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By duarda_cullen

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Melissa Marshall, uma garota doce cujo perdeu a mรฃe cedo demais e fora obrigada a morar com o pai em uma cida... More

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By duarda_cullen

| Point of view –
Melissa Marshall |

Embry e eu andávamos de mãos dadas pela Reserva, indo em direção a casa de Sue e Harry.

Eu ainda estava irritada com o fato dele ter ficado com Mia, aquela oferecida, mas ao menos ela foi embora e ele não ficou com mais ninguém.

E nem ficará.

Não voltamos ainda, mas eu havia voltado para a Reserva, o que significa que em algum momento voltaríamos e ele não ficaria com mais ninguém além de mim.

Afinal, nos encarávamos com olhares apaixonados e sorrisos bobos, meu coração acelerava quando ele se aproximava demais ou acariciava o dorso de minha mão com o polegar.

Sem contar a enorme vontade que eu tinha de lhe beijar.

Ainda gostávamos um do outro, certo? Isso significa que precisamos ficar juntos, exatamente como nos filmes de romance que eu assistia quando era mais nova.

— Então. – Embry começou assim que paramos em frente a casa de Sue, pela movimentação lá dentro, todos já estavam em casa. — Nos vemos amanhã?

Concordei parada a sua frente notando que uma leve diferença de altura se fazia presente entre nós. Eu não era uma pessoa baixa, mas também não era muito alta visto que meus pés não alcançavam os pedais quando entrei no carro pela primeira vez.

Mas também, a droga daquele banco estava muito afastada dos pedais.

Talvez eu tivesse um metro e sessenta e sete, ou sessenta e oito, eu realmente não fazia ideia, mas Embry provavelmente tinha quase um metro e oitenta, o que fazia uma diferença notável, mas razoável, surgir entre nós.

Como eu beijaria ele assim? Teria que mandar ele sentar todas as vezes igual eu e Leah havíamos feito?

— Sim, nos vemos amanhã Emmy. – Falei percebendo que ele aguardava uma resposta mais completa.

Ele balançou a cabeça sorrindo e continuou a me encarar com um olhar penetrante, caramba homem, você está me deixando nervosa.

Mordi o lábio inferior sentindo meu coração voltar a bater de forma frenética contra meu peito e apertei sua mão com certa força tentando buscar algum apoio.

Porque era tão difícil para ele me beijar? Eu não queria ter que ficar na ponta dos pés e correr o risco de receber um fora.

Ah, será que ele também tinha esse medo?

Talvez seja por isso que ele ainda não tomou a iniciativa de me beijar.

Como eu deixaria claro que queria aquilo sem soar tão atirada?

Embry coçou a garganta e se aproximou um pouco mais de mim fazendo com que eu parasse de respirar por dois segundos, tão perto, tão próximo da minha boca, quase me beijando.

Mas ele não me beijou, caramba.

— Se beijem logo! – Uma voz feminina gritou fazendo com que pulássemos assustados e encarássemos a porta da casa dos Clearwater.

Leah estava encostada no batente da porta enquanto tinha os braços cruzados e um olhar divertido no rosto, a morena sorria de modo despreocupado enquanto eu sentia meu rosto corar de vergonha.

Porque ela gritou?

Voltei a encarar Embry pronta para me desculpar mas vi ele me lançar um olhar ansioso, tudo bem, ele iria fazer o que Leah havia dito, era o que parecia visto que sua mão subiu pelo meu braço de forma lenta.

Isso, ele iria me beijar.

Agarrei a barra da sua camisa entre meus dedos e fechei os olhos sentindo meu coração a mil, iríamos realmente nos beijar?

Espero que Leah esteja certa e eu beije muito bem.

A respiração de Embry se tornou próxima demais do meu rosto, seus dedos subiram até meu ombro e ele encaixou sua mão na curva do meu pescoço me causando arrepios.

Estava prestes a abrir meus olhos quando senti sua boca encostar na minha suavemente, ah meu Deus, estávamos nos beijando.

Após anos eu estava sentindo seus lábios nos meus novamente, sua mão em meu rosto e seu corpo próximo ao meu.

Embry parecia tão nervoso quanto eu naquele beijo, e talvez tenha sido por isso que nossas línguas sequer se encontraram.

Nos afastamos visivelmente envergonhados e com os rostos quentes escutando Leah rir enquanto balançava a cabeça negando, ela deveria estar incrédula que sua aula não teve resultados.

