Always Mine.

By Kaleesi_z

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Isaac Hensley era tudo do qual Reese "corria" ele não era um cara nada amigável e sempre andava com uma carra... More

"recepcão"

Hell

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By Kaleesi_z

Hey you eu sou Kaylla a autora dessa obra,podem me chamar de Kay ou como quiserem :).


–Nesse livro podem haver erros,até por que não é revisado então peço perdão por erros.Não vou colocar uma recomendação de idade em específico,mas nesse livro vão haver coisas pesadas.

–Contém sexo,drogas,violência,distúrbios alimentares,estupro,assédio,linguagem impropria e demais coisas que podem ser consideradas gatilhos,se em algum momento você se sentir mal lendo peço que por favor pare a leitura.

–A cidade,os lugares são todos fictícios e inventados por mim então caso usem em fanfics PEÇAM antes.

– Meus personagens são humanos então peço que entendam que pessoas erram e eles também tem seus direitos de fazer merda.

  – Não aceito e NÃO quero nenhum tipo de comentário homofóbico,racista ou qualquer tipo de hate,RESPEITEM,se algo te incomodar só saía do livro.

  –Recomendo que coloco coloquem no modo escuro para uma experiência mais satisfatória.

   –PLÁGIO É CONSIDERADO CRIME,essa obra é feita por mim e todos os direitos dela estão reservados.

  –E por último comentem a vontade eu com certeza irei amar acompanhar cada surto de vocês,vai ser bem gratificante saber que o quê eu gosto de fazer faz outras pessoas "bem".

–Espero que surtem e amem cada segundo lendo "Always Mine",Talvez eu crie uma conta no Instagram para interagir mas não é de certeza,eu nem tenho a certeza de que esse livro vai chegar a alguém.

Bjss da Autora <3.

"Todo mundo é capaz de dominar uma dor,exceto quem a sente." William Skakespeare.

Tranco a porta do quarto atrás de mim pensando o quê eu faria sobre tudo,meu coração de imediato começa a bater desgovernado,era como se as vezes eu nem mandasse em mim mesma,sento no chão colocando a cabeça entre as pernas me permitindo chorar,eu estava tão cansada de tudo aquilo era como se eu gritasse mas por que ninguém nunca ouvia?,eu queria ser ouvida eu queria um abraço talvez um mínimo gesto de afeto,eu tentava mas isso não mudava nem saía da minha cabeça,era como se rodasse e rodasse como se todo pensamento levassem para aquele momento.
Quando eu contei foi pior do que quando eu estava calada,por que quando ele me estrupava e eu ficava em silêncio eu ao menos tinha a desculpa de falar que ninguém sabia então não teria como alguém me ajudar,mas quando eu cheguei a contar e ninguém me deu a mão,parecia que todos haviam se virado contra mim,e aquilo doeu,principalmente por que eu sou obrigada a ver quem me fez mal por todo esse tempo,e fingir que nada aconteceu .Eu queria um abraço verdadeiro mas consegui brigas e acusações de que eu estava mentindo,eu queria apoio mas não o tive,eu fui obrigada a me sentir uma destruidora de lares uma mentirosa,menosprezaram tanto o que eu estava sentindo,que os meus sentimentos se tornaram turvos,as vezes eu me pergunto se eu merecia passar por essa merda toda?,ouço batidas na porta e levanto a cabeça limpando as lágrimas com a blusa.
– Zoey-boo – escuto James me chamando do outro lado da porta – ABREE – ele falou quase gritando – eu trouxe sanduíche e coca,você tá bem? – levanto indo a porta e encontro o menino com um sorriso e os lanches.
– Você que fez Jamie-boo? – pergunto ao menininho de 7 anos,ele assente com um sorrisinho – master chef James eu sempre soube que você seria a salvação dessa família – ele abre um sorriso lindo deitando na pequena cama de solteiro.
– Vamos assistir "O espetacular homem aranha"?– ele sabia o quanto eu amava aquele filme,com o tempo quase todas as semanas nós assistíamos o mesmo filme.
– Você quer mesmo uma resposta para essa pergunta?– semicerro os olhos pegando o notebook que estava no chão ao lado da cama.
Vejo o menino colocar a cabeça sobre o meu peito e colocar uma almofada sobre minhas pernas para colocar o Notebook,ele era a minha paz eu sempre achei que quando tivesse um irmão tudo ficaria uma merda,mas ele era quem me fazia não pensar nas merdas que eu passava sempre.....

