Snape

By E-ameba356

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Severo Snape é o professor mais temido de Hogwarts, mas quando uma aula intercambista vinda da escola Castelo... More

capítulo 1
capítulo 2
capítulo 3
capítulo 4
capítulo 5
capítulo 6
sei lá
capítulo 7
capítulo 8
capítulo 9
capítulo 10
capítulo 11
Capítulo 12
capítulo 13 (PARTE 1)
Capítulo 13 ( PARTE 2)
capítulo 14
Capítulo 15
capítulo 16
capítulo 17
capítulo 18
Capítulo 19
capítulo 20
Capítulo 21
Capítulo 22
capítulo 23
Capítulo 24
capítulo 25
Feliz Páscoa!!!
capítulo 26
Capítulo 27
capítulo 28
aviso para o próximo capítulo!!!
capítulo 29 (pt.1)
capítulo 29 (pt.2)
Leiam isso pelo amor dos Deuses
capítulo 30
capítulo 31
capítulo 32
capítulo 33
capítulo 34
capítulo 35
capítulo 36
capítulo 37
capítulo 38
capítulo 39
capítulo 40
capítulo 41
capítulo 42
capítulo 43
capítulo 44
capítulo 45
capítulo 46
capítulo 47
capítulo 49
capítulo 50
capítulo 51
capítulo 52
capítulo 53
capítulo 54
capítulo 55
capítulo 56
Capítulo 57
capítulo 58
capítulo 59
Capítulo 60
Capítulo 61
capítulo 62
capítulo 63
capítulo 64
capítulo 65
capítulo 66
capítulo 67
capítulo 68
Capítulo 69
capítulo 70
Capítulo 71
Capítulo 72
capítulo 73
capítulo 74
capítulo 75
Capítulo 76
capítulo 77
capítulo 78
capítulo 79
capítulo 80
capítulo 81
Capítulo 82
capítulo 83
Capítulo 84
capítulo 85
Capítulo 86
capítulo 87
capítulo 88
capítulo 89
capítulo 90
capítulo 91
Capítulo 92
capítulo 93
Capítulo 94
capítulo 95
Capítulo 96
capítulo 97
aviso ⚠️
Capítulo 98
Capítulo 99
capítulo 100
Capítulo 101
Capítulo 102

capítulo 48

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By E-ameba356

Laura

- mãe você não acha que eles estão demorando de mais?- eu estava a abanando porque ela ainda se sentia mau pela cena que ela tinha visto, ela estava sentada na mesa da cozinha fazendo drama

- Laura minha querida... Eu estou morrendo, por favor não me faça lembrar daquela cena... horripilante- minha mãe falou isso de uma forma rude e dramática com uma das mãos na testa - eu acho que nunca mais como carne de novo

- e como você acha que meu pai trás a carne pra cá? É um lugar de caça, não tem mercados por perto e vocês não podem sair em público - disse de forma óbvia porém brincalhona, minha mãe sempre foi meio ""sensível"" quando o assunto era esse

-sei lá... Eu pensei que vinha em saquinhos igual ao super mercado, que mandavam pra gente - eu me segurei pra não rir enquanto minha mãe falava isso - não rir de mim Laura - ela me bateu me fazendo rir ainda mais

- sinceramente Elisabeth? Você ainda se diz inteligente?- brinquei em uma distância segura enquanto ela me olhava séria - ok... Não tá mais aqui quem falou - segurei o riso

- vamos tocar de assunto? por favor?- minha mãe falou se servindo de vinho - quer? - ela estendeu uma taça pra mim e eu aceitei sem pensar duas vezes - as mulheres dessa família?

-as mulheres dessa família - estendi minha mão brindando com ela junto com um sorriso tímido me sentando a sua frente

-mas então, como anda os seus estudos? Dumbledor e Severo me falaram que o flameu se interessou no seu trabalho - ela me olhou enquanto tomava o vinho curiosa - sinceramente eu até agora não consigo entender como aquele velho ainda tá vivo - seu tom era soberbo - quando a pedra filosofal foi destruída eu jurei que ele iria sei lá... Se desintegrar ... Virar pó

-flameu me chamou pra ser uma aprendiz - disse sorrindo enquanto minha mãe me analisava

-como você vai coordenar tudo? -seu Tom era sério - Hogwarts, seus estudos, a enfermagem o seu relacionamento - ela me olhou séria - você tem que fazer seus Noms em magia e ...

