A vida a Dois

By PrincesaOnce

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A vida de casadas para Hirai Momo e Hirai Sana vinha sendo perfeita deste o seu primeiro dia, já estavam a ma... More

Eu já disse como você fica linda agindo como mãe?
Por ela, pela Hime
Estrelinha
Bebendo você só a piora
Um perfeito exemplo do que não fazer na sua adolescência
É bem mais legal ter duas mães
Sinceramente, não sei
Acho que você deve dizer a verdade
Tivesse pensado nisso antes
Sei que você vai conseguir por elas
Prometo que sim filha
A princesa é uma homenagem a minha irmã Hime
Tente conversar com ela
Vai ficar tudo bem
Eu seria uma hipócrita se reagisse negativamente a isso
Poderia me emprestar o apontador?
Porque eu a amo
Momo? Sana?
Sabe o tempo foi bastante teu amigo
Sim
Família
Eu não vou deixá-lo fazer nada
Aishiteru
Minha esposa
A gente sempre vai estar do lado delas
Última chance
Com amor da sua esposa
Tudo isso e muito mais
Por que as pessoas da minha idade querem namorar e eu não?
Um novo membro a família parte 1
Um novo membro a família parte 2
Um novo membro a família parte 3
Eu quero ter um oniichan
É levemente decepcionante saber que ela fez isso de novo
Ver ela assim me faz querer fazer tudo para deixar ela feliz
Deveria ter feito igual a Jeong. e me casado com uma mulher
Reencontro
Você não precisa falar com ela
Segunda Chance
Você fica linda agindo como mãe
Obrigada, pela linda família que você me ajudou a ter
Eu só queria de dar os parabéns direito
Sejam felizes que ela também será
Obrigada meus amores
Pequeno aviso e novidades

Prender macho escroto

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By PrincesaOnce


Essa segunda-feira amanheceu até parecendo que o céu sabe como Sana está se sentindo, chovia fraco lá fora, porém não parava nem um minuto, a essa hora as meninas já haviam sido deixadas na escola e Momo já estava no trabalho, a japonesa mais nova está sozinha em casa, tentando finalizar o seu livro.

Mesmo que ela tentasse não pensar nisso, sua mente só a trolava voltando com as imagens daquelas mensagens em sua cabeça o tempo todo, o que só faz ela sentir mais vontade de chorar, sendo que isso foi justamente o que ela mais fez essa manhã, sua cabeça chegava até a doer com isso.

Ela em partes queria nunca ter visto as mensagens, pelo menos assim ela ainda estaria feliz e bem com a sua esposa, mas, ao mesmo tempo, ela ainda dúvida sobre a fidelidade da mais velha, ficou realmente difícil acreditar nisso depois de ler aquilo.

Mas o que para ela estava mais sendo difícil hoje com certeza era a vontade que ela estava de ir no mercadinho mais próximo e comprar a primeira bebida alcoólica que achasse, para assim conseguir esvaziar a sua mente dessas lembranças e preocupações, porém ela sabe que não pode fazer isso por isso decidiu mandar mensagem para a sua melhor amiga.

Sana: Jihyo.

Você está em casa?

Jihyo: Sim.

Aconteceu algo?

Sana: Sim.

E agora eu estou com vontade de beber.

Porém, eu não quero fazer isso.

Jihyo: Quer que eu vá aí ficar com você?

A gente pode conversar sobre o que aconteceu.

Sana: É uma boa ideia.

Jihyo: OK

Já estou saindo de casa.

Sana: Estou de esperando.

A japonesa só em saber que não ficaria sozinha ali, já se sentia melhor, pois a sensação de querer beber a fazia se sentir horrível e saber que Jihyo estaria ali é uma certeza de que ela não vai fazer isso.

Ela decidiu sair da frente do seu computador no escritório e ir esperar pela coreana na sala da sua casa, já ali ela se pegou observando o conjunto de fotos das suas filhas que estava na parede, contendo uma foto de cada e uma foto das três juntas.