— Nos vemos amanhã. – Falei com um sorriso nervoso antes de ir em direção a casa que eu estava hospedada.

— Lissa! – Virei-me ao escutar sua voz rouca e arregalei os olhos ao ver ele se aproximando de mim com passos decididos.

— O que ? – Sequer consegui finalizar minha pergunta, Embry calou-me colando seus lábios nos meus de forma meio bruta mas carinhosa.

Meus olhos se fecharam no automático e minhas mãos foram para seus ombros enquanto eu ficava na ponta dos pés nos aproximando mais ainda.

Suas mãos apertaram minha cintura fazendo com que eu abrisse minha boca levemente, e nesse momento, a língua de Embry entrou em contato com a minha pela primeira vez.

Nervosa e sentindo minhas mãos começarem a soar, apertei seus ombros e inclinei minha cabeça para o lado direito aprofundando mais aquele nosso primeiro beijo oficial.

Nossas línguas pareciam se entender naquele beijo, pareciam dançar em perfeita sincronia, sabíamos exatamente o que fazer e como.

Obrigada Leah.

E eu odeio você Mia.

As mãos de Embry subiram para o meu rosto fazendo uma carícia suave e deixando aquilo tudo mais perfeito.

Era como se tivéssemos sidos feitos um para o outro, tudo parecia se encaixar.

Meu garoto se afastou deixando dois beijos curtos em meus lábios e sorriu para mim de forma nervosa.

— Vejo você amanhã, meu girassol. – E então saiu me deixando mais vermelha.

Ele passou a me chamar de girassol quando começamos a namorar, eu adorava aquele apelido, mas infelizmente não havia pensado em um para ele, eu apenas o chamava de amor, Emmy ou Call.

Este último eu usava quando estava irritada com o mesmo, era muito eficaz.

— Devo dizer, foi um dos beijos mais bonitos que eu já vi em toda a minha vida. – Leah me tirou dos meus pensamentos fazendo eu virar o pescoço em sua direção me recordando de sua presença. — Vocês continuam perfeitos juntos. – Caçoou gargalhando ao ver meu semblante corado fechar.

Eu sentia que iria pegar fogo a qualquer momento.

— Você ficou aí vendo tudo? – Perguntei me aproximando da mesma. — Isso é invasivo.

— Claro, precisava ver meu casal favorito reatando. – Ela disse e eu cruzei os braços sentindo meu coração bater com certa força.

— Não reatamos ainda. – Lhe comuniquei e vi ela revirar os olhos.

— Mas se beijaram, o que significa que em breve irão voltar. – Disse sorrindo e eu a encarei esperançosa. — Vamos entrar Mells, quero que me conte tudo.

— Acha que vamos voltar em breve? – Questionei enquanto a seguia para dentro da casa.

— Sim. – Respondeu simples me deixando cheia de esperanças.

[...]

A manhã de segunda-feira foi nublada e com alguns poucos pingos de chuva, contrastando totalmente com o meu humor alegre e perfeito.

Havia passado a tarde toda de domingo com Embry e durante a noite eu sonhei com ele.

Fora um dos melhores sonhos que eu já tive, sequer queria acordar.

Para a minha felicidade eu o veria logo logo e nada poderia acabar com meu bom humor.

— Embry está na escola, você só vai poder ver ele de tarde. – Leah precisava acabar com a minha felicidade.

Bufei frustada parada em frente a porta fechada da casa dos Clearwater, o que eu faria até a tarde enquanto esperava o garoto voltar?

— Deveria ir para a escola também, se matricular e continuar seus estudos. – Escutei a voz de minha amiga e virei-me em sua direção com uma sobrancelha erguida.

— Eu passo, já estava praticamente aprovada naquela escola. – Falei me referindo a minha escola em Washington, eu queria distância dos adolescentes escolares.

— Odeia tanto assim a escola? – Leah perguntou enquanto eu me aproximava da mesma que estava na sala.

— Odeio os estudantes, não a escola. – Dei de ombros e assim que me sentei no sofá a sua frente, a campanhia tocou.

— São oito da manhã, quem bateria na porta essa hora? – A morena bufou enquanto se levantava e uma esperança se acendia dentro de mim, será que era Embry?

Não, não poderia ser, Embry era um garoto estudioso cujo não faltaria aula, principalmente por saber que eu o xingaria muito por isso.

