𝗜𝗚𝗨𝗔𝗥𝗜𝗔•• 𝗚𝗮𝗯𝗶𝗴𝗼...

By ma__fics

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Karoline Lima tem algumas marcas registradas: Disputas, pé feio, coisas anêmicas, relacionamentos que não der... More

START
PRÓLOGO
UM
DOIS
TRÊS
QUATRO
CINCO
SEIS
SETE
OITO
NOVE
DEZ
ONZE
DOZE
TREZE
QUATORZE
QUINZE
DEZESSEIS
DEZESSETE
DEZOITO
DEZENOVE
VINTE E UM
VINTE E DOIS
VINTE E TRÊS
VINTE E QUATRO
VINTE E CINCO
VINTE E SEIS
VINTE E SETE
VINTE E OITO
VINTE E NOVE
TRINTA
TRINTA E UM
TRINTA E DOIS
TRINTA E TRÊS
TRINTA E QUATRO
TRINTA E CINCO
TRINTA E SEIS
TRINTA E SETE
TRINTA E OITO
TRINTA E NOVE
QUARENTA
QUARENTA E UM
QUARENTA E DOIS
QUARENTA E TRÊS
QUARENTA E QUATRO
QUARENTA E CINCO
QUARENTA E SEIS
QUARENTA E SETE
QUARENTA E OITO
QUARENTA E NOVE
CINQUENTA•
CINQUENTA E UM
CINQUENTA E DOIS
CINQUENTA E TRÊS
CINQUENTA E QUATRO
CINQUENTA E CINCO
BÔNUS
BÔNUS
CINQUENTA E SEIS
CINQUENTA E SETE
CINQUENTA E OITO
CINQUENTA E NOVE
SESSENTA
SESSENTA E UM
SESSENTA E DOIS
SESSENTA E TRÊS
SESSENTA E QUATRO
SESSENTA E CINCO
SESSENTA E SEIS
SESSENTA E SETE
SESSENTA E OITO
SESSENTA E NOVE
SETENTA
SETENTA E UM
SETENTA E DOIS
SETENTA E TRÊS
SETENTA E QUATRO
SETENTA E CINCO
SETENTA E SEIS
SETENTA E SETE
SETENTA E OITO
SETENTA E NOVE
OITENTA
OINTENTA E UM
OITENTA E DOIS
OITENTA E TRÊS
ESPECIAL PODPAH
OITENTA E QUATRO
OITENTA E CINCO
OITENTA E SEIS
FINAL
EPÍLOGO

VINTE

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By ma__fics

GABI

Acordo quando sinto a mão pequenininha da Ceci batendo no meu rosto.

Legal... acabei de receber um tapa na cara.

Abro meus olhos e pelo visto ainda não amanheceu.

Não faço a mínima ideia de que horas são agora, mas tenho certeza que não estamos dormindo a muito tempo.

Olho pro lado e percebo ela meio inquieta, a Karol dorme do outro lado da Ceci.

E diferente e nova essa sensação de estar dormindo assim, com uma criança na cama.

Ouço ela resmungando alguma coisa e por puro insisto levo a mão até seu rosto, sentindo que está um pouco quente.

Puta merda!

Me sento rapidamente na cama, acendo o abajur do meu lado e percebo que ela está com os olhos abertos, mas toda quietinha.

Pego ela no colo, seu corpinho parece estar frágil.

Resolvo acordar a Karol porque tô entrando em desespero.

Ela tá com febre.

— Vai ficar tudo bem, princesa— dou um beijinho em sua testa e levanto da cama, dando a volta e colocando a mão sobre o braço da Karol, dando uma leve balançada.

Ela acorda na hora, meio assustada.

— O que foi? O que ela tem?— pergunta rapidamente ao ver que estou com a Cecília no colo.

— Eu acordei e percebi que ela tá quente, tá com febre.

— Ai meu Deus!— sai da cama e fica em pé do meu lado, pegando a filha do meu colo.

— Vamos pro hospital?

— Acende a luz.

Corro até o interruptor, acendendo a luz.

Esqueci até que a Alexa existe.

A Karol deita a Ceci na cama e começa a tirar a roupinha que ela usa, deixando apenas de fralda.

— Você vai fazer o que?

— Ela tá com febre baixa, provavelmente por conta de algum resfriado, esse clima mudando a cada momento faz com que isso aconteça, vou dar um banho morno nela e se não ajudar a febre abaixar, vamos pro hospital.

Como ela consegue ficar calma? Eu já tinha caído durinho no chão.