A saudade da pequena Hime ainda está presente nela que acredita que nunca passe e que com o tempo ela só aprenda a conviver, ela adoraria agora estar abraçada a filha ou simplesmente estar brincando junto com a sua princesinha.

Com esses pensamentos em mente ela sentiu à vontade de chorar voltar em cheio e com isso as lágrimas começarem a se formar nos seus olhos, mas agora ela não tem capacidade de segurar isso, por isso só deixou elas escorrerem sem nenhuma barreira, o que fez um choro compulsório e silencioso se estala ali.

Foi então que ela ouviu o toque da campainha, em uma tentativa um pouco falha, ela enxugou as suas lágrimas e tentou conter o choro indo abrir a porta vendo que ela esperava ali.

— Sana o que aconteceu? – Jihyo perguntou assim que viu o estado da amiga e em uma forma de tentar acalmá-la a envolveu em um abraço.

A japonesa se sentiu confortável naquele abraço e deixou suas lágrimas fluírem para fora do seu corpo, Jihyo quando percebeu isso só entrou com ela na casa e fez ela se sentar ainda abraçada a si no sofá da sala.

— Sana se acalma e me explica o que aconteceu. – Jihyo pediu olhando para ela que ainda chorava sem aparentemente querer parar. – Vou pegar um copo d'agua para você. – Ela falou se levantando e indo em direção a cozinha e voltando com o copo em mãos. – Toma. – Ela disse entregando o copo a mais velha que o bebeu com calma tentando realmente parara de chorar

— Eu queria a Hime aqui. – Sana confessou em um tom baixo, mas ainda alto o suficiente para que a outra ouvisse.

— Sendo sincera, eu também adoraria isso. – Jihyo falou olhando para a amiga e em parte entendendo o que ela está sentindo.

— Porque ela deve que ir, ela só tinha seis anos. – Sana falou levemente indignada com o destino da sua filha mais nova.

— Infelizmente não podemos mudar o que já aconteceu. – Jihyo falou fazendo um carinho nos cabelos dela.

— Eu sei, mas não consigo parar de sentir essa saudade. – Sana confessou olhando para a amiga. – Esse nem é o assunto que eu quero falar com você. – Ela disse agora olhando para baixo e se controlando para não voltar a chorar por lembrar disso.

— O que aconteceu então? – Jihyo perguntou levemente preocupada com ela.

— No sábado eu li mensagens da Somi no celular da Momo, onde ela dizia com todas as letras ser amante dela. – Sana respondeu em um tom baixo, falar isso faz tudo parecer tão mais real.

— O que você fez na hora? – Jihyo perguntou se sentindo realmente preocupada agora.

— Eu briguei com ela e sai da casa, não lembro muito bem o que aconteceu, só sei que eu fui parar em um bar e depois ela apareceu lá e me trouxe para casa, no dia seguindo a gente teve outra conversa e ela diz nunca ter me traído. – Sana explicou olhando para baixo e sentindo algumas poucas lágrimas se forma nos seus olhos.

— Mas vocês estão bem agora? – Jihyo perguntou olhando para a amiga e vendo ela começar a querer chorar.

— Não, eu quero acreditar nela, mas eu não consigo, algo dentro de mim, diz que eu sou uma idiota por ainda amar ela e tentar manter esse casamento, enquanto outra parte diz que eu não posso desistir do que construímos nesses anos juntas. – Sana respondeu deixando agora as lágrimas cair e logo depois sentindo Jihyo a puxar para se deitar no colo dela e começar a fazer um carinho gostoso no couro cabeludo da japonesa.

— Você não é uma idiota por amá-la, ela sempre te deu motivos para isso e sempre mostrou que esse sentimento sempre foi recíproco, ela nunca pareceu ter motivos para querer de trair, mas realmente com tudo que aconteceu recentemente fica difícil defendê-la. – Jihyo constatou mantendo o carinho na mais velha.