-que?! - eu quase cuspi o vinho - por que? Eu não fiz isso no Brasil? - a indignação era visível na minha voz

-sim... Quero dizer - ela coçou a garganta - por conta da sua "conduta" nos últimos anos e principalmente seus ataques diretos a auros, o ministério da magia inglês achou que seria mais seguro você passar de novo pelos exames - ela disse com certo desdém - eu e seu pai não concordamos mas... Não temos o que fazer

-isso é um absurdo! não se pode nem tirar umas informaçãos de maneira não convencionais que o ministério já se incomoda?-minha mãe me interrompeu

-para de falar igual seu pai Laura - era revirou os olhos - eu também não gostei disso, mas você também não se ajudou ... você fez poções experimentais e deu para os auros, fez um dos que estavam lá se matar depois de ler runas pra ela, roubou documentos do ministério - minha mãe começou a falar e eu a interrompi

-ta bom... Eu já entendi - eu levantei minhas mãos em rendição - eu fiz bastante merda, mas isso justifica? Lógico que não! E o que ministério fez Comigo? Nem deveriam pensar em me punir

- o sistema é assim filha... Ou você dança conforme a música ou você se fode e você? escolheu ir contra ele, contra as regras que o próprio ministro fez - o tom da minha mãe era sério - eu não tô defendendo ele e sinceramente se eu visse ele na minha frente certamente materia ele pelo o que ele te fez, mas nessa parte eu não posso te ajudar - seu tom era rígido

- e o que eu faço?- disse cansada me dando por vencida

- seja a minha filha - a voz de Elisabeth era cheia de convicção - mostre como você é superior a todos, você passou em um Noms e vai passar em outro com a mesma facilidade... Simples assim

- você fala como se fosse fácil - encostei minha cabeça na mesa bufando e olhando a taça cansada

- e não é? E só você se esforçar e...- eu a interrompi

- eu vou ficar 1 ano fora - apos dizer isso minha mãe ficou calada e quando ela ia abrir a boca eu completei - e não ele ainda não sabe... Pelo menos eu acho que ele não sabe - esse assunto me deixava desconfortável

-você precisa falar, é simples - respondeu minha mãe objetiva

- não é tão simples assim - disse e logo o barulho da porta abrindo chamou a nossa atenção - olha só quem chegou, finalmente - tentei esconder o meu desconforto enquanto ia ao encontro de Severo e meu pai - eu jurei que meu pai teria te matado - eu olhava pra blusa branca dele que estava cheia de sangue

- ele só tá vivo por que você pediu - brincou meu pai enquanto me abraçava pelos ombros - conseguimos conversar bastante, não é mesmo Severo? - eu olhei para Severo que tinha uma expressão suave no rosto

- com certeza Edgar - respondeu Severo, entre eles tinha um clima de cumplicidade que era bem ... Inusitada - eu vou tomar um banho

- e eu vou começar o churrasco - disse meu pai animado - Laura pega os CDs do papai - ele riu

- nada disse Edgar - disse minha mãe vindo em nossa direção com uma cara de nojo - vocês dois tão fedendo a sangue e carniça - ela tapou o nariz- você vai tomar um banho e aí sim você faz o churrasco - ela tinha um tom autoritário

- sério Elisabeth?- meu pai revirou os olhos irritado

- agora!- minha mãe ordenou apontando para cima enquanto meu pai a encarava

- eu só vou fazer isso por que eu quero... Não é por que você tá me mandando - disse meu pai de forma orgulhosa enquanto subia a escada enquanto eu e Severo ríamos - rir mesmo severo, daqui a pouco vai tá igualzinho a mim... Da moral pra essas mulheres não, elas sobem em cima de você, te fazem juras de amor te usam e depois mandam em você - sua voz era dramática ele realmente só estava fazendo isso para ser uma piada - se prepara viu? - ele apontou pra Severo - ela vai fazer igualzinho o que a mãe dela fez comigo... Eu era um homem livre! Feliz! - ele fingiu uma voz de choro enquanto fazia uma expressão de sofrimento

- cala a porra Edgar - minha mãe jogou uma almofada nele - enche o saco de quem tem, seja lá o que me fez não me deu saco, você tem 2 então é sua intenção me aturar

- viu? Filma isso! Pega a tekpix Laura!! Isso é violência doméstica - gritou meu pai rindo enquanto eu e Severo gargalhavamos

- Edgar! Banho! - minha mãe falou em um tom divertido, mas autoritário

- só se você for princesa - ele disse com um sorriso torto fazendo uma de galã de novela Mexicana, enquanto minha mãe parecia se segurar para não matar ele

- eu não aguento isso, eu vou subir - disse rindo e Severo veio logo atrás de mim - eu vou pegar os CDs - Era divertido tá de volta em casa com esse clima de caos típico brasileiro, eu sentia saudades disso os europeus são bem diferentes

-finalmente a sós - eu entrei dentro do quarto junto com Severo - como foi com o meu pai? Ele te ameaçou? Falou algo ruim ou...

