Peço desculpa pela demora meus amores, mas meu tablet rachou e nao consegui mais escrever. Mas agora passei tudo para o telemóvel e já puderei colocar mais capitulos.
Ponham estrelinhas e comentem.
E peço desculpa se aparecerer erros.
(David Shadow)
Quando entro no gabinete eu começo a falar.
- Bom dia Doutora Huggens! Vamos directos ao que estamos aqui para tratar. Eu trouxe aqui os documentos para a Sra. Assinar, e assim finalizarmos e oficializarmos tudo. - digo de forma fria e directa tentando evitar ao máximo ficar na mesma sala com ela.
- Ai você quer se oficializar comigo?! Que bom fico tão feliz. - ela diz tentando ser sedutora e começando a despir-se.
- Senhorita com todo o respeito, mas nunca tive esse tipo de intenções consigo. Eu estava me referindo a eu começar a coordenar a Faculdade, pois irei ser o investidor, e por consequência o dono daqui. Portanto, pode se recompor e assinar esta papelada. - falo de forma extremamente grosseira.
- Você está muito stressadinho. - ela pega nos papeis e assina, mas continua os segurando. - Vá mas agora que estão assinados eu quero uma bela recompensa. - ela vem mais rápido do que eu imaginava e larga os papeis no mesmo momento que me agarra e começa a roçar-se em mim.
- Me Largue! Não se atreva a fazer isso de novo. - grito com ela, empurrando-a e pegando nos papeis.
- Venha cá gatinho!
- Não! - corro até á porta, mas ela encosta-se a ela impedindo-me de passar. - Sai da minha frente! - digo com uma voz de horror, quase pânico.
- Você hoje não me vai escapar. - ela grita com uma voz irritante, e me arranca o casaco á força e tenta me tirar a camisa...só tenho tempo de a empurrar ela, abrir a porta com os documentos na mão e saiu correndo.
- Venha cá...não fuja de mim! - ela sai correndo atrás de mim feita louca, toda desarrumada.
Subitamente ouço uma voz, que me acalma e me desperta a atenção.
- Monstrinha da tansmânia, deixe o Sr.Shadow. Esse seu cio afugenta os homens! - era a minha deusa caida do céu que estava encostada nos cacifos.
- Não se meta sua rebelde.
- Meto me quando quero e bem me apetece. E acho que o Sr. está ficando assustado consigo.
- Eu dou cabo de ti garota insulente. - Sra.Huggens ameaça a Dyanki.
- Venha com tudo o que tem lingrinhas. - a princesa Dyanki diz rindo.
Vejo a louca da mulher a correr em direcção á Dyanki, mas subitamente ele muda de trajecto e salta em minha direcção que nem uma leoa despelada e descontrolada.
Do nada ouço um som abafado seguido de um estrondo, quando olho vejo a cabra estendida no chão agarrada á cara a chorar que nem um bebé. Quando olho para a Dyanki vejo ela com um cabo de aço na mão. Conclui que ela tinha me defendido da louca com aquele ferro.
- Senhorita Dyanki? Está tudo bem? Machucou-se? - pergunto preocupado.
- O Sr.Cobarde pode me chamar apenas Dyanki ou Li. E sim estou ótima sei me defender graças a deus. E pelo que vejo você não se machucou graças a mim.
- Primeiro eu não sou cobarde! Não gosto de loucas que nem ela e não bato em mulheres. Ah e podes me chamar de David ou Sha.
Chamei um empregado e pedi que coloca-se a senhorita Huggens na rua, que eu depois trataria do assunto de despidir ela e de arranjar uma nova professora.
- Em agradecimento gostava de convidar te para sair comigo esta noite. Pode ser? - convido quase suplicando por um sim. - Por favor. - acabo suplicando.
- Hum não sei...ainda sou assaltada no meio da rua á sua frente e você fica especado a olhar...- ela desata a rir. - Você deve ser daqueles homens q só sabe de tratar de negócios e nada mais.
- Quem ri por último ri melhor. E acredita sei fazer muito mais do que imaginas. - digo com um tom de voz sedutora.
- Veremos então.
- Isso é um sim? - questiono radiante.
- Sim é um sim, oh idiota. - responde me ela com tom de gozo, mas fiquei tom radiante que a agarrei pela cintura e a rodei todo feliz. - E o meu obrigado está onde? - ela interrompe-me.