— Eu disse a ela que essa era a última chance de ela provar que realmente me ama, mas não sei se ela vai realmente fazer algo. – Sana disse olhando para a foto do seu casamento que estava no requer da TV.

— Espera um pouco, ela pode estar planejando algo. – Jihyo falou sabendo que ela está realmente planejando algo. – Você vai fazer algo para o aniversário de casamento? – Jihyo perguntou olhando na mesma direção que ela.

— Não estou no clima para isso. – Sana respondeu agora olhando para a amiga. – Espera, você sabe de algo? A Momo está planejando algo? – Ela perguntou percebendo que ela parecia esconder algo.

— Não, não sei de nada. – Jihyo mentiu tentando parecer que falava a verdade. – Vamos falar de outra coisa, para você esquecer isso por um tempo. – Ela disse tentando não soar forçado essa mudança de assunto.

— Você ainda parece estar escondendo algo, mas tudo bem. – Sana falou voltando a sentar no sofá. – Como estão as coisas na polícia? Você voltou para a patrulha? – Ela perguntou para a amiga, que parecia pensar no melhor jeito de responder isso.

— Não voltei, eu recebi uma proposta de trabalhar no setor investigativo da delegacia da mulher. – Jihyo respondeu vendo a amiga ficar animada com a notícia.

— Que bom Jihyo, você sempre quis trabalhar nele. – Sana falou feliz pela amiga, mas reparou que ela não parecia tão feliz com isso. – Tem algo te incomodando nisso? – Ela perguntou mantendo seu olhar na amiga e a vendo confirmar.

— Não é na delegacia da mulher de Seul, é na delegacia de Busan. – Jihyo disse em um tom sério.

— Jihyo isso não é um problema, Busan, pode até ser quase do outro lado do país, mas é só duas horas e meia de viaje, e o principal, você vai para lá prender macho escroto então você tem um bom motivo para aceitar. – Sana falou sabendo que é isso que ela quer, mesmo que ainda esteja em dúvida.

— Eu sei mais eu não quero ficar longe de você das meninas do Daniel. – Jihyo confessou olhando para baixo.

— A gente pode falar todos os dias por mensagem, eu duvido que o Daniel não vá tentar ir todas as folgas dele para lá, já as meninas vão amar ir passar as férias na sua casa, tendo um monte de praia lindas para conhecer. – Sana disse convicta de que a amiga deve aceitar isso.

— Não sei ainda, eu pedi um tempo para responder se ia ou não e no momento é o que eu estou fazendo. – Jihyo falou agora voltando a olhar para a japonesa.

— Tudo bem, eu vou estar do seu lado não importa o que você escolha. – Sana disse tentando deixar ela mais confortável com isso.

(...)

Já havia mais de uma hora que Momo tentava editar o vídeo do aniversário da empresa, porém ela não estava gostando nem um pouco do que estava fazendo, sua cabeça chegava a doer com isso, mas a real causa da sua dor de cabeça é a recente briga sua com a Sana, ela sabia que dessa vez, mesmo com ela ainda estando em casa, a briga foi bem mais séria, principalmente pelo jeito que ela anda a tratando.

Ela, mesmo não tendo culpa e muito menos traído a mais nova, se sente culpa por essa briga, tudo que ela mais quer agora é que Sana a perdoe e acredite, na verdade, e que elas voltem ao casal que sempre foram.

Depois daquela briga a tensão entre as duas só aumentou, até o silêncio entre elas, chega a ser assustador, Momo sabe que mesmo assim, ela não pode desistir e não fará isso, mesmo que pareça bem difícil conseguir colocar as coisas nos seus devidos lugares.

— Momo. – Dahyun falou entrando na sala da sua funcionária, mas hoje sem um sorriso no rosto.

— Sim senhora Kim. – Momo disse prestando atenção na coreana e deixando a edição do vídeo de lado.

