Underground 2: Fora do ringue...

By mihh_1902

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Série Mafia Portinari ( Livro 3 ) VIOLÊNCIA/ LUTAS/ TRANSTORNO/ LEMON HARD/+18 A vida sempre foi como um rin... More

Dicionário Mafia Portinari
Prólogo
Capítulo 1: Um novo Início
Capítulo 2 Dúvidas de Caos
Capítulo 3 Romantico estilo Mariquinha
Capítulo 3.1 Incontroláveis
Capítulo 4 A morte de Caos
A morte de Caos by Lindinho
Capítulo 5 Um novo Caos
Capítulo 06 Quero meu lutador Caos.
Capítulo 7 Confidence
Capítulo 7.1 Coreia
Capítulo 8 A Honra de um Lutador do Olimpo.
Capítulo 9 A Partida de Caos
Extra A partida de Caos by Lindinho
Capítulo 10 Docas
Capítulo 10.1 Leones
Side Story - Quem domina? Sou eu!
Capítulo 10.2 Domínio Leone
Tirinha Titi&Yuyu
Caos&Boo fanart
Capítulo 11 Caos que Lute
Capítulo 11.2 Angel Leone
Capitulo 11.3 Angel dos Leone ( Caos Version)
Capitulo 12.1 : Não toquem No Angel.
Capitulo 12: Bom Marido estilo Caos.
Capitulo 13: Irreal
Capítulo 14 : A Luta
Capítulo 15: Fique comigo Caos
Capitulo 16: Casa nova, Destruição velha.
Capitulo 16.1: Lindinho Mimado.
Capitulo 17: Condenem o Caos
Capitulo 18: Casamento Destruição.
SideStory 01 Futuro
Sidestory 02 : Familia destruição

16.2: O Que o Lindinho ama, ele cuida.

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By mihh_1902

Min Ryung aka Lindinho P.O.V.

Abracei as costas de Christopher.

Ele estava na cozinha fazendo o almoço e soprou uma risada, olhando para mim por cima do ombro. Sorri, apertado para ele e beijei o seu ombro.

— Volte para a cama Lindinho, você não está cansado? – Fiz um biquinho, afirmando com a cabeça.

— Vim ficar com você – falei e ele sorriu, voltando a cortar os legumes. Deslizei as mãos pelas suas costelas e Christopher se virou. Arfei uma risada quando ele agarrou a minha cintura, me colocando no balcão. – O que você está fazendo babaca? – falei rindo e Christopher sorriu.

— Estou pegando a sobremesa. – Soltei algumas risadas escandalosas quando ele me mordeu de brincadeira, fazendo cosquinhas. Me contorci, sentindo as lágrimas nos olhos e Christopher riu, me agarrando quando tentei fugir. Arfei quando ele me jogou nos ombros, batendo na minha bunda.

— Pervertido! — falei e ele riu. – Eu venho te dar carinho e você só pensa em sexo.

— Lindinho, é extremamente carinhoso transar com você – Christopher falou, me colocando em uma cadeira e eu revirei os olhos, ainda sorrindo. Me apoiei nas costas da cadeira, olhando Christopher abrir a geladeira. Respirei fundo quando os músculos dele contraíram e relaxaram quando ele abriu a garrafa com leite de banana. Me virei contente quando Christopher se moveu, colocando uma garrafinha para mim.

Ele se sentou do meu lado e eu coloquei as pernas sobre as suas coxas. Christopher se virou, me puxou e eu me movi para frente, saindo da cadeira e indo para o seu colo. Coloquei os seus cabelos para trás e beijei a sua testa, olhei nos seus olhos e ele arfou quando apertei as bochechas dele.

— Veja só, um biquinho – falei divertido e ele arfou, tentando rir, mas eu ainda apertava as suas bochechas. – Que lutador fofinho – falei rindo quando ele reclamou e eu me inclinei, beijando o biquinho dele, o soltei e Christopher arfou.

— Porra Lindinho, isso doeu pra caralho – ele reclamou e eu fiz um biquinho.

