Isto aqui é inspirado na música Only da LeeHi. Particularmente, acho essa música muito fofa! Ela tão lindinha e possuí um ritmo tão gostoso, daí veio a inspiração.
(É minha primeira vez postando, espero que gostem!🌸)
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Bom, hoje é um dia especial. Ah, para quem? Nami e Vivi. Elas irão se casar, e eu serei um dos padrinhos, não faço ideia de quem será minha dama acompanhante, espero eu que seja uma bela dama. Nami me escolheu para ser seu padrinho, como eu disse, não faço ideia de quem a senhorita...senhorita não. Senhora Vivi por agora. Escolheu para ser meu par, mas, estou tão feliz! Essas duas finalmente resolveram se casar, pareciam se amar tanto. Além de serem ótimas companheiras uma para outra.
Faz anos que os chapéus de palha não se vêem, desde quando Luffy realizou sua conquista, virar o tão grande Rei dos mares e dos piratas! Não estamos tão velhos assim, ainda temos 30 anos, claro, não generalizando os mais velhos do grupo, como o Brook ou entre outros. Ainda continuamos muito amigos, a prova disto, é este Casamento. Cá estão Luffy, Ussop, Robin, Frankie, Jinbe, Chopper, Brook, eu Sanji e...Zoro? Bem, Zoro, não vejo desde nossa última discussão, confesso que sinto falta das brigas, e desse cabeça de algas. Nossas brigas sempre começavam por motivo nenhum, digamos desconhecido, será que ele virá? Ou se perdeu...bem provável. Mas espero que ele não seja babaca, e pelo menos dê as caras, é um dia especial para nossas duas garotas do bando.
A noite está tão bela e agradável. A lua ilumina o quanto pode, as estrelas a acompanham, tem o brilho diferente está noite, quase que um brilho especial. Sempre que estamos juntos tudo fica melhor e mais brilhante.
A cerimônia de casamento do tão dito "sim" já havia acontecido, já estavamos sentados em uma mesa tamanho família, Luffy era o que mais se divertia em nosso meio. O pequeno (que não era mais tão pequeno como antes) não falava, mas amava nos ter por perto, ele demonstrava isso com as melhores risadas que dava, graças as piadas horríveis de Ussop, claro que algumas ele não entendia. Ainda continuava tapado, ele estava junto de Law, que o explicava as piadas ou ao menos tentava, mas era mesmo que nada, hilário...ainda continua nosso pequeno Luffy, por mais que esteja tão grande agora e sendo o tão grande Rei dos piratas.
Todos na mesa riam contentes, as noivas estavam sentadas conosco, estavam tão belas. As duas trajavam belos vestidos brancos, particularmente, achei que Nami usaria um terno e gravata, mas estava de vestido junto de Vivi, estavam igualmente belas. Nami estava com um vestido que havia costas nuas, e tinha um delicado par de mangas de renda que desciam por seus braços, que também iam até a metade dos ombros. Vivi tinha um belo vestido que deixava seus ombros a mostra, com também, mangas de renda delicadas que desciam em seus braços brancos e delicados. Estavam igualmente lindas.
Mas, não vejo aquele cabeçudo em canto algum. Onde ele está ele não vem? Tsc, que desfeita.
– Nami, Vivi! Desculpa aí pelo atraso...quando vai rolar a cerimônia de dizer os sim e essas coisas? E quem é mesmo que eu tenho que ficar junto perto de vocês lá? – aquela voz era familiar, a ruiva pula do lugar furiosa, não havia mudado nada.
– Zoro, eu achei que você não vinha mais! E a cerimônia já acabou, estamos na festa agora, e você deixou seu par sozinho na cerimônia, agora vai sentar com ele! – ela disse apontando pra mim, o que, eu?! Eu era o par dele? Por que elas fizeram isso? Tem realmente uma cadeira vazia aqui, que roubada, não me responsabilizo se eu e ele começarmos a nos matar.
Zoro resmungou algumas coisas vindo até mim, eu estou nervoso, e não deveria. Deve ser porque nós nunca mais brigamos e a minha fúria ainda continua a mesma. A ansiedade para um briguinha de nada? Nada a ver.