- foi todo bem- ele disse tirando a blusa enquanto eu olhava sem desfarçar o quanto eu gostava daquela cena - se controlar senhorita Borage - disse ele com uma voz grave e um meio sorriso no rosto me dando uma sensação nostálgica

- você falando assim não facilita - sorri totalmente presa na visão dele tirando a roupa enquanto ele ria divertido

- eu vou tomar um banho - ele se espreguiçou - você quer ir junto? - ele sorriu enquanto eu abri um sorriso animado - mas é só um banho mesmo - meu sorriso foi embora e eu revirei os olhos

- tóxico - disse me jogando na poltrona emburrado a cara enquanto ele tinha uma expressão brincalhona no rosto

- vamos pequena - ele riu se divertindo com a minha birra - eu prometo que quando chegarmos em Hogwarts eu compenso - ele sussurou ao pé do meu ouvido me arrepiando, eu mordi levemente meu lábio enquanto eu o olhava com desejoele - é tão fácil fazer você mudar de humor - ele tinha um sorriso soberbo no rosto enquanto ia até o banheiro

- não é... Não é tão fácil - disse sentindo minhas bochechas queimarem enquanto ele ria engraçado

- tão fácil como fazer uma essência de Murtisco – ele riu divertido enquanto eu revirava os olhos irritada

- vamos tomar a porra do banho Severo Tobias Snape - eu o lancei un olhar sério enquanto ele parecia se divertir com aquilo

O banho foi tranquilo nós realmente só tomamos banho e trocamos de roupa, nós iríamos embora hoje de noite então arrumamos nossas malas e Severo as colocou no carro

- eu acho que foi tudo- conferir olhando o porta malas - eu odeio ter que viajar de carro... Pó de flur e tão mais rápido - disse vendo ele fechar a mala - mas eu entendo que é pra nossa segurança

- que bom que sabe - falou Severo acariciando meu rosto

- se divertiu? - eu parei na sua frente - eu sei que meus pais não são lá tão... Normais, mas eu tô feliz por vocês terem se dado bem... Do jeito de vocês

- já lidei com coisas piores que seus pais pequena - ele sorriu me puxando para perto dele - eu tenho que te falar uma coisa...

- eu também tenho... - disse nervosa aproveitando a oportunidade - eu aceitei a oferta de flameu... Ele me chamou pra aprender com ele Severo - eu sorri animada enquanto Severo me analisava com uma expressão neutra - mas... -eu não queria contar essa parte

-mas?- ele me olhou levantando uma sombrancelha com seu tom sério

-eu ... Eu vou ficar um ano fora...- minha voz foi abaixando gradualmente conforme a frase ia cehgando ao fim, estávamos em silêncio eu olhava para Severo e ele permanecia com a mesma expressão - desculpa eu...

- não se desculpe por agarrar ums oportunidade - ele me cortou com um sorriso orgulhoso - eu tô muito orgulhoso de você Laura, muito menos e tudo que eu puder fazer pra te ajudar eu vou fazer

- mas vamos ficar 1 ano longe e...- ele me cortou novamente

- por merlim Laura - ele revirou os olhos cansado - você acha que um ano longe é o suficiente pra eu parar de amar você? - ele falou sério enquanto eu paralisei por um momento, era a primeira vez que eu escutava ele falando isso

-você...?- eu tinha um sorriso bobo no rosto enquanto Severo revirava os olhos divertido

- e você ainda tinha dúvidas disso? - seu tom era sarcástico porém brincalhão - eu amo você Laura... E justamente por isso eu apoio você ir é o seu futuro, e eu vou fazer o que tiver ao meu alcance pra te ajudar a chegar ao seu máximo

- você é incrível - eu o olhei ainda sem acreditar no que tinha escutado

- e além do mais eu tenho uma casa em Devon - ele deu os ombros - tenho certeza que flameu não se importaria se eu fosse te fazer algumas visitas no final de semana - eu o abracei forte feliz por ele ter entendido meu lado

- você é incrível...- disse com um olhar apaixonado olhando para Severo - eu amo você...- eu disse sentindo ele me puxar para mais perto dele com um sorriso no rosto - é bom finamente falar isso - admiti