— Quer um beijinho para sarar? – perguntei, abraçando o seu pescoço e Christopher abraçou a minha cintura.

— Quero outra coisa – ele falou sorrindo e eu ri. Segurei no rosto dele, dando um beijinho rápido e ele se inclinou para frente quando eu fui para trás e ele riu.

— Só isso?

— É – falei, levantando o nariz e ele revirou os olhos. Me inclinei, beijando a sua bochecha e Christopher riu com os olhos fechados. Sorri sobre a bochecha dele, dando vários beijinhos e mordi.

— Porra Lindinho! – Christopher arfou. – Não me morda, isso dói. Eu vou morrer – ele fez drama, me fazendo rir. Christopher sorriu e se encostou na cadeira. Eu deslizei as mãos pelos seus ombros, massageando os seus músculos.

— Como você se sente? – perguntei e ele respirou fundo.

— Me sinto duro, a sua bunda está esfregando no meu pau e eu estou ficando com tesão.

— Christopher! – falei e ele riu me abraçando. O meu peito colou no seu e eu abracei o seu pescoço.

— Por que você não cuida de mim quicando no meu pau?

— Deixe de ser pervertido. – Ele revirou os olhos.

— E o meu carinho?

— E eu não estou te dando carinho?

— A sua bunda vai dar carinho ao meu pau também? – ele perguntou sorrindo grande.

— Christopher! – Deslizei as mãos pelas suas bochechas e ele sorriu bonito. – Você não pode falar algo sem ser pornográfico?

— Você ama quando eu sou pervertido. – Sorri, me inclinando e o beijando e ele suspirou.

— Fui pego – sussurrei, o fazendo sorrir ainda maior.

(...)

    Caminhei com a lista de compras nas mãos enquanto Christopher empurrava o carrinho do meu lado. Eu odiava fazer compras de supermercado, mas, infelizmente, mandar Christopher sozinho era a mesma coisa de falar para ele me levar arrastado.

Ele gostava quando fazíamos coisas rotineiras juntos, qualquer coisa, por mais trivial que fosse. Ele gostava quando eu fazia com ele. Até mesmo só o assistir treinar. Tudo que ele queria era a minha presença. Era óbvio que ele nunca tinha me dito aquilo, mas eu notei com o tempo que ele gostava de se exibir para mim.

Parei em frente às prateleiras de produtos higiênicos e comecei a colocar o detergente no carrinho. Christopher bocejou alto e eu estava de costas para ele quando o mesmo me abraçou por trás. O queixo dele apoiou no meu ombro enquanto eu escolhia o melhor cheiro de desinfetante.

— Leva qualquer um Lindinho – ele falou quando eu cheirei um deles.

— O último que compramos fez você ter uma crise alérgica por causa do cheiro forte. Ficou fungando e espirrando o tempo todo – falei, pegando outro. – Vamos levar um com um cheiro leve dessa vez. – As mãos de Christopher apertaram a minha cintura e ele esfregou o nariz na minha nuca. – Por que você não vai buscar seu salgadinho? – falei e ele arfou, olhando para mim e arregalou os olhos.

— Sério? – Afirmei com a cabeça e ele sorriu. – Você é dos deuses Lindinho. – Ri quando Christopher falou empolgado e me deu um beijinho antes que sumir pelos corredores atrás dos seus preciosos salgadinhos. Ele saiu animado como uma criança e eu me virei para finalmente decidir o desinfetante.

— Lavanda – falei para mim mesmo e o coloquei no carinho, empurrando para a próxima seção, indo em direção aos frios.

Arregalei os olhos quando Christopher saiu do corredor de lanches. Ele tinha nas mãos vários pacotes de biscoitos, salgadinhos e refrigerante. Ri, me apoiando no carrinho.

— Eu disse um salgadinho Garotão. Seu colesterol vai para puta que pariu desse jeito. — Ele revirou os olhos.

