Caro diário, meu nome é Alice e, no momento, vou para Nova York fazer um exame para tentar entrar em uma faculdade, pretendo ficar na casa da minha tia, caso eu passe. Estou um pouco nervosa, mas acredito que vou conseguir ter o hábito de escrever diariamente aqui, minha mãe disse que vai me ajudar a me acalmar.
- Alice, vamos! Você vai acabar perdendo o horário do avião e não se esqueça das suas coisas, na ultima vez que viajamos tivemos que voltar por causa disso.
- já estou indo mãe.
A porta se abre e minha mãe fita-me com os olhos de maneira como se fosse me colocar na mala para me levar de uma vez.
-Precisamos ir! Vai se atrasar se continuar assim, eu quero que você chegue logo antes que eu desfaça as suas malas.
Em um tom chorando e limpando as lagrimas, ao observar as coisas do meu quarto, ela respira fundo, abrindo um sorriso e disse.
-Nem to acreditando que minha filha terá que partir, todos esse anos eu a vi amadurecer, mas parece que passou muito rápido, eu e seu pai sempre nos perguntávamos "Como seria você quando estivesse mais velha?".
- Mae, não e um adeus, a gente sempre vai se falar e ainda voltarei aqui para ter visitar, ou também você pode me ver na casa da Tia Carla e terei muitas novidades pra te contar.
Abraco minha mãe, devo confessar que também me sinto estranha saindo de casa, sei que vou sentir muita falta deles, dessa casa, e das amizades que fiz aqui.
buzina toca em seguida.
- Seu pai chegou, vamos pegar suas coisas , mas Alice, antes da gente irmos, preciso te dizer algumas coisas.
-O que mãe? Pode dizer.
-Se por acaso você encontrar um garoto e vocês acabarem...
-Mae! Não começa com esses assuntos.
Pego minha mala e saiu do quarto e vou descendo como escadas, ao entrar no carro, vejo meu pai serio mexendo no celular, eu acho que estava resolvendo alguma coisa importante, então coloco minhas malas no carro e fomos para o aeroporto. No caminho, enquanto eu observava a estrada eu lembrei de um sonho que estava mais para um pesadelo(...) foi então pai começou a falar comigo sobre as coisas que eu devo prestar atenção.
-Alice chegamos. Bem, cuide-se e lembre-se das coisas que eu disse.
-Pode deixar pai, eu vou lembrar.
-E o que eu disse mesmo? Lembre-me então.
-Sempre observar as coisas ao meu redor, nunca confiar em ninguém, principalmente em garotos estranhos, fazer o dever de casa, confiar nas minhas capacidades e, acima de tudo, seguir sempre em frente e ter coragem.
-Ótimo! agora vá e me liga quando chega.
- Ate logo, te verei logo.
Foram algumas horas de avião ate Nova York. Assim que eu cheguei estava procurando minha tia Carla, olho ao redor e não a vejo, em seguida meu celular toca.
-Alo, Alice, então eu tive um imprevisto no trabalho terei que chegar mais cedo, meu chefe sofreu um acidente, estou aqui fora no estacionamento esperando você, venha rápido!
- Esta bem tia estou indo.
Pergunto a um funcionário qual era a direção para o estacionamento, ele me disse para seguir o corredor e virar a direita.
Começo então a andar em passos rápidos (correr) no corredor, ao me virar, esbarrei em alguém e perdi o equilíbrio. Quando estava perto de cair, ele me segurou com seu braco, nesse momento, percebi um anel com um tipo de cristal azul.
Eu pedi desculpas, enquanto continuava meu caminho e, nesse tempo, acabei ouvindo ele dizer "Tudo bem".
Sem quase olhar para nada, fui seguindo ate o estacionamento, abri a porta do carro e entrei e ela me pediu desculpas pelo o atraso
-Esta tudo bem Tia Carla eu acabei de chegar, eu vim correndo assim que você me ligou eu ate esbarrei em um homem.
-Um homem? ele te fez alguma coisa?
-Não ele só me impediu de cair de cara no chão.
-Ele era bonito pelo menos? - Ela fala com um tom de brincadeira enquanto olha a estrada.
-Eu não cheguei a ver o rosto, mas ele parecia estar arrumado e tinha um anel.
Tia Carla faz uma cara de confusa e me diz que ele provavelmente era casado.
-Não parecia ser um anel de casamento, tinha uma pedra azul nele, acho que era uma era herança de família.
Em seguida chegamos em sua casa, era grande o lugar, mas minha tia morava sozinha, fui direto para o quarto e ela foi trabalhar. Começo a desfazer minhas malas e ouço um barulho vindo do guarda roupa, porta se abre e eu dou um grito.
-Surpresa! Sentiu minha falta?
-Camile?! E você, quanto tempo que eu não te vejo. Espera ai, como você entrou aqui?
-A Carla me deixou entrar, quando eu soube que você estava vindo pra cá não pude evitar em vir.
Demo-nos um abraço.
-E muito bom te ver de novo Alice, se arruma, iremos sair.
Levanto uma das minhas sobrancelhas
Onde vamos?
Ela disse que era uma festa, apesar de eu estava um pouco cansada, decidir ir para me divertir com minha amiga, porem não faço ideia de onde seja.
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Kayn o Príncipe das Trevas
Historical FictionUm meteoro cai sobre a terra perto de uma cidade chamada Nova York, Kayn sente uma presença estranha no ar depois desse evento, e vai investigar, ao decorrer do tempo descobre que a uma ordem por trás disso chamada Vangola, e que tem respostas sobre...