- e é maravilhoso de se ouvir - ele respondeu a centímetros da minha boca com sua voz profunda, mas quando ele estava prestes a me beijar ouvi um grito

- Laura, Severo!- meu pai gritou -bora almoçar, churrasquinho de cervo - eu revirei os olhos vendo ele estragar o clima enquanto Severo ria me guiando até a casa

- não fica assim Laura... Aproveita o resto do tempo que tem com os seus pais, daqui a pouco temos que voltar - eu escutei as palavras de Severo e um peso veio sobre mim

-você tá certo - eu sorri subindo e escutando a música que vinha dos CDs do meu pai - se prepara eu rir

(Pov Severo Snape)

Já tinha se passado algumas horas e edgar e Laura não paravam de beber o Edgar tinha feito algumas caipirinhas, mas eu não bebi pois tinha que dirigir até Hogwarts mais tarde

- eles são sempre assim?- eu o olhei para Elisabeth que estava rindo vendo o marido e a filha juntos

- sempre... - ela falou com um sorriso gentil - espera até - ela parou de falar e começou a rir - merda ele achou o CD que eu escondi

- Severo eu vou te mostrar o melhor da música brasileira - falou Edgar enquanto uma música começou a tocar - Laura meu pudinzinho me dê a honra dessa dança - ele olhou para Laura que logo aceitou

-que tipo de música e essa?- olhei para Elisabeth que parecia irritada - eu odeio forror ... Mas Edgar gosta e a Laura também - ela revirou os olhos enquanto observamos os dois dançando animados

- essa é pro meu amor -edgar olhou para Elisabeth enquanto dançava com Laura e começou a cantar a plenos pulmões - VEJA SÓ ... VOCE É A ÚNICA QUE NÃO ME DA VALOR!! ENTÃO POR QUE SERA QUE ESSE VALOR QUE EU AINDA QUERO TER

- Merlin ... - Elisabeth o olhava com uma expressão de desgosto que beirava ao cômico - ignora ele Severo

- impossível - sorri cruzando meus braços vendo os dois dançando

- espera ... Vem meu amorzinho- disse Edgar olhando para a Elisabeth, ele falou algo pra Laura que se afastou do mesmo rindo enquanto ele puxava Elisabeth - vai negar um forrozinho com seu marido?- ele perguntou sorri maliciosamente para Elisabeth que revirava os olhos, mas cedeu ao marido

- eles são sempre assim - Laura estava visivelmente bêbada - você não quer tentar? Eu tenho certeza que vai gostar - ela tentou me puxar

- eu não sei dançar - disse simples tomando meu suco enquanto ela se aproximava de mim sorrindo

- Severo... Por favor - disse ela fazendo bico - vai... Por favor e só um forror não é nada de mais, eu te ensino- eu olhava para ela sério enquanto ela continuava a pedir

-merda... Tá - eu cedi revirando os olhos enquanto ela sorria me puxando

-dois pra lá e dois pra cá - ela me guiou por um tempo, aquilo parecia uma valsa eu não gostava daquilo, mas aceitei por Laura

- finalmente terminou essa música - disse Elisabeth se soltando de Edgar que ria, eu também agradeci por aquilo ter acabado, mas não disse nada

- pai... Gabriel pensador?- disse Laura animada indo em direção ao pai que ria animado

-edgar e suas músicas de maconheiro - disse Elisabeth rindo - ignora isso

- ele usa? - perguntei

- você ainda tem dúvida?- ela rebateu e eu não sabia como responder aquilo então fiquei quieto enquanto ela ria, mas nossa atenção foi roubada quando escutamos Edgar começar a cantar

- E lá encontrou um velho índio que usava um fio dental e fumava um cachimbo da paz- ele olhava para Laura e estendeu a ela um microfone invisível e ela completou o pai

-O presidente deu um tapa no cachimbo e na hora De voltar pra capital ficou com preguiça, Trocou seu paletó pelo fio dental e nomeou o velho índio pra ministro da justiça- ela completou rindo enquanto tomava mais um pouco de caipirinha que me preocupava - e o novo ministro chegando na cidade Achou aquela tribo violenta demais Viu que todo cara pálida vivia atrás das grades E chamou a TV e os jornais - ela cantou animada

-E disse "índio chegou trazendo novidade Índio trouxe o cachimbo da paz"- cantou Edgar engrossando a voz e agindo de forma teatral como sempre me fazendo rir

- esses dois são uma comédia juntos - comentou Elisabeth enquanto eu via Laura e Edgar dançando sincronizados