Pego a mochila e corro para fora do trailer senão eu perderia o ônibus da escola e eu realmente não queria ir a pé,vejo o ônibus e corro em sua direção a minha sorte era que ainda faltavam quatro alunos entrarem daria tempo de chegar até o ônibus.
– olá mocinha – indagou o motorista quando eu subi o último degrau daquela escadinha,só fingi um sorriso.
Olho para trás procurando uma pessoa em específico encontro os olhos de Alec,o que me faz sorrir grande e ele retribui o sorriso me chamando para sentar com ele.
– bomdia Pudim – eu mando o dedo do meio para ele,ele me chamava assim por que dizia que eu era muito fofa mas eu não queria ser ou parecer fofa,fofa era uma simplificação de feia.
             – Vá se foder,DOMINIC – ele odiava quando eu o chamava pelo nome do meio,mas ele só me olhou sorrindo e me deu o dedo do meio,mas em segundos ele parou de rir quando viu meu braço marcado,o olho nos olhos e eu conseguia sentir que ele tentava fingir que não,mas ele tinha pena de mim e eu odiava essa sensação,um silêncio desconfortável se estalou entre nós me deixando sem saber o quê eu deveria falar.
            – Foi aquele filho da puta de novo Reese? – paro de encara-lo e olho a janela atrás dele – pelo que eu tô vendo sim,você tem que fazer alguma coisa – ele diz bravo o quê me deixa brava também.
            – O quê você quer que eu faça?– olho em seus olhos com as sobrancelhas unidas – humm me diga?,eu tenho 16 anos.Tenho certeza que o filho da puta do meu pai não me quer,minha mãe é uma drogada de merda que não se importa com o quê eu digo,meu padrasto e um estrupador de merda – uma lágrima escapa solitária por meu rosto – Pra minha mãe eu sou um monte de lixo que não serve para nada além de contar mentiras,eu vivo com a porra de um sorriso falso,fingindo estar bem o tempo todo,então cale a porra da boca e não haja como se houvesse alguma solução boa – ele aperta os lábios virando para a janela,era errado de todas as formas que eu estivesse agindo como se aquilo tudo fosse normal almas não era.
             – Eu sinto muito não vamos ficar brigados okay?,um dia eu prometo pra você que mato ele – arrega-lo os olhos com a promessa que ele havia me feito.
              – Pare de falar besteiras Alec – reviro os olhos,eu jamais ia querer que ele estragasse a vida perfeita dele por mim,as vezes eu tinha uma sensação de que ele era apaixonado por mim,ao mesmo tempo que eu acho que ele gosta de mim eu acho que ele prefere meninos,algo me diz que ele gosta bem mais de meninos mas eu não posso ter certeza até que ele mesmo me diga aquilo.
              – i love you pudim – reviro os olhos mas acabo por sorrir.
              – i love you too Dominic – coloco minha cabeça sobre seu ombro e ficamos ali assistindo as várias casas passando diante de nossos olhos...

                              •••
        Um ano depois.

