Segunda Chance

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Ömer desenhou a İkinci Şans pensando não só em um recomeço, mas ele queria ver Defne com eles nos pés. Nenhuma mulher o afeta tanto usando salto, principalmente quando os modelos são criações dele. A volta para Istambul não foi nada fácil. Mesmo conquistando seu prestígio e sua empresa novamente, ele ainda não havia conquistado o mais importante, sua doce Defne, sua desastrada e brava Defne. Ele sentia tanta falta dela que no último ano não teve um dia que tenha estado sóbrio. Seus pensamentos estavam sempre com ela. As noites que passaram juntos se amando. Ele amava a timidez dela e como ela transformava isso em fogo e paixão de maneira doce quando estavam juntos. 

Hoje ele soube que ela provou a sandália e tudo que conseguiu imaginar foi em como elas devem ter ficado lindas  nela. Pensou como queria repetir a noite em que ele deu uma sandália preta no dia do aniversário dela. Naquela noite ele reservou um quarto de hotel de frente para o Bósforo. Uma noite só deles, sem Koray, sem Sinan, sem Neriman, sem Turkan teyze, sem trabalho ou preocupações. Eles se amariam sem reservas, sem limites. Ömer pediu que ela colocasse as sandálias e assim ela fez. Ele se ajoelhou diante dela e traçou beijos de suas coxas até os tornozelos e removeu com cuidado a sandália. Percebeu quando sua pele se arrepiou, ela sorria e olhava para ele daquele jeito que sempre o deixou sem ar. Ele jamais esqueceu daquela noite. Do cheiro dela na pele dele, do cheiro dos dois nos lençóis. Hoje tudo que ele queria era repetir aquela noite com sua doce Defne usando a ikinci şans .


Alguns dias depois...


Defne e Omer se encontraram na festa e ela finalmente aceitou recomeçar com ele. Ela foi para casa, mas ele não conseguiu esperar. Ela queria vê-lo na camisa caqui e ele a veria na sandália. No meio da noite mandou uma mensagem, um taxi e uma caixa. Defne não sabia o que fazer mas fugiu mesmo assim e foi ao encontro do moreno. Na caixa ela encontrou as sandálias com uma mensagem: Aguarde para usar para mim. Antes de sair ela colocou um vestido justo com as costas nuas azul marinho. Chegou ao local e mal conseguia andar do tanto que tremia. Era um chalé aconchegante e isolado. Sentiu cheiro de chocolate e café logo na entrada. Antes que ela pudesse bater na porta, ele abriu. Por um minuto o mundo deve ter parado. Eles se olhavam com saudades, amor, paixão, dor e esperança. Ömer a puxou pela cintura e uma mão abriu espaço em seus cabelos. Ele a beijou como nunca antes. Um beijo sedento e apaixonado. A noite foi perfeita. Ele usava a camisa cáqui que ela tanto queria ver e fez questão de tirar botão por botão enquanto olhava nos olhos dele sem pressa. Ömer assistiu com prazer enquanto ela calçava as sandálias lentamente. Ela sabia o quanto ele amava vê-la de salto. Depois ela caminhou até ele, sentou em seu colo e acariciou sua barba. Eles se olhavam tão profundamente que palavras não eram necessárias. Ele a levou até a cama. Virou-a de costas para ele e acariciou a pela exposta com o dedo, traçando caminhos do braço até os ombros e descendo pela curva de suas costas. Deu pequenos beijos em seus ombros e pescoço. Minutos depois não sobrou nada além das sandálias. Ele fez questão de tirar da mesma forma que fez um ano atrás. A  espera um pelo outro foi longa demais. A noite foi perfeita, foi um recomeço, uma segunda chance. Eles estavam em casa novamente.

İkinci Şans - DefÖmStories to obsess over. Discover now