— Qual é Lindinho? Só dessa vez. — Ele fez uma cara de cachorrinho abandonado e eu suspirei. — Sim meu lindo? — Mordi o lábio inferior quando ele me olhou com uma expressão desolada e bufei, olhando para o lado.

— Tá, coloca logo antes que eu mude de ideia. – Ele sorriu animado, colocando as porcarias no carrinho. Depois agarrou a minha cintura e eu caminhava com dificuldade, empurrando o carrinho. – Christopher, me larga! – falei em um suspiro.

— Lindinho, eu quero te agarrar – ele disse e eu suspirei, pegando um pote de nozes.

— Eu quero terminar isso logo e ir para casa – choraminguei em um suspiro, mas Christopher não me soltou. Olhei para o lado, vendo um casal fazendo compras. A menina olhou para mim e Christopher enquanto ele beijava o meu ombro e eu dei uma cotovelada nele, fazendo Christopher arfar.

— Porra Lindinho.

— Se comporte – falei, levantando a sobrancelha e empurrando o carrinho.

— Quando que eu não me comporto?

— Sempre. – falei e ele me acompanhou com um sorrisinho. Arfei quando ele bateu na minha bunda e me virei para ele, vendo seu sorriso cafajeste. – Babaca.

— Lindinho, foi a sua bunda que me pediu para eu bater nela. Eu não podia recusar. – Revirei os olhos, voltando a empurrar o carrinho, mas um sorriso pequeno contornou os meus lábios e abaixei a cabeça para que ele não visse. Ele era uma criança.

Quando chegamos em casa eu joguei as sacolas de compras no balcão e Christopher se aproximou animado, tirando um pacote de salgadinho. Ele olhou para mim, levantando as sobrancelhas algumas vezes, indo pra sala logo em seguida e eu ri quando ele se jogou no sofá. Revirei os olhos e fui atrás dele, sentei sobre os seus quadris, pegando um salgadinho. Christopher segurou na minha cintura e eu me deitei do lado dele, nos apertando no sofá. Ele colocou o braço embaixo da minha cabeça e eu joguei as pernas sobre ele, enquanto comíamos salgadinhos.

— Vou pegar outro – Christopher falou e eu o segurei, o impedindo.

— Não vai nada. – Ele bufou em derrota, olhando para mim.

— Qual é lindinho? – Neguei com a cabeça, apertando as bochechas.

— Sem exagerar. Eu deixo você comer, se você não exagerar.

— Okay Lindinho. – Ele sorriu.

Ah... ele era sempre assim...

(...)

Cruzei os braços, olhando para Christopher e ele sorriu amarelo. Eu entrei na cozinha e ele estava devorando dois pacotes de salgadinhos e um pacote de biscoitos com refrigerante. Levantei uma sobrancelha.

— Baby, eles estavam me chamando – ele falou e eu suspirei. – Não resisti.

— Babaca – falei, pegando os outros pacotes de biscoitos fechados sobre o balcão. – Não é porque eu deixei você comprar que você tem que sair comendo tudo. – Ele começou a fazer uma cara de filhotinho abandonado quando peguei os pacotes, o deixando só com um. – Não me olha assim! – falei em um suspiro, me virando e colocando de volta no armário. – Por isso eu não deixo você comprar porcaria.

— Amor, só um pouquinho – ele fez birra e eu olhei para ele sobre os ombros de cima a baixo.

— Não – falei e sorri ladino quando ele cruzou os braços, chateado.

— Lindinho – ele choramingou quando eu sai da cozinha.

— Já disse que não. Merda, você tem o metabolismo lento pra caralho, uma alimentação errada você perde o rendimento nos treinos e nas lutas.

(...)

Respirei fundo, enchendo a banheira, quando Christopher entrou no banheiro eu olhei para ele, o vendo tirar a camisa. Ele olhou para mim e eu ri, ele estava chateado de forma infantil por causa dos salgadinhos. Ele entrou na banheira comigo e eu sentei no seu colo, de frente a ele e ensaboei os seus cabelos com shampoo enquanto ele segurava na minha cintura.

