Destino Infeliz [CONCLUÍDA]

Von whjackson

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Killian Jones, filho de um grande Senhor, não tem problemas com casamentos arranjados, estava disposto a casa... Mehr

Prólogo
Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 8
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 9
Capítulo 10
Capítulo 11
Capítulo 12
Capítulo 13
Capítulo 14
Capítulo 15
Capítulo 16
Capítulo 17
Capítulo 18
Capítulo 19
Capítulo 20
Capítulo 21
Capítulo 22
Capítulo 23
Capítulo 24
Capítulo 25
Capítulo 26
Capítulo 27
Capítulo 28
Capítulo 29
Capítulo 30
Capítulo 31
Capítulo 32
Capítulo 33
Capítulo 34
Capítulo 35
Capítulo 36
Capítulo 37
Capítulo 38
Capítulo 39
Capítulo 40
Capítulo 41
Capítulo 43
Capítulo 44
Capítulo 45
Capítulo 46
Capítulo 47
Capítulo 48
Nota da autora
Capítulo final.

Capítulo 42

76 4 35
Von whjackson





- Emma, quero que conheça August. Gus, Senhorita Emma Swan. - a grande mão do moreno de olhos azuis aperta a de minha amada, enquanto ele abre um sorriso gentil. O mesmo se curva um pouco e levanta os dedos da loira, beijando-os com delicadeza. 

- É um prazer, milady. - posso ver o rosto de Emma corar forte, intercalando o olhar entre o local que esteve em contato com lábios desconhecidos há pouco tempo e as orbes claras, charmosas até demais. Pigarreio e sorrio enviesado, odiando esse maldito encontro. De todas possíveis pessoas que poderiam aparecer na minha casa em um sábado à tarde, Booth é um dos piores cenários, já que, só de ouvir seu nome, todas as memórias do passado me invadem. 

E o que mais me preocupa é a presença de Swan.

- Então... - ela respira fundo e puxa seu braço para voltar a ficar ao lado de seu corpo. - De onde se conhecem mesmo? - pergunta e, antes que eu tivesse a chance de falar alguma coisa, meu velho conhecido a responde. 

- Killian e eu nos conhecemos desde crianças, nossos pais eram amigos e sempre acabávamos nos encontrando. Não é verdade, Jones? Lembra de quando pulamos no lago? - assinto e meus lábios se esticam, mas meus dentes não ficam a mostra. 




Ah, sim, lembro muito bem desse dia. 




-Jesus, éramos tão inconsequentes. Bom, a adolescência faz isso com as pessoas. - August ri de leve e Emma o acompanha, porém não tenho certeza se ela entendeu totalmente o que ele quis dizer. - E vocês? É uma das empregadas da casa? - o moreno direciona à Swan, que desconversa rapidamente.

- Já fui, hoje sou apenas amiga dos Jones. Venho quase todos os dias por conta de Henry, que é apaixonado pelo Liam.

- E vice-versa. - eu complemento, falando pela segunda vez naquele pesadelo.

- Mamãe, vem cá! - a voz do filho da loira ecoa pelas paredes da casa, fazendo-a pedir licença e deixar a sala, indo até os meninos no fundo da casa. Acompanho seu corpo com a cabeça, esquecendo da presença não tão desejada na minha frente. 

- Então... - Booth se aproxima com calma, porém bem preciso, o que me faz franzir o cenho. Seu corpo vem chegando perto e sinto meu coração começar a bater mais rápido. - Onde estávamos? - seus braços apoiam-se na parede atrás de mim e August cola seu tronco no meu, encurralando-me. Abro a boca e gaguejo, não conseguindo desenvolver uma frase. A boca fina do homem esfrega-se na minha, causando arrepios pela minha coluna. 

- A-August... Que merda você está fazendo? - empurro seus ombros e pisco, sentindo as emoções do passado invadirem meu peito. Olho em volta e, graças à Deus, estamos isolados no cômodo.

- Estou matando a saudade. Quero saber se ainda beija tão bem quanto antigamente. - ele  encosta a ponta do seu nariz no meu, dando-me um selinho logo depois. Engasgo e fico sem reação por alguns segundos, mas retomo meu bom senso volto a empurrá-lo. 

- Eu sou casado. O que tivemos ficou no passado, Gus. - as bolas azuis do mais velho se reviram em satisfação. 

- Deus, sempre adorei quando me chamava assim, soa tão bonito na sua voz. - August morde o lábio inferior, olhando-me com fome. - E eu duvido que você ame Milah, posso ver nos seus olhos que não há verdade quando diz o nome dela. - respiro fundo e engulo seco. 

