_ Eu trouxe umas frutas que comprei no caminho, seu pai disse que já esta andando melhor mas que não quer sair da cama.
_ Ele falou também que não quero ouvir sermão? Muito menos de você?
_ Enquanto não lutar pela sua melhora vai continuar mal Derek, você esteve a beira da morte.
_ Pena que não cruzei ela.
_ Vai começar com o papo depressivo não é?
_ Eu sou depressivo, não sabia?
_ Preciso te pergunta uma coisa.
_ O que?
_ O que você lembra da sua mãe?
_ Não muita coisa, eu era muito pequeno quando ela morreu.
_ Quem te falou que ela tinha morrido?
_ Meu pai me chamo, trouxe um presente pra mim e enquanto me dava o presente falou que ela tinha embora e não voltaria. Que pessoas ruins morrem e ela morreu. Coisa bem legal de se falar para uma criança não acha?
_ Deve ter sido horrível...
_ Não, nem senti, eu nem lembro dela e por que esse papo agora?
_ Não precisa banca o forte o tempo todo sabia
_ Por que o interesse?
_ O que faria se ela tivesse viva?
_ Nada. O que eu deveria fazer?
_ Não ficaria curioso por ela?
_ Ela não ficou por mim.
_ As coisas não são assim sabia..
_ Como elas são?
_Eu mesma tive um motivo e acabei deixando meu filho com minha família mas não quer dizer que sou ruim eu tive um motivo maior.
_ É? Pretende ficar aqui ate seu filho estar no colegial?
_ não, mas...Michael tem só cinco anos, não vou fica esse tempo todo
_ Por que não?
_ Porque eu não aguentaria de saudades dele.
_ Bem, minha mãe aguentou sem mim ate hoje, porque eu iria ate ela?
_ Derek...
_ chega! eu não quero saber dela, levei muito tempo para aprender que não devia falar dela ou perguntar sobre ela, meu pai me batia toda vez que eu perguntava dela. Ela partiu, foi covarde e preferiu se matar então deixa ela no inferno que é melhor.
_ e se ela não tiver se matado e sim viva ainda?
_ pra mim não faz diferença, só faz dela uma mentirosa.
_ Derek!
- Susan pare! Chega disso. eu não preciso mais que você venha me ver, eu já estou melhor, não quero receber sua visita todos os dias, entenda de uma vez por todas que eu não sou seu amigo, não sou nada seu, você não me deve nada, salvei você por impulso somente isso.
_ OK, se não fosse tao cabeça dura saberia o que esta acontecendo, a proposito aqui esta o bilhete que ela deixou para você, estava na sua calça naquela manha trágica, eu guardei para lhe devolver.
_ como você é gentil.
_ sem deboches e só para constar isso não e um bilhete de suicida é apenas um bilhete de ate logo.
_ o que?
_ descubra sozinho...
Susan saiu revoltada, toda vez que ia ver Derek isso acontecia, eles brigaram, no fundo ela já sabia que ele jamais a aceitaria, mesmo apos o incidente com Margareth no qual ele salvou sua vida, tudo continuava da mesma forma, ele odiava ela e ela suportava ele Fazia um més que toda aquela tragedia havia acontecido, Margareth continuava internada sem apresentar melhoras, Derek já estava em casa mais andava muito pouco e quase sempre com ajuda de muletas.
Dereck com um certo custo levantou com ajuda das muletas, ia guarda o bilhete mas a curiosidade falou mais alto, ele desdobrou o
bilhete amarelo e começou a ler:
" Derek, perdoe me partir dessa forma, mas lhe garanto que não tive escolha, o mundo é muito feio meu filho e espero que a vida só lhe traga coisas boas, no dia que estivermos juntos tudo sera perfeito , isso pode dura meses, anos eu não sei ao certo, mas
o beija flor sempre volta para sua flor e enquanto não a encontra não para de procurar, eu amo você Derek e sempre vou amar."