— Eu tô calma porque já passei algumas vezes por isso, a pediatra que cuida da Ceci disse que essa é a primeira coisa que tem que se fazer quando perceber que ela tá febril, depois dar o remédio e esperar um pouco, se não melhorar aí sim precisamos procurar um médico.

— Entendi, vou tentar ficar calmo porque juro que tô quase tendo um treco.

Ela pega o celular que tava em cima da mesinha de cabeceira e mexe em algumas coisas até que eu vejo a imagem da Priscila na tela.

— A Ceci tá com febre baixa— avisa.

— Que? Assim do nada?

— Provavelmente é começo de resfriado, tá com o nariz escorrendo um pouco.

— Vai dar banho nela?

— Sim, agora, liguei pra você orientar o Gabriel como fazer a mamadeira da Ceci enquanto eu dou um banho nela.

— Tá bom, fica calma.

— Eu tô tentando, vou passar o celular pra ele— diz e me entrega o celular— desce lá e faz a mamadeira dela enquanto eu dou o banho, tá?

— Tá bom.

Olho pra Priscila que tá com a cara toda amassada, certamente tava dormindo.

— Qualquer coisa me chama— digo pra Karol.

— Tá bom, obrigada.

— Vamo lá, Gabriel, cê consegue.

— O que tá acontecendo?— ouço a voz do Fabinho e juro que meu lado fofoqueiro fica em alerta.

São três da madrugada, isso significa que eles tão dormindo juntos.

Saio do quarto e parece que a Priscila silencia a chamada porque não consigo ouvir mais nada.

Que merda, hein.

Quando chego na cozinha, pego a mamadeira e a embalagem com o leite que a Karol deixou em cima da bancada e apoio o celular pra poder ficar com as mãos livres.

— Fala aí, Priscila, faço o que?

— Calma aí.

— Oh Fabinho, acorda seu corno— falo um pouco mais alto pra ele escutar bem.

— Ele não tá aqui.

— Mente que nem sente, falsa, ouvi a voz dele.

— Não aconteceu nada.

— Tá, explica aí como faz porque eu juro que tô perdido.

Aí ela começa e me explicar passo a passo e eu juro que seria muito mais fácil fazer um leite de caixinha com Nescau.

— Agora pinga um pouco no seu pulso e vê se tá na temperatura certa.

— Como eu sei se é a temperatura certa?

— Puta merda, eu me estressei mais te ensinando a fazer uma simples mamadeira do que tudo nessa vida.

— É a primeira vez que eu faço, da um desconto aí.

— Só faz o que eu disse.

Aproximo o bico da mamadeira no meu pulso e balanço um pouco até cair umas gotinhas.

— Não queimou, tá morno— falo.

— Ótimo, é isso, agora experimenta.

— faz parte do processo?

— Sim.

Faço uma careta e pela Ceci, passo a língua no leite que eu tinha derramado ali e faço uma careta.

Que coisa horrível.

— Não deu certo, tá ruim demais.

— É assim mesmo, e olha que tá misturado, tá? Antes era pior ainda.

— Como ela toma isso?

— Sei lá, mas leite de peito é pior ainda.

Como eu tomava isso quando era criança? Credo.

— Então tá pronto mesmo?— pergunto, tô com o pé meio atrás.

— Sim, leva lá porque pelo tempo que a gente gastou aqui, ela já deve ter dado banho na menina.

— Vou desligar aqui, tá?

— Tá bom, vou ficar acordada, me atualizem.

— Ok, valeu.

Desligo a chamada e volto apressado pro meu quarto, encontrando a Karol enrolada na toalha enquanto veste uma fralda na Ceci que tá segurando o Gabigolzinho.

Percebo que ela tá melhor.

— E aí? Pergunto e ela me olha rapidamente.

— Melhorou.

Respiro aliviado.

— Dei um remedinho pra ela, já já melhora completamente.

— Graças a Deus, fiquei muito assustado quando vi que ela tava quente.

— Obrigada por ter percebido, eu tava dormindo e não iria perceber...

— Relaxa, já passou— me sento na beirada da cama e passo meu dedo indicador pelo nariz da Ceci que me olha— e aí, princesa, que susto você deu na gente, hein?

— E aí.

Nós dois sorrimos e a Karol veste uma roupinha nela antes de pegá-la no colo.

— Aqui, deu mó trabalho, mas consegui— entrego a mamadeira pra ela que se senta na cama e entrega pra Ceci que começa a tomar enquanto levanta uma das pernas e segura o pé.