Isso é porque meu coração pertence à grandes esmeraldas. 

- Esse assunto não cabe a você discutir. Eu estava apaixonado e era um tolo, porém continua no pretérito. - afasto-o de vez de mim. - Não tenho mais dezesseis anos. - ele ri e cruza os braços. 

- Lembro até hoje da nossa noite. - diz com terceiras e quartas intenções. - Quero sentir de novo, Killian. - aproxima-se novamente, colocando as mãos em meu peito. - O que tínhamos era tão intenso, nunca consegui lhe esquecer. - solto um riso com escárnio e, dessa vez, saio da frente da parede. 

- Claro que não, como esquecer o idiota que apaixonou-se perdidamente por você e que até cogitou fugir de casa para viver um feliz para sempre que nem existe? Como esquecer o pobre e ingênuo garoto, que jurou ser amado pela sua primeira paixão, quando é muito mais divertido relembrar o quanto o fez de trouxa e que deixou-o esperando na floresta por horas? - lágrimas já rolam em meu rosto e permito que toda a raiva saia de meu corpo. - Você me destruiu, August. E não há nada que possa fazer para ter seu bobo da corte de volta, porque ele morreu. - cuspo e encaro-o com desgosto. Nunca tive a chance de falar isso para ele, o que torna a libertação muito mais emocionante. Não fazer papel de ridículo apaixonado dessa vez me traz um sensação poderosa. - Agora, faça-me um grande favor e suma da minha vida. 





________________________________________





- Hum... Killian? - Emma me chama, enquanto continua acariciando meu cabelo com suas unhas parcialmente grandes. Gemo em resposta e enfio ainda mais meu rosto em seu pescoço, inspirando seu cheiro delicioso. Estamos deitados em sua antiga cama, meus braços rodeando sua cintura e suas mãos fazendo cafuné em minha cabeça e costas, esfregando o pé na minha panturrilha de vez em quando. Nossas pernas nunca estiveram tão entrelaçadas. - Eu... Eu acabei ouvindo. - suspiro e inicio uma trilha de beijos pelo seu maxilar. 

- Ouvindo o que, amor? - mordo seu queixo e sorrio ao vê-la fraquejar. 

- Sua conversa com o August. - travo e apoio-me em meus cotovelos, olhando-a com receio. Não havia falado sobre minha sexualidade com a loira ainda e, por mais que eu confiasse de olhos fechados em Swan, não sei qual seria sua reação ao descobrir que também relaciono-me com homens. Assim que meus azuis encontram seus verdes, não vejo asno, desgosto ou estranhamento, mas sim pena, compaixão e cuidado. - Sinto muito, estava voltando para a sala e resolvi não atrapalhar, porém não consegui não escutar. - seu corpo remexe-se embaixo de mim e ela acaricia minha bochecha. - Meu amor, eu realmente sinto por você. Por tudo. - abro a boca e fico sem reação, apenas notando uma dor no peito. - Você é tão precioso, não sei como ele conseguiu abandoná-lo. - Emma levantou os ombros, confessando com vergonha. - Eu não conseguiria. - franzo o cenho e pergunto-me o que eu fiz para merecer Swan. Sorrio e colo nossas testas, deixando novas lágrimas caírem. A grande diferença é que, nesse momento, a felicidade me domina, o que obriga-me beijá-la com todo o amor que há em mim. Agarro sua nuca e peço passagem com a língua, ajeitando-me no meio de suas pernas. A loira segura meus fios capilares e ergue o tronco, pedindo por mais contato. 


***




Ao invés do beijo acelerar, ele permanece lento e languido, fazendo o desejo despertar em mim preguiçosamente. Passo a mão pela lateral de seu corpo e aperto seu quadril, sorrindo no meio do beijo. Mergulho na curva de seu pescoço de novo, mordendo de seu ombro até o lóbulo de sua orelha, onde deixo lambidas também. As mãos de Emma já passeavam pelas minhas costas por baixo da camisa, arranhando com delicadeza. Desço pelo seu esterno e encontro seus olhos, que parecem animados para o próximo movimento, quase tomados completamente pelo desejo. Puxo o laço que prende seu vestido frontalmente, afastando o tecido de sua pele e deparando-me com sua roupa de baixo. Volto a mirá-la. 

