Uma carta, uma recordação

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Eu me perdi no profundo abismo dos teus olhos. Tão belos eles me encaram, em uma grande melancolia junto de um pequeno misto de esperança. Eles fizeram com que um dia a vontade que eu tivera de morrer desaparecesse, tudo graças ao teu tão inocente e belo amor.

Todos os seus toques são como um terapeuta, eles me socorrem e são agraciados de afeto que me fazem desmoronar em questão de segundos, sem importar nada mais, e libertar todos os medos que um dia eu guardei pra mim, mesmo sem eu ao menos querer.

Hoje eu te aguardo na calçada, bem em frente a tua casa.

É uma bela madrugada de Domingo, e eu quero passa-la ao teu lado, e compartilhar os bons momentos.

Não precisamos ir muito longe meu amor, vamos apenas sentar nesse meio-fio e nos perder entre as estrelas enquanto buscamos pela a D'alva.

Sem preocupações, sem nada. Mesmo que amanhã tenha aula.





Seus cabelos bicolores, de tão belos me paralisaram, e me levaram a loucura.

Não há nada mais perfeito e cativante, nem mesmo as incríveis canções de Beethoven, Mozart ou Orféu o superariam.



Deus dos meus sonhos você se tornou, tu és a versão aprimorada de Morfeu.

Meu coração.

Em um labirinto de Dedálo, ele se perdeu.

Perdeu-se por inteiro.



























Me perdi no abismo dos teus belos olhos heterocromáticos, cheios de sentimentos e abismos insondáveis.

Mas que ainda assim, conseguiste fazer desaparecer o meu desejo pela a morte.

Teu amor me socorre, e teus cabelos bicolores eu admiroStories to obsess over. Discover now