assinado B.K
Odiava dizer isso mas no fundo Susan tinha razão, o bilhete era um pouco vago mas ao mesmo tempo era direto, ela estava se despedindo mas não para morrer e sim durante um tempo. Queria ir atrás dela e dizer que ela estava certa mais como sempre orgulho falava primeiro. Foi ate o escritório do pai e começou a mexer no seu computador, tinha que ter algo que indicasse onde sua mãe poderia estar. No final da carta tinha as iniciais de uma joalheira chamada Carsuni, ela usou uma nota fiscal para escrever o bilhete. Puxou o celular, discou o numero de Susan e logo depois desligou antes que ela atendesse, o joelho estava doendo e como sempre problemas perturbavam sua cabeça, andou mais um pouco no escritório do pai, achou uma garrafa de wisky e a levou para o quarto, onde deitou bebendo ate pegar no sono.
Susan estava chegando no colégio, quando viu Daniel ao lado de fora a esperado, desde o tiroteio entre Derek e Margareth ele havia
ficado em Londres pro caso dela precisar e também assim conseguia seguir com a terapia.
_ nossa, cedo assim em pé?
_ sim, aqui em Londres as pessoas acordam muito cedo. Não sabia disso dorminhoca?
_ sai para jantar ontem com James, perdi a noção da hora e hoje acordei cedo...
_ continue a frase Susan, foi ver o Dereck não é?
_ sim, eu fui. Sei que não quer que eu fique indo mas eu me sinto em divida com ele e fui la de novo.
_ Eu sei que ele salvou sua vida mas não pode dedica-la a ele, não esqueça que ainda esta sendo avaliado o caso dele, o menino é muito perturbado emocionalmente, pode ter algum tipo de surto com você.
_ Daniel, eu sei lidar com ele OK?
_ sabe mesmo? Porque no momento Susan não esta parecendo.
_ Daniel, ta muito cedo poxa , vai fica brigando comigo?
Daniel abraçou Susan, ele sabia que no fundo ela não estava bem emocionalmente, estava balançada com tudo o que aconteceu e ter ele por perto significava um pouco mais de estabilidade na sua vida, mais isso não parecia agradar em nada James, que a cada dia se incomodava mais com a presença dele. James estava chegando quando viu os dois abraçados de forma carinhosa, tossiu para que percebessem que ele
estava perto, logo Daniel fechou a cara para ele.
_ Ola James.
_ Bom dia Daniel, esta bem cedo para estar aqui.
_ Sim, vim falar com o diretor keppner.
_ Ah falando nisso, quero fala com você depois a respeito dele, como vocês se conheciam e você nunca me falou? - Susan pergunta sorrindo
_ Eu sou uma pessoa cheia de surpresas Susan , é isso. - ao falar isso olha diretamente para James
_ Imagino que sim Daniel - James poe as mãos no ombro de Susan que logo percebe um clima estranho no local.
_ o que quer dizer James? - Daniel se aproxima de James de uma forma nada amigável _ nada, apenas acho que você é um cara cheio de surpresas.
_ bem, preciso me arruma para a aula, vamos James? - Susan tenta corta o clima entre os dois
_ sim, vamos meu bem, ate amanha Daniel?
_ não, ate mais tarde. Susan me convidou para jantar na nova casa dela. - Daniel fala de forma debochada, da um beijo em Susan e vai ao encontro de keppner
_ O que? Nossa minha noite vai ser fantástica. James levanta a voz de uma forma que nunca tinha feito
Daniel se despediu de Susan e entrou para falar com o diretor, James estava furioso com tudo o que estava ocorrendo que mal olhava para ela, Susan já havia percebido como os dois se atacavam mas na queria piorar o clima , se é que tinha como.
_ Não vai falar comigo?
_ sobre o que?
_ James, para com isso por favor, não somos crianças não e?
_ eu não entendo você Susan, porque precisa tanto dele perto? Por que o chamou para jantar e nem me falou?