Zoro usava uma roupa que era bem sua cara, um Kimono preto. Seu cabelo estava um pouco maior, mas não tanto, ainda continuava espetado e verde. Ele realmente está bem atraente. Carregava suas espadas como sempre, e vinha com aquela sua cara de mal-humor — e tapado —, por mais que não estivesse realmente sentindo mal-humor.
– Cook, quanto tempo – ele da um sorrisinho me fitando, parecia sereno, sinto meu estômago estranho. Esse sentimento…não já havia, sumido…?
– O-olá, marimo... – gaguejo um pouco e logo limpo a garganta – Quanto tempo né? Espadachim de merda.
– Já vai começar fritador de ovo? – ele rir, ok, esse não é o tal Zoro que conheço. – Então você é meu par no matrimônio da bruxa e da princesinha?
– Sim, eu não sei pôr qual motivo elas botaram eu e você, que ridículo. – viro o rosto para o lado fazendo drama, e mais uma vez ele solta uma risadinha, esses anos todos amoleceu o coração desse brutamontes?
– Também estava com saudades cozinheiro de buteco, não se convença por conta disso, ok? E você ainda continua chato. – ele dá um gole da bebida que acabará de chegar trazida de um garçom. Me olhava entre canto, quase sedutor…
O que está acontecendo comigo? Sinto minha cara pegando fogo, é a raiva acumulada de anos? Estou me questionando demais para o meu gosto.
[...]
Se passou um tempo, e estavam todos curtindo, Sanji e Zoro estavam conversando mais que o normal, às vezes saiam xingamentos claro, mas, não era como aquele tempo em que eles só faltavam se matar, definitivamente, não era. Pareciam estar gostando da companhia um do outro e Vivi e Nami notavam aquela tal 'aproximação'. Nami sabia o que Sanji sentia por Zoro, mas ficou reprimindo em si, por anos, porquê em sua cabeça, o espadachim nunca iria gostar dele, até porque eles eram rivais. Mas Sanji estava bem enganado e Vivi e Nami sabiam disso, elas nunca estavam erradas.
Sanji estava em transe enquanto descaradamente olhava o esverdeado, ele achava que outro não percebia, era quase na cara o que ele fazia. Claro, ficava na ilusão de que disfarçava.
– Eu senti sua falta. Senti muito sua falta. – Sanji fala baixo inconscientemente, mas alto o suficiente para o esverdeado escutar.
– Ero-Cook, isso é raro, você sentir minha falta? Achei que não faria falta alguma pra você. Já que sempre brigava comigo. – Sanji acorda do seu transe e se toca que havia pensado em voz alta, arregalando os olhos em seguida.
– O que, não! Eu não quis dizer isso, só esquece essa besteira. – desvia o olhar olhando para os demais da mesa, seu rosto queimava. O outro ao seu lado rir.
Ele ria a cada coisinha se quer que o outro fazia, Sanji se perguntava se estava tão palhaço assim aquela noite. Zoro, por assim dizer, estava amando ter a atenção de seu cozinheiro tarado. Não falava isso, mas estava expressando, e tendo atitudes um tanto fora do normal para o tal cozinheiro.
O cozinheiro tarado estava belo, estava trajado no seu estilo terno como sempre, mas de branco, isso o deixou simplesmente suave e mais bonito que o normal. Sua franja estava para frente, como de costume, seus cabelos estavam maiores, amarrados para trás por conta da ocasião, sua barba ainda estava do jeito de quando ainda tinham 21 anos estava, sua boca continha o cigarro cotidiano, seus lábios mais rosados, assim como suas bochechas, sua sobrancelha que sempre o encantou mas não admitia, simplesmente belo. Como sempre. Mas Zoro nunca admitiu isso ao loiro, será que deveria agora que…bom, estavam mais velhos e mais maduros, por assim dizer…?
