávamos em muita vantagem e o coitado não tinha nada. Peguei o alicate e arranquei o canino dele. Seus gritos doíam meu tímpano e eu bufei. –

- Se você me contar quem mandou você fazer isso eu paro meu amor. Eu juro. – Mentira. Mas ele logo cedeu e com sua boca cheia de sangue disse:

- Sua mãe porra! Foi sua mãe que me mandou fazer essa merda. Ana Laura. Pronto falei, por favor me solta, eu te amo Becky! – Arregalei os olhos na hora e ignorei totalmente o que ele disse por último. Me afastei e eu estava sem reação. Minha mãe? Mas que porra ela tem a ver com isso tudo?

- Você está blefando! – Justin disse puto ao ver meu estado e já logo sacou a arma. –

- Não! – Impedi que ele atirasse e tomei a arma da mão dele, mirando na testa de Matteo. –

- Se estiver mentindo, vai ser mais um pecado para pagar no inferno Matteo. – Disse e preparei a arma. –

- Não estou mentindo, sua mãe me procurou pedindo esse favor, já que ela me ajudou muito quando meu pai faleceu. Era algo sobre herança, não sei direito. Por favor Be..- Não esperei que ele terminasse de falar meu nome e atirei, sua cabeça tombou pra frente e eu bufei alto. Me virei para os seguranças e disse:

- Limpe essa bagunça, e rápido! – Sai apressadamente daquele chiqueiro e fui andando pro carro. –

- Becky... Aonde vai? – Justin veio em minha direção e eu estava puta da vida. –

- Vou comprar passagens para o Brasil. – Disse impaciente e ele revirou os olhos, puxando meu braço me fazendo parar de andar. –

- Pra que porra? – Ele perguntou e eu bufei. –

- Preciso tirar isso á limpo com a minha mãe. – Justin revirou os olhos e puxou meu braço novamente. –

- Para com isso porra, está me machucando. – Disse e puxei meu braço novamente. –

- Você acreditou no que ele disse? Caralho Becky, ele estava blefando porra. – Justin resmungou e eu respirei fundo. –

- Ele não blefou, eu conheço Matteo. E ele não falaria da minha mãe assim tão avulsamente. – Disse e voltei a andar. –

- Então vou com você. – Ele disse e eu parei de andar e olhei pra trás vendo todos ouvirem nossa conversa. –

- Mais alguém vai comigo? – Perguntei bufando e todos se pronunciaram. Pois bem, vamos todos pra essa porra.

E se isso tudo for verdade, puta que pariu.

Vai ser difícil pra caralho matar alguém que tem o mesmo sangue que eu.

Não sou de guardar mágoas, mas infelizmente comigo é assim. Ou é tudo ou nada.


Olá. Quero pedir mil desculpas por postar essa hora da noite e se não me engano 3 dias de atraso. Mas eu sai esse final de semana inteiro e tinha alguns pedidos pra fazer então deixei a fic por ultimo já que era a maior coisa pra se fazer. Espero que tenham gostado e no próximo capitulo tem uma puta revelação. Estão preparadas? Se não se preparem... Um beijo!! Ah... E não se esqueçam de comentar e favoritar. Quem quiser falar comigo só falar la no twitter que é /dr3whot. 

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