_ James, não achei que precisava lhe dizer as coisas que faço ou penso.
_ tem razão, não precisa.
_ James, eu estou em tratamento com ele, preciso muito de Daniel aqui e hoje o chamei para jantar para fala sobre meu tratamento, sinto se estou sendo desagradável mas é importante para mim.
_ ótimo, então aproveite o jantar porque eu não pretendo participar, ah claro eu não fui convidado.
_ James, pare com isso.
_ não Susan pare você! Decida afinal o que nos somos e então saberia que atitudes ter ou não porque por enquanto nem eu sei o que sou de você.
_ James... eu...
_ não diga nada Susan, acho que ele já falou por vocês dois, ate qualquer hora.
Pensou em ir atrás de James mas ele estava certo, ela não queria perde-lo mas depois de tudo que passou com Edgar não queria amar de novo, talvez fosse melhor volta para o nível de amizade mesmo depois do beijo que trocaram. Estava indo para a aula quando esbarrou em um homem de terno, sério, de óculos escuro.
_ Por favor senhora, pode me informa onde é a sala do diretor Mark Keppner?
_ sim, claro é só seguir em frente e vira a direita, se quiser posso leva-lo la.
_ não é necessário, somente suas instruções já chega para mim.
_ tudo bem, algo mais que eu possa ajudar?
_ não, somente isso, caso eu precise volta a fala com a senhora. Com licença.
O homem misterioso foi andando ate a sala de Mark, bateu na porta e entrou, nesse momento ele estava com Daniel conversando, quando o viu, Mark ficou sem cor, assustado.
_ O que faz aqui Foreman?
_ Melhor pergunta o que vou fazer Keppner, estou aqui para fazer o que você não fez.
_ não estou entendendo.
_ Quer que eu diga na frente dos demais ou como toda boa educação manda ira pedir que o jovem rapaz se retire?
_ Esse é um amigo meu Daniel, seja la o que for pode fala na frente dele agora.
_ OK, esta demitido!
_ O que? Como demitido?
_ A coordenação verificou que seu desenvolvimento não foi nada proveitoso, logo me indicaram para ser o novo diretor do Londrine School, portanto peço que se retire, preciso ocupar o meu lugar
__ Ligarei para o conselho
_ não é necessário, eles estaram no colégio hoje ainda.
_ Eu tenho mais de quinze anos nesse colégio não pode me demitir dessa forma
_ sim ,eles não só podem como deveriam a mais tempo, você contratou uma pessoa inferior ao cargo e nível do emprego, não percebeu que uma professora mantinha um relacionamento extremamente criminoso com um menor e o mesmo quase cometeu uma chacina dentro do colégio, logo acredito que o melhor seja você se retirar por bem ou por mal caso queira.
_ não podem fazer isso com Mark, precisam lhe dar uma satisfação - Daniel levanta irritado
_ meu caro jovem, apos tudo isso que eu relatei o que Mark pode fazer é agradecer de joelhos por não ser jogado no lixo , já que sua carreira de diretor se encerra aqui. Eu irei trazer um método de ensino diferente do que você fez keppner.
_ Foreman, você não conhece esse colégio, não conhece os professores, as necessidades dos alunos.
_ Eu conheço tudo o que eu tenho que conhecer, a professora negra que você insistiu em contrata e só trouxe desgraça, os alunos rebeldes largados pelo pai aqui
como se fosse algum tipo de creche.
_ você não pode falar assim de algo que não conhece.
_ eu já perdi tempo falando demais, se quiser fale com a coordenação mas por enquanto retire-se, preciso por as minhas coisas no lugar.