– Cozinheiro tarado… – Zoro olha fixamente para Sanji, que agora se encontrava olhando fixamente para ele também – você…ainda continua fumando, não é? – não era isso o que ele realmente queria dizer.
– Sim, ainda fumo – Sanji diz rindo singelo – Por que? Achou que eu não fumava mais? Isso é meu calmante, por assim dizer, marimo. Achei que me conhecesse, passamos tantos anos juntos, sabe que não largo essa minha paixão, depois das mulheres, claro – ele sorri novamente tragando sua ‘paixão’ calmante.
– Claro, claro, foi uma pergunta idiota mesmo – o esverdeado rir olhando para baixo – Na verdade o que eu queria dizer era que…
Zoro foi interrompido por Nami, que havia se levantado e chamado Brook para tocar a eles, Brook, mas que na hora levantou para o bem feito. Iriam dançar, cada um tinha direito de pares aleatórios e Nami e Vivi foram ao encontro de ambos, Sanji e Zoro. Para dançar com eles que de começo, não queriam sair de seus lugares.
– Ora, que vergonha é essa Sanji? Você não era assim, vamos logo dançar bobão – Nami diz puxando o loiro que depois de murmurar algumas coisas, cede enfim.
– Tudo bem, vamos, não vai me matar uma simples dança – Sanji sorri dando a mão para a ruiva
Assim que Nami e Sanji estão na pista, Vivi vai até Zoro, era um plano das duas.
– Mr. Bushido, vamos? – diz Vivi sorrindo para o moreno que havia se sentado para ver a bagunça que seria aquelas tais “danças”, ou talvez só queria olhar o tal loiro dançando com a ruiva e se imaginar no lugar dela.
– Não, nem inventa Vivi, por que justo eu? Não, pode pegar outra pessoa, vá – disse ele contragosto, e desenhando caminho para ela.
– Ah não Mr. Bushido! Você vai sim, poxa é meu dia especial, vamos!! – Vivi diz fazendo cara de choro para que Zoro tivesse dó.
– Tsc – disse ele colocando a garrafa de saquê sobre a mesa, e logo em seguida se levantando – Ok princesinha, só vou porquê é você. Se fosse a bruxa, eu não iria. Seria arriscado ela alongar mais nossa dívida…
– Não fale assim da Nami – ela rir um pouco, achava engraçada a relação dos dois.
Logo eles foram para a pista, estava iluminada, cheia de pessoas dançando calmamente, não havia agitação. Estavam em uma valsa, valsa lenta. O local onde dançavam, estava cheio de flores brancas, estava no que digamos delicado, tudo bem delicado. Parecia aquela cena dos filmes mais bonitos em que se vê um casamento belo e cheio de vida.
– Sanji, você ainda gosta dele, não é? – Nami disse enquanto dançávamos calmamente, Sanji deu um meio pulo na pista, olhando de um lado para o outro para ver se alguém havia escutado aquilo, por mais que não tenha se referido nome entre as falas.
– Senhorit- – se interrompe – Senhora Nami. Eu não sei do que você está falando. – se faz de tolo na cara de pau.
– Sanji, está na cara. – Nami faz uma pausa olhando para o chão decepcionada – Você ainda gosta de Zoro. Pare de se bancar o cú doce. Eu sei que você não o esqueceu. – Nami diz o fitando séria.
– Eu, eu…tá tão na cara assim?
– Está estampado na cara dos dois. – Nami é direta.
– Não, não – Sanji sorri – Da minha até que sim, mas agora dele não senhorit- senhora Nami. – ele desfaz seu sorriso olhando para o chão triste.
– Ah, cala boca – Nami diz um pouco alto fazendo os outros ao redor olhar, por um curto tempo. Até Sanji se assustou com a intonação um pouco alta naquele momento, mas logo riu, era o normal da amiga. – Os dois sim. O idiota do Zoro só não sabe se expressar, a muito tempo atrás apostei com Ussop sobre vocês dois ficarem juntos ou não. E apostei que vocês ficariam juntos, e vocês vão. Claramente se gostam!