— Está tudo bem? Você parece preocupada com algo. – Dahyun perguntou levemente preocupada com a japonesa, pois sabe que um funcionário feliz é muito mais produtivo, do que um que esteja igual ela.

— Só estou fazendo o vídeo para a festa, eu tinha já preparado algo, mas cheguei à conclusão de que não estava bom e agora estou começando tudo de novo. – Momo preferiu dizer que ela o trabalho que a preocupava do que desabafar com a sua chefe.

— Não se preocupe tanto com isso, sei que você é capaz de fazer o vídeo perfeito para essa festa. – Dahyun disse tentando encorajar a mais velha. – Porém eu gostaria de falar sobre outro assunto com você. – Ela disse revelando estar preocupada com algo.

— O que gostaria de falar comigo senhora? – Momo perguntou percebendo a preocupação da sua chefe.

— Momo, você é a pessoa que eu conheço que melhor entende crianças e adolescentes, sei que eu fui precipitada em tirar a minha irmã da casa dos pais dela, porém ontem a noite minha mãe apareceu lá em casa praticamente obrigando ela a voltar para lá, mas eu sei que ela não quer, por isso não deixei, entretanto, senhora Kim disse que se eu não a deixasse ir ela entraria na justiça para conseguir que minha irmã volte para casa, eu não sei direito o que fazer sobre isso. – Dahyun explicou o que vem deixando sua mente preocupada desde ontem e que ela não sabe como resolver.

— Dahyun, sendo sincera com você, eles dois são os pais dela e qualquer juiz faria a voltar para a casa deles, porém se você tiver qualquer prova de que eles não são adequados para cuidar dela, aí o juiz irá pensar antes de fazer algo, pelo que eu sei eles só brigaram com ela o que faz isso não ser um bom motivo para eles perderem a guarda dela, mas a própria Eun não quer voltar para lá e isso já é algo para o juiz suspeitar deles não serem as pessoas certa para cuidar dela, contudo eu acho difícil que eles realmente façam isso, pois não é um processo fácil e rápido esse. – Momo explicou o que sabe sobre isso tentando deixá-la mais calma.

— Eu realmente espero que eles desistam disso. – Dahyun falou torcendo para essa parte realmente aconteça.

— Se quer um concelho, entra primeiro com um pedido da guarda dela, assim o juiz vai entender que você está querendo ajudar ela com isso. – Momo falou olhando bem para a sua chefe que parecia pensar sobre o que ela acabará de dizer.

— Obrigada pela ajuda e pelo concelho, irei pensar melhor sobre isso, você me ajudou bastante com essa conversa. – Dahyun falou indo em direção a porta e logo depois saindo por ela.

(...)

Pela décima vez Mina corrigia bugues do jogo que está animando alguns personagens e aparentemente agora todos os erros estavam consertados, o que para ela é algo muito bom, apesar de adorar o seu trabalho a melhor parte dele sempre é o entregar para o cliente já completamente pronto e receber a aprovação.

Como agora tudo parece certo ela enviou o jogo para o cliente e decidiu depois disso ir beber um copo d'agua.

Enquanto sentia o líquido sem sabor hidratar a sua garganta, sua mente foi direto para o pedido de entrada de adoção, desde o dia da entrevista ela se sentia ansiosa para saber o resultado dela, mesmo tendo quase certeza de que a aprovação está em caminho, ainda há uma certa preocupação de que ela e sua esposa não sejam consideradas capazes de criar uma criança, sem falar que ela ainda se sente preocupada e com um pouco de medo em como vai ser ter um filho, mesmo que agora a ideia de ser mãe sendo boa e agradável, parece impossível não se preocupar com o fato de se tornar responsável por uma vida indefesa.

Ela sacudiu sua cabeça tentando esquecer suas preocupações por um momento, já que não há muito o que fazer agora sobre isso, como possivelmente o seu cliente só responderá amanhã ela decidiu ir terminar de ler o volume mais recente do seu atual mangá favorito, que ela havia comprado ontem mais que ainda não terminou de ler.