— Não faça bico Garotão – falei rindo.

— São meus salgadinhos, Lindinho – ele falou em um suspiro e eu ri. Peguei o chuveirinho, lavando os seus cabelos e Christopher fechou os olhos. Sorri pequeno.

— Pronto! Já lavei os cabelos do meu filhotinho — falei e ele riu. Christopher olhou para mim e eu peguei a esponja, a passando no seu pescoço. Olhei de relance para Christopher e sorri pequeno quando ele continuou sorrindo, talvez eu deixasse o meu lutador mimado demais.

— Você poderia cuidar de mim me dando um boquete – ele disse sorrindo bonito e eu ri.

— Não.

— Poxa Lindinho.

— Se você for um garotão bonzinho – comecei e ele sorriu. – Te deixo me foder mais tarde.

— É? – ele perguntou em um suspiro e eu me inclinei, lhe dando um beijinho.

— É, mas se comporte.

(...)

Entrei no quarto de toalha, vendo Christopher na janela, fumando. Ele esfregou o rosto cansado e eu comprimi os lábios. Ele sempre fingia que estava tudo bem para que eu me sentisse seguro da situação. Caminhei até ele, abraçando a sua cintura. Ele me abraçou de lado e eu beijei a sua bochecha.

— Não fique depressivo Garotão – sussurrei e ele olhou para mim. – Eu não gosto de te ver assim. — Christopher afirmou com a cabeça e eu o abracei.

— É apenas cansaço Lindinho.

— Então vamos dormir – sussurrei.

— Você disse que eu podia te foder e eu me comportei, direitinho. – Ri, olhando para ele.

Ele podia falar coisas pornográficas, mas se comportava como uma criança.

Segurei na lateral do seu rosto e ele se inclinou na minha direção, me beijando. Arfei com os seus lábios sobre os meus. As minhas pernas tremeram quando ele chupou a minha língua e eu suspirei, apertando os braços ao redor do seu pescoço. Os meus pés se levantaram e as minhas costas tocaram na parede. Christopher deslizou as mãos pela minha cintura e eu gemi quando ele apertou a minha bunda com força. Mas afastei os lábios dos seus.

— Só amanhã – falei e ele arfou. – Sexo, só amanhã.

Acabou que eu me sentei na cama, com as costas na cabeceira e Christopher se deitou entre as minhas pernas, se encostando no meu peito. Ele estava cansado, mas não conseguia dormir por estar tenso. Deslizei as mãos pelos seus cabelos e ele respirou fundo e a sua cabeça encostou no meu ombro. Vi quando ele fechou os olhos e continuei a acariciar os seus cabelos. Uma das suas mãos segurou na minha coxa, a massageando e eu deslizei as mãos pelos seus ombros, os massageando também, descendo para os seus braços. Christopher emitiu um suspiro em agrado e cansaço. Apoiei o meu queixo no topo da sua cabeça e ele parou de massagear a minha coxa. Sorria para mim mesmo quando ele suspirava em agrado. Beijei o topo da sua cabeça, deslizando o polegar pelo seu pescoço, indo para a lateral do seu rosto, posicionando os meus polegares a altura da sua sobrancelha e fazendo movimentos circulares para o ajudar a relaxar e Christopher arfou, praticamente derretendo com aquilo.

— Deite de bruços – sussurrei e Christopher se virou, subi nas suas costas e segurei nos seus quadris, os massageando e subindo em movimentos circulares, deslizando os polegares por suas omoplatas. Ouvi quando ele suspirou mais uma vez em agrado. Olhei para suas costas, vendo suas tribais desenhadas por toda ela, em direção ao seu cóccix. Pressionei as suas costas para baixo, ouvindo elas estalarem e subi com as mãos, em direção aos seus ombros, os massageando, fazendo movimentos circulares e tirando os nós que estavam nos seus músculos. Apesar de ter feito uma massagem nele ontem, Christopher já havia voltado a ficar tenso.