Uma ginasta, eu diria.

— Você tomou banho também?— pergunto.

— Tive que entrar no chuveiro com ela— passa a mão no rosto— tô com muito sono.

— Eu também tô cansadão.

— Desculpa por esse caos todo.

— Ei? Não precisa se desculpar por isso, ok?

Ela apenas confirma com a cabeça e eu chego mais perto, segurando o pé da Ceci e dando um beijinho que faz ela afasta a mamadeira e dar uma risadinha.

— Isso mesmo, cecibordinado, beije o pé da rainha.

— Parece uma bisnaguinha, né?

— O pé dela é muito lindo.

— Puxou pro seu, então não é bonito.

— Caladinho.

Dou risada e jogo um beijinho pra Ceci.

A Carol deixa um beijo na testa dela e eu dou um sorriso ao ver todo o carinho e preocupação que ela tem pela filha.

— Já tá passando, pituca, toma esse mamá todo e dorme, tá bom? Amanhã você já tá bem de novo.

— Na primeira vez que ela ficou com febre como você ficou?— Pergunto.

— Desesperada, chorei muito e não sabia o que fazer, mas é incrível que com o passar do tempo a gente se acostuma com tudo isso, sabe? Hoje em dia quando isso acontece eu hajo mais na razão e deixo a emoção um pouco de lado.

— Você é uma mãe foda.

— Eu tento ser.

— Você consegue ser.

— Obrigada— sorri e encosta a cabeça no meu ombro.

No automático levo minha mão até sua cabeça e começo a fazer um carinho ali.

Percebo que a Ceci fecha os olhinhos e deixa a mamadeira de lado.

— Dormiu?

— Ela dorme rápido assim mesmo— ri— vou levantar com ela, pega a mamadeira por favor.

Tiro a mamadeira da mão dela e observo a Karol se levantando, deixando a Ceci em pé em seu colo e com a cabeça deitada em seu ombro.

Eu tô tão além que só agora que minha ficha que ela tá só de toalha começou a cair.

Lerdo demais!

Me levanto e deixo a mamadeira em cima da mesinha de cabeceira, arrumando a cama e deixando no jeito pra ela poder deitar a Cecília.

Quando a garotinha volta a ficar deitada, a Karol coloca o Gabigolzinho novamente perto dela e eu sorrio com isso.

— Vem cá, loira— abro os braços e chamo ela que me olha, mas não me ignora e vem até mim, aceitando o meu abraço.— Você é foda— beijo sua cabeça.

— Obrigada pela ajuda.

— Já disse que não precisa agradecer, agora veste roupa e deita, você precisa descansar também.

— Tudo bem— sorri fraco e se afasta.

Observo ela indo pro banheiro e pego meu celular, mandando mensagem pro Fabinho e dizendo que está tudo bem e que é pra ele avisar pra Priscila.

A resposta vem rapidamente e é só um emoji fazendo sinal de positivo.

Muito velho.

Apago a luz novamente, dessa vez pelo celular e me deito novamente na cama, tomando cuidado pra não acordar a Ceci.

Depois de um tempinho a Karol sai do banheiro e vai até o outro lado da cama, percebo que ela mexe rapidamente no celular antes de se deitar novamente.

— Gabriel?— chama baixinho.

— Oi, loira.

— Tem espaço aqui do meu lado, deita aqui?

Ela parece fazer essa pergunta com um certo receio, sou pego totalmente de surpresa, mas não evito um sorriso.

— Deito— me levanto e dou a volta na cama, deitando no espaço do lado dela.

— Obrigada por hoje, você foi incrível— cochicha.

— Não precisa agradecer.

— Preciso sim porque isso que você fez foi muito legal.

— Tudo bem, descansa, tá?

— Você também.

Gosto disso aqui. Por mais que também goste de provocações, o fato de nós dois estarmos com a guarda baixa me faz perceber que isso também é bom.

Não tem "máscara" nenhuma, esse é o Gabriel de verdade e acredito que a Karoline de verdade também.

— Boa noite— me dá um selinho antes de ficar de costas pra mim.

— Boa noite, loira— beijo seu ombro antes de abraça-la por trás.

Que dia movimentado!

Esses três...

Demorei pra postar pq minha internet deu uma caída, voltou só agr (ela é horrível)

Vocês tão me pedindo capítulo de mídia, o que gostariam de ver nele? Me contem aqui

Não esqueçam de interagir, eu volto amanhã com mais um capítulo pra vocês, acho que vão amar, hein?👀🥵

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