Sanji foi pego de surpreso por aquelas palavras, a ruiva ainda apostava por os dois? Que engraçado, isso não deixou de ser seu hobby, isso faz Sanji rir por alguns momentos, como eles era safados.
– Aposta? Sério senhora Nami? – Sanji rir – Não mudou nada mesmo…
– Querido, dinheiro é tudo. E o Ussop se perder vai ter que me pagar uma bolada. – ela sorri maligno. – Mas para isso, temos que fazer acontecer, não é mesmo?
Sanji franze o cenho, tenta rebater a tais palavras suspeitas mas Nami logo começa a se movimentar em giros, guiando Sanji até o centro da pista de dança, Sanji, por conta dos rodopios ficou meio perdido, Nami estava rápida. Logo em um passo, Vivi e Nami se dão uma piscadela, enquanto dançam devagar com os dois novamente. Agora ambas estavam perto uma da outra, era um esquema. Sanji e Zoro estavam confusos por girarem mais que pião em meio a pista.
–Nami — disse Vivi sorrindo sereno.
– Vivi, meu amor. — Nami sorriu malicioso.
Logo as duas pegam na mão uma da outra, unindo os dois que estavam em suas mãos, os dois olham aquele movimento confusos acabam tirando a mão, abaixando elas timidamente, e logo olham pras duas.
– Meninos, queremos dançar nós duas. Foi mal aí, mas tenho que dançar com meu amor também, ainda não dancei com ela está noite. – Nami diz em uma pose dramática botando sua mão em sua testa – dancem os dois, ok? Tchau tchau, beijo meninos – ela rir vitoriosa levando Vivi para o outro lado da pista.
Nami logo da o sinal para Brook que era um polegar e uma piscadela, assim ele para sua banda e começa uma música suave, ‘Only’. Tinha um ritmo lento e fofo, logo uma cantora com uma voz bela começou a cantar, devagar também. Sanji e Zoro se olharam novamente sorrindo, que coincidência, logo quando os dois estavam juntos essa música que certamente se tem que dançar coladinho aproveitando o calor de seu par na dança.
– Bom, não temos escolha, né? – Sanji estende sua mão agora de uma forma sútil. – Cabeça de alga, quer dançar comigo?
Sanji estava com a mão estendida, enquanto Zoro encarava sua mão e ele ao mesmo tempo, não acreditava no que via.
– Peraí tia da merenda, é isso mesmo? Tá me chamando pra dançar? – ele fala baixinho, parecia estar com um leve rubor em suas bochechas.
– Bom, sim? E não me chame de tia da cantina. – ele diz as últimas partes fazendo biquinho – Não vai querer? Porque se não eu-
– Ok, ok, cozinheiro tarado, eu quero sim. – ele sorri e logo pega em suas mãos. – Eu aceito. Como você diz mesmo…? – diz ele fazendo uma pausa e ficando pensativo enquanto coloca a mão desocupada no queixo – Madame’.
Sanji sorri com tal provocação, logo pega a outra mão livre do moreno as colocando sobre sua cintura curvada. Perfeitamente curvada, fazendo Zoro ficar meio bobo pela atitude. Eles logo começam em passos leves, a média que a música fica cada vez mais romântica.
Eles se encaram bastante enquanto dançam. Tinham um brilho no olhar, um brilho que claramente, continha paixão. Muita paixão reprimida por anos. Sanji achava que era o único que continha os sentimentos, mas, não era bem isso. Zoro também gostava do cozinheiro, ele nunca se interessou tanto por uma pessoa quanto se interessou por Sanji. Ele realmente gostou do loiro, o amou. Sentia saudade de o ver, sentia saudade de o sentir, por mais que quando o sentisse, era quando se puxavam um para perto do outro por conta de uma briga idiota. Sentia saudade da atenção do cozinheiro sobre si. E com Sanji não era diferente.
Sanji também sentia saudade do grande brutamontes, seu carrega-tudo, seu conforto, por mais que brigassem, não eram brigas em que se odiavam. Eram brigas em que apenas queriam a atenção um do outro em si. Sanji amava aquele ser, sábia, mas nunca teve coragem de o falar, porque em sua cabeça, ele não sentia o mesmo. Agora lá estão eles, dançando juntos naquela pista, pareciam um casal.