Mark e Daniel saíram da sala irritados com a forma grosseira com a qual Foreman os tratou, Mark estava extremamente abatido, angustiado com tudo isso e Daniel
tentava de todas as formas o acalma-lo mas não era nada fácil ate porque ele próprio estava triste ela forma com o qual o amigo foi demitido. Por enquanto ninguém deveria saber do ocorrido, pelo menos foram essas as recomendações de Mark. Enquanto isso Susan estava no meio de sua aula, os alunos não a aceitaram completamente mas ao menos passaram a admira-la apos o ocorrido, alguns pareciam mais a vontade com sua presença outros não.
_ Bom, o trabalho basicamente é de no minimo dez folhas vocês iram trazer na segunda OK?
_ Pra quem quase levou um tiro você continua bem exigente - disse dom de forma debochada.
_ Os fato que ocorreram anteriormente ficam esquecidos OK? Na sala de aula só quero assuntos relacionados ao ensino
_ Foi nessa de ter assuntos relacionados ao ensino que Derek se deu bem com a professora.
_ Dom, eu já pedi vou pedir mais uma vez não quero toca nesse assunto
_ Por que não? Qual é senhora Scott todo mundo já comenta sobre isso, foi a maior vergonha para a professora Margareth. no final vocês dois armaram um verdadeiro
teatro, Derek vivia falando que te odiava e do nada te salva?
_ ei pensando por esse lado dom tem razão, você mentiram o tempo todo? - perguntou Josh curioso _ não vão dizer que também tinham um caso não é? tirando de vez Susan do serio.
_chega! agora vocês estão indo longe demais. eu to cansada disso. Josh para a diretoria agora e você dom pode ir pra casa esta suspenso
_ ah qual foi, pra que isso? - dom se levanta insatisfeito com a aplicação que recebeu.
_ Não se pode dar poder a pessoas como a senhora, sabe aquele velho ditado? Quem nunca comeu melado se lambuza ate o pé? é tipo isso
_ Você não ouviu o que ela disse não seu idiota? Sabemos que foi você junto do babaca do Derek que armaram aquele circo da boneca aqui na sala e só to esperando ele retorna ao colégio pra ele acerta as coisas pelo que fez com a Sam e Harrison não falta muito para sobrar pra você também Dom.
_ Jura Dylan? Virou defensor dos fracos, oprimidos e negros?
Dylan acerta um soco no rosto de Dom que cai ao chão sobre gritos dos alunos, Susan consegue separa-los com uma certa dificuldade, expulsa Dom novamente de sala e o mesmo jura se vingar dos dois, sobre incetivo dos outros alunos.
_bem que dizem, não se pode da poder a negros, são tao acostumados a ser escravos que quando ganham um certo poder se acham gente.
_ repeti isso na frente do keppner Josh já que é tao corajoso assim... vocês todos dispensados da aula.
Susan estava muito irritada, vai andando com raiva ate a sala da diretoria com Josh , encontra Daniel no caminho que ate tenta avisa-la que Mark não é mais o diretor
mas ela não lhe da tempo sai entrando na sala sem bater e acaba dando de cara com Foreman.
_ Mark, dessa vez ele passou do limite... - Susan para de falar ao ver Foreman sentado na cadeira de Mark - Oh meu deu! Me desculpe achei que Mark estivesse aqui
eu sinto muito.
_ senhora Scott? Tudo bem, eu sou o novo diretor Foreman.
_ novo diretor? mas Mark...
_ Mark não agradou em nada os novos conselheiros da diretoria, foi demitido mas receio que ele fara uma reunião explicando a todos o motivo e chorando suas magoas,
agora sente -se por favor.
_ eu volto depois eu prefiro.
_ não terá chance de fala com Mark se é isso que pretende, se tem algum problema no qual requer um diretor precisara falar comigo, por isso acho melhor nos dois irmos nos acostumando senhora Scott. o que a trás aqui?
_ Ofensas raciais novamente vindo por parte do aluno Josh fox.
_ Interessante, então não entendeu ainda que a presença da senhora Scott foi aprovado pelo conselho?
_ sim senhor eu entendo, na hora da raiva acabei falando isso.
_ senhora Scott peço que me deixe sozinho com o aluno.