— O que está fazendo aqui, Black? – Pisquei ao ouvir a voz sem humor de Leah.

Black? Seria Jake?

Aquele idiota arrumaria qualquer desculpa para faltar aula, ele era o oposto de Quil e Emmy.

Levantei-me do sofá enquanto escutava uma voz masculina responder minha melhor amiga.

— Ei Leah, bom ver você também. – Parei ao lado da garota e vi o rapaz a nossa frente arregalar os olhos com um sorriso chocado nos lábios.

Era ele mesmo, os cabelos longos estavam meio presos, a pele estava mais bronzeada e ele tinha aquele brilho brincalhão nos olhos.

Jacob Black não havia mudado quase nada, e isso inclui a vontade de faltar aula.

— Não deveria estar na aula? – Perguntei fingindo não me importar com sua presença ali, mesmo que no fundo eu estivesse morrendo de saudades do meu amigo.

— Então é verdade, você realmente voltou. – Ele disse ainda em choque, Quil provavelmente já fez a fofoca, em breve toda a Reserva saberia que eu voltei. — Você continua tão delicada. – Disse irônico respondendo a minha pergunta.

— Você continua tão Jake. – Murmurei e vi ele revirar os olhos antes de empurrar Leah para o lado e me abraçar apertado.

A morena bufou e xingou Jake, mas ele sequer se importou enquanto dava leves batidas em minhas costas.

— Eu senti sua falta nesse lugar Melzinha. – Ele falou contra meus cabelos e eu balancei a cabeça me afastando.

— Claro que sentiu, eu quem livrava sua cabeça quando seu pai descobria suas merdas. – Jacob bufou mas assentiu. — Eu senti sua falta também, Jake.

Jacob e eu tínhamos uma estranha relação implicante e parecíamos mais irmãos do que amigos, vivíamos brigando e enchendo o saco um do outro.

— Porque eu fui o último a saber da sua volta? Achei que fôssemos melhores amigos, achei que eu fosse seu favorito. – Como ele era dramático.

— Embry é o meu favorito. – Falei como se fosse óbvio e ele revirou os olhos, Leah já havia voltado para dentro da casa, a garota não tinha paciência com a gente.

— Eu sei, estou dizendo entre Quil e eu, achei que eu fosse seu favorito. – Pisquei confusa.

— O que te fez pensar isso? – Questionei cruzando os braços.

— Melissa! – Exclamou ofendido e eu ri, oras, jamais havia dito que ele era o meu favorito, ele provavelmente sonhou com aquilo, não é possível. — Você continua sendo muito indelicada e sincera.

— E você dramático e chato. – Lhe mostrei a língua antes de o empurrar para fora da casa. — Você deveria estar na aula, não aqui.

— Ei, eu vim ver minha melhor amiga, aquela que ficou quatro anos longe e sequer foi me ver quando voltou. – Revirei os olhos com um sorriso curto antes de lhe abraçar novamente.

— Tudo bem, não brigaremos então, senhor drama. – Antes mesmo dele passar os braços pelo meu corpo eu me afastei lhe encarando. — Mas você poderia ter vindo me ver durante a tarde.

— Embry já disse que você vai ficar com ele pela tarde, o que significa que nem eu e nem Quil poderemos chegar perto. – Bem, ele tinha um ponto, mas garanto que Embry não se importaria de uma tarde como antigamente, nós quatro juntos novamente. — Ele quer ter um tempo sozinho com você.

— Ah, entendo. – Falei mesmo sem entender, porque será que ele queria mais tempo sozinho comigo?

Será que? Ah, era isso?

Bem, não importa, eu também quero um pouco mais de tempo a sós com Embry, assim poderíamos nos beijar bastante sem interrupções.

— Podemos passar a manhã juntos fofocando sobre os últimos anos, tem muita coisa que preciso te contar. – Sorri assentindo em sua direção enquanto sentávamos na varanda da casa.

— Conheceu alguma garota? – Perguntei notando um certo nervosismo em sua expressão e vi suas bochechas ganharem uma tonalidade rosada, parece que Jacob encontrou sua amada.

Notas:

Primeiro quero me desculpar pela demora, porém o capítulo não estava completo ontem e eu não iria entregar para vocês de qualquer jeito.

Segundo, o primeiro beijo deles veio!!!!! Tão fofos!!🤧

No próximo teremos muito mais do nosso casal..

Volto, a princípio, terça!

Beijos, Duda s2.

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