- Emma, você tem certeza que... - antes que eu pudesse terminar a frase, ela coloca o dedo indicador na frente da minha boca, puxando-me pelo queixo com o mesmo para um beijo suave, enquanto desvencilha-se das mangas de sua vestimenta. Ajudo-a a tirar o resto da roupa superficial, já podendo ver a maioria de suas curvas com clareza. Um sorriso malicioso marca minha boca e sento-me em meus calcanhares, arrancando minha camisa por cima. Swan ergue o tronco e empurra meus ombros para trás, sinalizando sua intenção de sentar em meu colo. Assim que o faz, para por um momento e levanta a mão, que acerca-se lentamente de meu peitoral. Quando seus dedos quentes entram em contato com minha pele, um arrepio passa pela minha espinha e a vontade de tomá-la só aumenta, porém deixo que me explore em seu tempo. 

- Você é tão bonito. - diz baixinho e percebo que seu olhar só escureceu na mesma proporção que sua pupila dilatou. Ri e morde o lábio. - Tive vontade de tocá-lo assim tantas vezes, quero prestar atenção em seus detalhes. - respiro fundo e agarro sua cintura, sendo impossível não beijá-la depois do que disse. Trilho de sua boca até a alça de sua blusa bege, que deixa a mostra seus mamilos pontudos. Cheiro sua clavícula e abaixo com o nariz o início da peça de roupa que separa minha boca faminta de seu seio redondo. Deposito um beijo em seu braço e continuo retirando o tecido de seu lado direito. Assim que seu seio está livre, não penso duas vezes e o abocanho, recebendo um gemido em resposta. Seguro suas costas e deito-a novamente na cama, mordendo seu bico com carinho. Repito o mesmo processo com o esquerdo, apertando com a mão o outro que já dei atenção. Quando vejo, essa área do seu corpo está vermelha, assim como seu rosto contorcido de prazer. Retiro sua blusa e coloco meus dedões no cós de sua meia e calçola, tirando-as de seu corpo com lentidão enquanto a encaro com desejo. Passo as mãos pelas laterais de suas pernas nuas e delicio-me com suas reações, ficando feliz em saber que também causo nela os mesmo efeitos que causa em mim e perdendo um pouco de consciência quando vejo sua intimidade encharcada. Deito meu corpo e beijo sua barriga, dando eventuais mordidas e lambidas até o caminho de sua púbis. Passo o nariz pelo interior de sua coxa, sentindo-a contrair-se e ter leves espasmos. À medida que vou chegando mais perto de sua fonte, abro suas pernas delicadamente com as mãos e sorrio ao vê-la apertar os lençóis de agonia. Esfrego a boca em seu clitóris e e beijo-o, o que a faz tentar encurtar o espaço entre seus joelhos, porém a paro. Provoco mais um pouco e invado seu espaço mais íntimo com os lábios e língua, explorando-a de todas formas. Sua mão vai para meu cabelo e o aperta enquanto ergue seu quadril contra mim. Arrisco olhá-la e posso ter certeza de que é a imagem mais sedutora que já vi: suas bochechas vermelhas, lábios inchados, pálpebras fechadas e feição retorcida de prazer. Abro um pequeno sorriso e volto a torturá-la, fazendo círculos no local mais cheios de terminações nervosas possíveis, causando tremeliques em suas pernas. 

Antes que ela pudesse chegar ao ápice, ergo o tronco e sou atacado com um olhar raivoso e resmungos de insatisfação. Rio tiro meu cinto e calça rapidamente, colocando-me sobre ela de novo. Beijo-a e, com paciência, introduzo meu membro em sua fenda quente, gemendo ao senti-la pela primeira vez. Estabelecemos um ritmo incrível, Emma arranha e morde meus ombros enquanto eu chupo seu seio esquerdo com vontade. O ar do quarto torna-se abafado e a atmosfera do mundo resume-se a isso, nós. Nossa conexão, nossa história e nossos sentimentos. 

Para sempre. 









E aí querides! Tudo???

Perdoem a demora, tive um dia meio cheio e ainda estou descobrindo meus novos horários heheh. 

Enfim, o que acharam do capítulo? Quem diria que August tivesse esse tipo de conexão com o Killian, hein? E sim, vocês não estão sonhando, tivemos o nosso primeiro hot! O que acharam? Não sou muito expert nisso, mas eu tentei KKKK. Contem-me suas percepções. 

Para quem preferiu não ler a cena explícita, não se preocupem, ela não agrega em nada na história.

Bom, estou muito feliz em anunciar que estamos quase chegando a 2K de visualizações! Sério, vocês são os melhores! Obrigada por tanto! 

Bom, por hoje é isso. Beijinhos e até quinta! :)



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