_ mas.. senhor...
_ por favor senhora Scott, receio que seu papel como professora tenha acabado aqui, portanto retire-se.
_ tudo bem, obrigada diretor.
Susan saiu um pouco preocupada, não queria deixar Josh la dentro sozinho, na verdade nem queria leva-lo mas com tanto stress não estava mais aguentando suporta
humilhações, estava andando um pouco quando viu Daniel ao celular, ele falava com Mark mas assim que a viu desligou.
_ eu ia procurar você mas acabei ficando ocupado no telefone.
_ tudo bem, acho que já sei o que você queria me dizer
_ pois é, keppner não é mais o diretor. - era tao doloroso falar isso que apos dizer essa frase ele abaixou a cabeça.
_ temos que fazer algo sobre isso - Susan levantou a cabeça dele para cima com um toque delicado no rosto - Daniel, ele só tem nós dois, precisamos fazer algo
para ajuda-lo eu não sei de repente um abaixo assinado, falar com a direção?
_ sinto muito Susan, mas nada disso resolverá, Keppner só poderá volta se Foreman sair ou abandonar o posto. - Daniel sentou se do vão na escada, Susan o acompanhou
sentando também para melhor conversarem, James estava vindo do banheiro quando os viu junto, logo fechou a cara e seguiu para sua sala de aula.
_ eu me sinto em divida com ele sabe? Me deu um emprego, me ajudou, agora arrumou uma casa para eu morar em breve poderei trazer meu filho e enfim ser feliz,
isso é algo único que devo agradecer sempre a ele.
_ Mark é uma pessoa incrível, sinto muito que isso esteja ocorrendo com ele. Preciso fala sobre algo com você
_ sim pode falar?
_ eu prefiro fala hoje a noite no jantar
_ OK meu convidado de honra, meu primeiro jantar feito na minha nova casa, ah Daniel se não fosse você essa hora nem sei o que seria de mim.
_ foi tudo mérito seu e você sabe disso.
_ preciso volta a turma
_ tudo bem, as sete em ponto estou chegando na sua residencia senhora Scott
_ OK , estarei esperando em ...
Daniel segui andando para a saída do colégio, estava caminhando para o seu carro, James o seguiu, assim que Daniel abriu a porta do carro, James com toda força
fechou a porta.
_ só queria te dizer Daniel que não vou permitir que você nem ninguém estrague a minha relação com Susan.
_ Por que eu estragaria sua relação com ela? - disse Daniel
_ Por que uma relação é a dois e não há três e eu acho que não ficou claro para você isso.
_ Vamos la James, se essa é sua tentativa frustrada de me fazer afastar de Susan esta muito equivocado, eu sou médico dela nada mais que isso, estou aqui porque ela
me chamou e mesmo que não tivesse chamado, eu viria de qualquer forma.
_ Sabe Daniel, eu sou um cara muito paciente e tranquilo, passei muita coisa para fica com ela, não me importa o que você representa na vida dela, eu não vou deixar você se meter entre nos, espero que fique claro isso para você
_ Então deixa eu dizer uma coisa pra você, já que estamos falando muitas coisas um para o outro, pouco me importa o que você acha que ela representa para você, eu sou medico dela, cuido dela a muito tempo e vou continuar e acho ótimo você muda esse seu comportamento porque isso pode afastar de vez dela, se isso ocorrer nao sera por culpa minha, sera somente por culpa sua.
Ele puxo a porta do carro empurrando a mão de James para longe, entrou no carro, bateu a porta , deu partida no carro, mas antes de ir abriu o vidros, pós seu
oculos escuro e olhou firme para ele e disse:
_ só mais uma coisa, eu também sou paciente mas da próxima vez que bater no meu carro, me pressionar ou de alguma forma me ameaçar as coisas não ficaram boas para você
então pense bem com quem você mexe nem todos são pacientes como eu. adeus James.
CONTINUAAAAA............