Ela se sentou no pequeno sofá do seu escritório e começou a folhear as páginas em preto em branco do livro, o clássico maho shojo que conta a história de um grupo de garotas que descobrem derem poderes mágicos e a capacidade de se transformarem usando roupas fofas e bem coloridas, já vem perdendo a atenção da japonesa a um bom tempo, apesar desse ter as clássicas características de um maho shojo o fato de ser bem mais sombrio e ter leve toques de terro fazem ele ser praticamente prefeito para ela.

Quando Mina já estava nas últimas páginas ouviu o barulho de notificação de um e-mail novo no seu computador, ela optou por terminar de ler o mangá antes de ir ver o que era, já que não achava ser algo realmente importante.

Porém, assim que viu o assunto do e-mail ela ficou surpresa e ansiosa para lê-lo por isso o abriu o mais rápido que pode.

Remetente: Conselho Tutelar Coreana.

Assunto: Pedido de adoção.

Bom dia, senhoras Yoo, após a avaliação dos seus documentos e da entrevista por profissionais qualificados, chegamos à conclusão de que as senhoras são aptas a terem um filho, portando o pedido de adoção foi aprovado.

Agora as senhoras estão na filha da adoção e nossos profissionais estão à procura de uma criança que seja a perfeita para completar a vossa família, esse processo costuma demorar um pouco, mas não se preocupem com isso logo a família Yoo terá um novo ou nova integrante.

Obrigado por escolherem dar uma família a uma criança que não tinha uma, as senhoras não sabem como estão mudando para melhor o futuro desse pequeno ser.

Assinado: Concelho Tutelar Sul Coreano.

Mina não conteve as lágrimas de alegrias quando leu o e-mail, muito menos pensou duas vezes quando a ideia de ir ao trabalho da esposa contar a novidade passou pela sua mente, ela só deligou o computador trocou de roupa pegou a sua bolsa e foi para o ponto de ônibus mais perto já que Jeongyeon saiu com o carro mais cedo.

Por sorte o ônibus dela não demorou muito e logo ela já estava dentro dele, sentada em um banco, mais no fundo com um sorriso no rosto que provavelmente era invejado pelos outros passageiros.

— Posso saber o motivo de tanta felicidade da jovem moça? – Uma senhora de idade perguntou se sentando do lado dela, no veículo que ia relativamente devagar.

— Eu descobri que vou ter um filho. – Mina respondeu mantendo o sorriso no rosto e olhando para a senhora que sorriu com isso.

— Meus parabéns pela gravides. – Ela disse sendo contagiada pela alegria da japonesa e lembrando como ela mesma também ficou feliz quando soube que espera pelos seus filhos.

— Obrigada, mas eu não estou gravida, eu tive o pedido de adoção aprovado pelo concelho tutelar. – Mina explicou em parte entendendo a senhora ter feito essa associação.

— Me desculpe pelo erro, mesmo assim parabéns pela notícia, adotar uma criança é um ato muito lindo. — a senhora disse surpresa com a fala anterior da mais nova, mas ainda sendo contagiada pela alegria dela.

Mina em resposta a senhora deu um grande sorriso para a senhora e depois voltou a observar a paisagens pela janela do ônibus, reparando como que mesmo em um dia chuvoso a cidade parecia linda, talvez ela só reparou isso por cousa da sua felicidade que está fazendo ela ver o lado bom das coisas a sua volta, até as poças de chuva estão bonitas hoje.

Logo ela desceu no ponto do outro lado da rua ao estúdio de fotografia alugado pela sua esposa já a um bom tempo, então não esperou muito em atravessar a rua e entrar pelo prédio dizendo um rápido oi ao porteiro que por já conhecê-la deixou ela entrar sem avisar a mais velha por isso a japonesa foi direto para o andar do estúdio.