- Apaga a fumaça do revólver, da pistola Manda a fumaça do cachimbo pra cachola Acende, puxa, prende, passa Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça - Laura e Edgar cantavam essa parte a plenos pulmões se divertindo com aquilo

- chega dessa música de maconheiro, já basta seu pai - disse Elisabeth trocando o CD e pulando para a próxima música - isso sim é música... Evidências - ela sorriu enquanto aproveitava a música

- Quando digo que deixei de te amar
É porque eu te amo
Quando eu digo que não quero mais você ... É porque eu te quero -começou a Laura a cantar se segurando no seu copo de caipirinha que estava vazio

-Eu tenho medo de te dar meu coração
E confessar que eu estou em tuas mãos
Mas não posso imaginar o que vai ser de mim
Se eu te perder um dia - disse Edgar cantando para Elisabeth que ria enquanto se sentava observando a interpretação teatral do marido

-Eu me afasto e me defendo de você
Mas depois me entrego- Laura cantou caindo na onda do pai

-Faço tipo, falo coisas que eu não sou
Mas depois eu nego...- Edgar se virou para Laura que ria

-Mas a verdade é que eu sou louco por você
E tenho medo de pensar em te perder- cantou Laura apontando pra mim, mas eu não tava entendendo nada por que ela tava cantando em português eu não sei português ainda

-Eu preciso aceitar que não dá mais
Pra separar as nossas vidas- gritou Edgar apontando para Elisabeth ficando de joelhos na frente dela, mas logo se levantou e foi direto abraçar os ombros da filha

-E nessa loucura de dizer que não te quero Vou negando as aparências
Disfarçando as evidências,
Mas pra que viver fingindo
Se eu não posso enganar meu coração...Eu sei que te amo - Laura e Edgar cantavam essa música como se ela fosse um hino nacional  - Chega de mentiras, de negar o meu desejo Eu te quero mais do que tudo Eu preciso do seu beijo,  Eu entrego a minha vida Pra você fazer o que quiser de mim ... Só quero ouvir você dizer que sim!!! - gritou os dois começando a dançar, Edgar começou a chorar fazendo eu e Elisabeth começarmos a rir dos dois

-Diz que é verdade, que tem saudade
Que ainda você pensa muito em mim ... Diz que é verdade, que tem saudade Que ainda você quer viver pra mim -- Laura cantou ao pai como se fosse um dueto, os dois estavam bêbados de mais para perceberem que aquela cena era extremamente engraçada... Ainda mais pra mim que não entendia nada do que eles estavam cantando

O tempo passou eles cantaram mais algumas músicas, mas infelizmente o dever nos chavama e eu e Laura tínhamos que voltar pra Hogwarts

- tem certeza que não quer ajuda com ele- apontei para Edgar que estava no sofá dormindo

-eu me viro com ele Severo - Elisabeth sorriu enquanto me dava uma pequena bolsa - tudo que a Laura vai precisar quando acordar remédio de dor de cabeça, remédio de enjôo e até coloquei uma fruta e uma garrafa de água - disse ela olhando Laura com carinho e preocupação - ela tá apagada - ela riu acariciando o rosto da filha com carinho - cuida bem dela viu?

- você sempre pode contar comigo - sorri enquanto via ela secar algumas lágrimas

- bom mesmo... Aí de você se magoar ela - brincou Elisabeth olhando eu pegar Laura no colo

- eu nunca faria isso ... Sogra - brinquei sentindo um ardor no meu braço pelo tapa que tinha levado - porra

- eu continuo sendo sua amiga, mas se me chamar de sogra eu te mato - ela tinha um falso ar de ameaça me fazendo rir enquanto ela abria a porta para eu sair com Laura - não esquece de lembrar ela de beber água Severo, ela não bebe muita água - Elisabeth vinha atrás de mim dando instruções me fazendo rir

- mais alguma exigência?- ironizei enquanto colocava Laura no banco do passageiro enquanto Elisabeth a cobria com um lençol

-cuida dela- seu tom era carinhoso enquanto olhava para Laura

- eu te dou a minha palavra - disse fechando a porta e me assustando ao ver que Elisabeth tinha me abraçado, eu não tive tempo de retribuí o abraço e ela já se afastou

- agora vai embora - disse ela secando as lágrimas me fazendo dar um sorriso brincalhão enquanto entrava no carro, eu tinha um longo caminho até Hogwarts.

_______________________________________

Fiquei com muita preguiça de editar esse capítulo... Então qualquer error e só me avisar que eu concerto 💙💙

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