           A primeira vez que eu via Clear naquele estado eu não sabia se deveria me sentir triste,eu realmente não sabia.A overdose dele foi uma das coisas mais horríveis que eu já tinha visto na minha vida e com certeza aquilo não sumiria da minha memória.
             James havia ligado para os nossos avós e depois de quase dois anos sem vê-los eles estavam aqui na minha frente com sorrisos acolhedores,eu só havia ligado para Alec e ele estava no hospital comigo desde de ontem ele sempre foi um amigos incrível e talvez o único que eu tivesse.
              – Você nunca tinha me dito que seus avós eram vivos – ele diz me encarando.
              – Era importante mesmo você saber disso? – pergunto levantando uma sobrancelha.
              – Não sei você sempre me falou tudo,achei que eles estivessem mortos – olho para os meus avós falando com James eu só tinha trocado uma palavra com eles – acho que vocês precisam conversar – eu aperto os lábios e suspiro.
             – eu sei,eu vou falar uma coisa e espero que por favor me apoie – ele assente para que eu continue a falar – acho que eu quero ir morar com eles em Greeyake – ele só me olho nos olhos,mas seus olhos estão inexpressivos,ele era meu melhor amigo a cinco anos eu nunca tive outro amigo além dele e ele era e sempre foi extremamente importante pra mim,depois de uns  trinta segundos de puro silêncio ele abre um sorriso pequeno e me abraça.
                – Eu fico feliz por você,finalmente vai conseguir superar tudo e eu acredito que você consegue – Eu li um livro que dizia que almas gêmeas nem sempre eram namorados,ele era a minha alma gêmea.
                   – Não sei se vou conseguir superar,mas vai ser um bom recomeço não é?– eu queria ouvi-lo falar que eu conseguiria que eu era capaz,aquilo ia ser o incentivo para que eu tentasse conseguir.
– Vai ser um ótimo recomeço Pudim– ele pisca e me abraça mas uma vez – 143 Reese.
– 143 Alec – eu levanto logo que vejo meus avós se aproximando da gente – oi vovó e vovô – abro um sorriso que talvez fosse meio falso,eles sorriem de volta e me abraçam eu coloco a cabeça no ombro do meu avô que afaga meus cabelos,eu acabo chorando eu precisava tanto deles em tantos momentos e agora eles estavam aqui,me afasto um pouco deles e eles olham para Alec que entende que era sua deixa pra sair ele só pisca pra mim e sussurra que vai pegar um café.
–Por que não nos contou que ela tava se drogando? – minha vó solta primeiro e meu avô o a lança um olhar feio para ela que levanta as mãos para o ar – desculpa mas eu queria saber.
– E então querida como tem ido às coisas? – meu avô diz se sentando e batendo em uma das cadeiras para que eu sentasse também.
– Péssimas vovô ele é só uma viciada que nunca nos escuta a vida dela é só para se drogar – digo dando de ombros.
– Por que nunca ligou para nenhum de nós querida?,sabe que amamos vocês né?.
– Eu não queria incomodar vocês – digo a verdade aquilo era realmente o quê eu pensava,tiro o casaco começando a sentir calor,sinceramente como que um hospital podia estar quente?,minha avó coloca a mão no meu braço e de imediato eu puxo o braço eu lembro das marcas,Merda,Merda,Merda,como eu iria explicar para eles isso?,"A isso não é nada demais foi só eu tentando correr do cara que me estrupa diariamente na minha própria casa,por que a minha mãe drogada não me deu ouvidos".
– O que foi isso querida? – minha avó transparência preocupação e meu avô só me olhava preocupado.
– Eu preciso falar sobre isso?,porfavor não me obriguem a falar,eu não quero falar disso agora – olho para as minhas mãos para não ter que encara-los.
– Okay princesinha,quando quiser falar iremos ouvir você – eu sorrio e os puxo pra um abraço de novo – James nos falou que iria adorar ir morar em Grreyake, o que acha da ideia?– agora que eu tinha lembrado de James e se ele tiver falado alguma coisa que ele viu?.
– Eu iria amar,eu queria isso a muito tempo – abro um sorriso falso até demais e finjo ânimo e animação,eu estava prestes a ir embora e deixar meu melhor amigo para trás,um das únicas pessoa que eu tinha,eu não queria perder-lo mas no fundo eu tinha quase certeza que era o melhor eu ir embora,eu pelo nunca mas precisaria ver o homem que me destruir por inteiro sem motivo algum.

••••

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