Assim que adentrou a porta ela pode ver sua esposa concentrada em tirar fotos da Tzuyu que vestia um vestido branco com flores coloridas, Mina com o gesto de silêncio com a sua mão pedindo para que a coreana não falasse de ela estar ali.

— Oi futura mamãe. – Mina disse surpreendendo a sua esposa e a envolvendo em um abraço, surpreendente.

— Olá amor. – Jeongyeon disse ainda surpresa e sem perceber o que ela queria dizer com a frase anterior. – Espera o que você quer dizer com isso? – Ela perguntou agora percebendo o que ela havia dito na frase.

— O pedido de adoção foi aprovado. – Mina disse sendo surpreendida quando a coreana a envolveu em um abraço a tirando do chão e dando um giro de alegria com isso.

— Amor. – Jeongyeon falou colocando um grande sorriso no rosto e até deixando algumas lágrimas de felicidade escorrerem pelo seu rosto.

— Espera, vocês vão adotar uma criança? – Tzuyu perguntou levemente curiosa sobre isso, já que não lembra de a amiga contar sobre isso a si.

— A gente semana passada entramos com o pedido de adoção e hoje a gente descobriu que o pedido foi aprovado. – Jeongyeon falou mantendo o sorriso no rosto em saber disso.

— Meus parabéns por derem sido aprovado o pedido de adoção. – Tzuyu disse sendo contagiada pela alegria das duas com a notícia.

(...)

A semana havia passado bem rápido e Sana estranhou quando foi acordada pelo despertador do seu celular vendo ser oito da manhã, logo ela lembrou o fato de hoje ser o aniversário de 15 anos de casada dela com a Momo, essa que ela sentiu falta ao não vê-la do seu lado na cama.

Porém sua surpresa feio quando ela viu o caminho de pétalas de margaridas brancas, sua flor favorita que a levava para fora do quarto, ela não pensou duas vezes e só simplesmente o seguiu chegando então na sala de jantar onde a mesa de café da manhã estava posta e havia ali um buque de margaridas que ela pegou e deixou o cheiro das flores adentrarem o seu nariz sorrindo com isso.

Foi então que ela viu a carta que estava embaixo do buque e decidiu lê-la para entender melhor o que estava acontecendo ali.

"Oi Sana, queria começar aqui lhe dando parabéns pelos nossos 15 anos de casadas, ou pelos quase vinte anos de namoro, ou mesmos pelos mais de 38 anos que a gente se conhece, realmente te conhecer foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida.

Parando para pensar muita coisa aconteceu nesses anos, primeiro a gente virou melhor amigas, melhores amigas inseparáveis que todo recreio estavam juntas naquela casinha de brinquedo do parquinho da escola, lugar onde nos duas demos o nosso primeiro beijo.

Foi nessa época também que a gente teve a nossa primeira briga, confesso que no momento doeu, mas foi necessário para a gente amadurecer, para a gente oito anos depois se reencontrar na faculdade em outro país.

Foi maravilhoso te encontrara naquela festa, ter aquela nossa conversa e mais ainda um mês depois virar a sua namorada, para cinco anos depois a gente estar dizendo sim no altar, sim para a melhor parte da minha vida.

Cada dia vivendo ao seu lado foi inesquecível, desde o dia que você me deu o Boo ainda filho como presente de aniversário, ao dia da adoção de cada uma das nossas filhas, elas que hoje são o motivo de todas as felicidades da minha vida, sei que recentemente passamos pelo momento mais difícil das nossas vidas, acredito que assim como comigo a saudade da nossa princesinha Hime esteja imensa e nunca passe, mas espero que nos duas consigamos aprender a conviver com isso e sei que nós nunca vamos esquecer dela.

Mas hoje é um dia feliz, um dia de comemoração e esse é só o começo, daqui a pouco por volta das 10h da manhã esteja pronta para sair de casa e espero que goste do que eu preparei para você.

Com amor da sua esposa Hirai Momo."

🎀

Obrigada por lerem.O que acharam do capítulo de hoje?Até o próximo capítulo.

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