- Pedirei no jantar. - informo todo sorridente.
(Dyanki Li)
Eu ficara ainda de pe no mesmo lugar que ele me deixara a olhar para a porta do gabinete ate que a minha melhor amiga e o meu melhor amigo me chamaram de novo ao planeta terra.
- Ai ai que inveja que tenho de ti li, esbarraste com um rapaz todo gostosao hein. - diz a melhor amiga giselle, eu conhecia aquele tom de voz dela, aquilo eram um tom de voz que eu ja sabia que apartir de agora ela cada vez que me viria me encheria de perguntas sobre ele, nao que eu nao me importa-se de responder, mas nao iria responder porque era tudo um sonho de homem que eu nunca iria puder conhecer. Ela era um pouco mais alta do que eu, tinha um cabelo enorme e abundante preto liso, olhos negros, pele branca como a neve e nao era nem magra nem gorda, era de estrutura media.
- Só eu e que nao arranjo um gatao assim para mim. - diz o tiago meu melhor amigo, sim eu sei que voces estao a questionar a parte de ele dizer " so eu e que nao arranjo um gatao assim para mim", sim é isso mesmo ele é gay. Ele era um rapaz gorduxinho, cabelo liso preto, com cara de quem acabou de sair da maternidade, olhos negros e pequeninos, labios fininhos.
De repente ouço a porta do gabinete entrar muito rápido, e quando olho vejo o David a sair de lá sem o casaco, com a camisa mais aberta do que tinha, todo desfraldado e com cara de pânico. Olhei para ele de inicio sem entender, mas nesse momento fica tudo esclarecido ao perceber a razão. Ela tinha o tentado devorar á força, mas ele não parecia ser do tipo de homem que ia com todas para a cama.
Sinto uma necessidade incontrolável de o proteger, mas era ridiculo sendo ele o homem.
- Monstrinha da tansmânia, deixe o Sr.Shadow. Esse seu cio afugenta os homens! - chamo atenção dela sem sair da kinha posição de encostada aos cacifos e sem olhar para a mulherzinha.
- Não se meta sua rebelde.
- Meto me quando quero e bem me apetece. E acho que o Sr. está ficando assustado consigo.
- Eu dou cabo de ti garota insulente. - ela ameaça-me fazendo meu sague fervilhar.
- Venha com tudo o que tem lingrinhas. - desafio a velha.
Vejo a louca da mulher a correr em minha direcção, mas subitamente ela muda de trajecto e salta em direcção a ele que nem uma leoa despelada e descontrolada.
Meu instinto foi tão rápido que peguei no meu cabo de aço desdobrável, ele automaticamente se esticou e eu bati com aquilo com toda a força na zona da cara lançando ela no chão. E ela começa a chorar que nem um bebé.
- Senhorita Dyanki? Está tudo bem? Machucou-se? - pergunta-me ele preocupado.
- O Sr.Cobarde pode me chamar apenas Dyanki ou Li. E sim estou ótima sei me defender graças a deus. E pelo que vejo você não se machucou graças a mim.
- Primeiro eu não sou cobarde! Não gosto de loucas que nem ela e não bato em mulheres. Ah e podes me chamar de David ou Sha.
Ele chamou um empregado e pediu que coloca se a senhorita Huggens na rua.
- Em agradecimento gostava de convidar te para sair comigo esta noite. Pode ser? - ele convidou me quase suplicando por um sim. - Por favor. - acabou suplicando.
- Hum não sei...ainda sou assaltada no meio da rua á sua frente e você fica especado a olhar...- eu desato a rir. - Você deve ser daqueles homens q só sabe de tratar de negócios e nada mais.
- Quem ri por último ri melhor. E acredita sei fazer muito mais do que imaginas. - ele diz com um tom de voz sedutora que me faz arrepiar toda, e eu pedir a nossa Senhora das cuequinhas molhadas para me ajudar.
- Veremos então.- digo.
- Isso é um sim? - ele pergunta parecendo radiante.
- Sim é um sim, oh idiota. - respondo com tom de gozo, mas de repente ele agarra me com aqueles braços fortes e roda-me todo feliz. - E o meu obrigado está onde? - interrompo toda zonza.
- Pedirei no jantar. - ele informa todo sorridente.