Sanji logo abraça o moreno, fazendo com que ficassem mais próximos um do outro sentindo os batimentos um do outro. Zoro logo abraça a cintura de Sanji, que se assusta um pouco pela ação, – achou que o moreno o empurraria – eles logo dançam juntinhos ali naquele meio, como se nada e nem ninguém existisse. Apenas eles dois.
– Tá, eu admito. Senti saudades. – Sanji sussurra no ouvido do outro, lhe fazendo da uma risada
– Eu sei que sentiu. – ele diz convencido – vem cá.
Zoro saí puxando Sanji, até um certo local da festa em que está tudo afastado de todos. Queria falar o que sentia, e seria agora. Sanji e Zoro tiveram um pouco de dificuldade para passar entre a multidão, mas logo foram para um lugar “privado” e um pouco escurinho, só havia a luz da lua ali.
– O que você quer me… – Sanji é interrompido por os lábios do outro no seu, o pegando totalmente de surpresa.
– Cozinheiro, droga, eu gosto de você. Só de você. Desde aqueles tempos que a gente brigava que nem crianças, eu só não te contei isso por: boa parte do meu ego, e porque você parecia gostar apenas de mulheres. Ou você ainda pode gostar de mulheres, eu não sei. Mas hoje eu tenho coragem pra admitir isso. Eu te amo…
Sanji estava estático, ele colocou sua mão no rosto, estava realizado. Sorriu como ninguém.
– Eu também te amo! – Sanji logo o beija novamente, mas agora mais intensificado, os dois adentraram suas bocas, mas não era um beijo com desejo sexual, claro que existia aquilo entre os dois, mas era apenas um beijo apaixonado.
[...]
Depois da dança, Vivi mandou todos as namoradas ou “namorados” de plantão se reunirem perto do que parecia um mini palco. Iria jogar o buquê. Nami enfiou Sanji no meio da mulherada, elas pareciam competitivas…coitado de Sanji.
– 3… – iniciou a contagem para jogar o buquê – 2… – fez uma pausa dramática quase matando todos de ansiedade – 1!!! – ela jogou o buquê.
O buquê voou, haviam mulheres desesperadas por ele, mas, por algum motivo, o buquê escolheu uma pessoa. Era Sanji, que havia até se afastado da confusão da mulherada que estava encegueirada no buquê. Ele olhou para o nada com cara de paisagem.
– E-eu? Mas eu nem tenho par, ou um namorado… – diz ele olhando para o nada
– Quem disse queridão? – Nami questiona já dando a resposta em seguida – Zoro é seu namorado e agora está obrigado a se casar com você, se fudeu Zorão – disse ela sorrindo.
Sanji ficou vermelho que nem um tomate.
– Senhora Nami, não – Sanji disse envergonhado, fazendo movimentos de corta próximo a garganta.
– Olha, vamos pensar o namoro, depois casamento, ok? – Zoro disse olhando Sanji, parecia sério.
– O-o que? – Sanji diz franzindo o cenho, estava com as bochechas rosadas.
– Namorar primeiro, não? Já quer pular pros atos finais loirinho? Que isso não achei que fosse tão apressado – ele encara Sanji com um olhar debochado, segurando suas três espadas que não largava por nada nessa vida.
– Ah, cala boca, se isso foi um pedido de namoro aceito. – Sanji diz olhando para o lado sério, mas logo desfez sua postura e deu um sorrisinho para o outro.
Todos ali ficaram boquiabertos, eles estavam mesmo juntos? Uou, sim estavam.
– Ussop, perdeu, cadê a grana? – a ruiva aborda o pobre narigudo.
– Ah Nami! Tem como ver isso aí não? – ele diz quase chorando, era um momento de alegria, mas de derrota para ele, até porque eles apostaram alto.
Todos riram e comemoraram mais uma vez. Só por causa do loiro e agora sua companhia, o moreno de cabelos verdes, marimo.