Levantei os olhos quando Christopher respirou fundo e sorri pequeno quando ele dormiu. Sai de cima das suas costas e coloquei sua franja para trás, vendo seus lábios entreabertos. Beijei sobre sua sobrancelha e me deitei, nos cobrindo.

(...)

Eu acordei durante a noite com uma movimentação inquieta na cama. Suspirei, olhando para Christopher, depois do dia em que ele usou aquela droga, os pesadelos voltaram.

— Lindinho. Espere, Ryu – ele balbuciou no sonho e eu me sentei na cama. – Ryung !

— Christopher. – O balancei e arfei quando ele se debateu, me acertando no braço. Eu fui para trás, sentindo a dor e suspirei, tentando o tocar novamente. – Christopher – o chamei outra vez e arfei assustado quando ele gritou. – Christopher! – falei, o balançando.

Ele abriu os olhos, sentando assustado. A respiração estava acelerada e ele colocou os cabelos para trás. Abracei as suas costas, encostando a minha testa no seu ombro.

— Eu estou aqui – falei em um suspiro.

Christopher fechou os olhos, engolindo em seco e eu olhei para ele, me ajoelhando na cama. Segurei no seu rosto, o virando na minha direção e beijei seus lábios. Os olhos dele transbordavam aflição e angústia. Comprimir os lábios, sentindo o meu coração pesar.

— Eu te machuquei, Lindinho? – ele sussurrou dolorido.

— Não. – Ele balançou a cabeça em um aceno e eu suspirei. — Foi só um sonho ruim. Eu estou aqui com você e isso não vai mudar.

Christopher afirmou com a cabeça e eu encostei a minha testa na sua.

— Volte a dormir Lindinho, está tarde – ele falou e se virou, beijando a minha testa. — Eu vou tomar um ar.

Christopher se levantou, saindo do quarto e eu suspirei, me encolhendo e abraçando os joelhos. Respirei fundo, me levantando e indo atrás dele. O achei na varanda, apoiando nas grades, fumando. Entrei e ele olhou para mim quando me aproximei, tirando o cigarro da sua boca e o apagando.

— Está muito tarde para fumar – falei em um suspiro, o abraçando. Beijei o seu ombro nu e os seus braços me apertaram.

— Me desculpe Lindinho – Ele sussurrou e eu acariciei a sua nuca.

— Está tudo bem Chris. – Segurei no seu rosto, acariciando as suas bochechas. — Ei Garotão, não fique assim. Eu estou aqui com você. Eu sempre vou cuidar onde está machucado. – Ele afirmou com a cabeça e eu o abracei. Seus braços me prenderam com força e eu acariciei a sua nuca, beijando o seu ombro. – Está tudo bem.

— Meu coração está doendo Lindinho – ele sussurrou e eu respirei fundo, fechando os olhos. – Está doendo pra caralho.

— Eu sei, vou cuidar dele. – Ele suspirou e eu senti os meus olhos aderem. – Eu vou cuidar para parar de doer.

Beijei a lateral da sua cabeça quando Christopher respirou fundo de forma dolorida. Fiquei afagando os seus cabelos e Christopher apertou os braços ao meu redor.

— Sinto que vou morrer – ele murmurou.

— Não, meu amor – sussurrei, fechando os olhos. – Você tem que viver para sempre, comigo. – Christopher arfou, afirmando com a cabeça várias vezes.

— Eu vou – ele suspirou, falando em um murmúrio. – não vou te deixar nunca.

— Sim – sussurrei, sentido seus braços me apertarem mais. Estava doendo de certa forma por ele estar quase me esmagando, mas era raro ver Christopher fragilizado desse jeito. Se eu reclamasse ele voltaria a fingir que estava tudo bem.

— Essa porra do coração doer é um merda. – ele disse e eu sorri pequeno.

— Está doendo porque você está fazendo tudo sozinho, mas não se preocupe Chris, vamos dividir essa dor de merda. — falei em um sussurro.

— Eu não quero que você fique triste.

— Não se preocupe – falei e acariciei a nuca de Christopher. – Eu não fico quando estou com você.

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