Too Late

1 0 0
                                        


Tudo havia começado 5 dias atrás.
O som alto do vizinho fez que Peter saísse do seu apartamento para bater na porta 42, Peter não é do tipo de vizinho que reclamasse de som alto ou gritarias que era comum naquele prédio de estrutura antiga de péssima acústica.
Quem levasse seu parceiro para uma noite ‘amorosa’, é facilmente descoberto seja pelos gemidos altos ou pelas batidas da cama na parede. Peter é um dos culpados que corriqueiramente havia uma mulher diferente em sua residência.
Demorou para a porta ser aberta pelo seu vizinho Bill com uma barba consideravelmente grande com cabelo curto no rosto redondo com uma bermuda e uma camisa azul lisa.
-Fala cara – Peter fala numa voz cansada, seu estado é visivelmente deprimente – será que pode diminuir o som um pouco, tenho um caso importante amanhã.
Pela amizade recém formada dos dois homens não houve problemas. Bill é o típico nerd que não bebe, viciados em jogos e assuntos geek e as noites de som alto é geralmente das resenhas marcadas pelos amigos que manteve desde a faculdade, qual o som é apenas alto por causa dos amigos que gostam de dançar.
-Sem problemas – Bill fala concordando com a cabeça, baixar o som será até um alivio para si.
Peter espiou dentro do apartamento do vizinho e pode ver mais 5 amigos lá rindo segurando garrafas de alguma bebida alcoólica ou um copo.
Duas mulheres riam sentadas segurando suas bebidas estimulando passos de danças enquanto uma garota com short curto verde com uma blusa do batman com os cabelos bagunçados castanho bem claro dançava sensualmente engraçado acompanhada por um garoto de pele morena com uma blusa do coringa. Os dois se divertiam dançando.
Peter ficou hipnotizado com o sorriso da garota e pela forma que seu corpo se mexia, mesmo que fosse apenas para ser engraçado. Achou atraente.
Por mais que quisesse se auto convidar para a festinha caseira, o trabalho no dia seguinte é muito importante e precisa defender seu cliente.
E agora, 5 dias depois... sábado anoite.
Lembra quando foi mencionado no começo que as paredes são finas e qualquer gritaria é escutada? Pois é... Isso incluem batidas violentadas em portas. Peter deu o pause na serie que assistia e tentou escutar qualquer conversa.
-Seu ridículo! – uma voz feminina furiosa sendo acompanhada por uma batida na porta – pois eu vou! ... sozinha! Acompanhada! O que te importa??
A voz fica cada vez mais alta deixando claro que quem fosse falando está no corredor. Peter é curioso o suficiente para ir ao olho magico e com seus olhos azuis quais puxaram ao seu querido pai falecido ver quem é.
O homem engasgou com a própria saliva ao ver a mulher com sorriso bonito e movimentos maravilhosos. Não teve como não abrir a porta e encara-la.
-Quem é você? – a voz confusa da menina fez que levantasse uma sobrancelha e apertasse a jaqueta de couro nas mãos.
-Desculpa, Peter Hale, eu ouvi ah... as paredes são finas – Peter gagueja, não é acostumado a gaguejar tem um treinamento incrível em tribunais, porem apenas se colocou em uma situação a qual não havia pensado nas palavras que usaria.
-Merda... – a menina veste a jaqueta deixando seu visual mais bad girl, seu olhar é frustrado e até séria a mulher tem uma beleza exorbitante – Sou Rhonda e esse merda que mora ao seu lado me deixou muito furiosa.
Peter olha para a mulher a sua frente com mais detalhes. Seu rosto é de boneca com pequenas marcas de espinha que ainda insistia em permanecer em seu rosto, os olhos castanhos pouco fechados encarando o homem, o cabelo ondulado castanho claro, os lábios cheios rosados e pequenos, a calça jeans rasgada no joelho e na coxa, a botinha negra curta de salto e sua jaqueta de couro. A chave pendurada na calça demonstrava que a mesma tem um carro de uma marca cara.
-Posso saber o que ele fez para você? – Peter pergunta se apoiando na porta.
Peter é um homem bastante bonito, o que chamou a atenção da garota que apertou os dentes. Peter tem um cabelo castanho bem claro podendo ser considerado loiro, sua barba rala e lábios finos são belos e seus olhos azuis são hipnotizantes. Sem mencionar seu corpo musculoso com pelos claros espalhados pelo corpo, tal detalhe a garota percebeu olhando para blusa gola ‘V’ e pelos braços.
-Eu gosto de sushi e ele não – Rhonda morde os lábios olhando para o teto – esse merda falou que se eu comer sushi ele não vai falar comigo e que não vai me dar carinho por que vou ficar com bafo de peixe cru.
-Ui – Peter gemeu ao pensar que o vizinho Bill é calmo e falar algo assim para uma mulher tão linda é surpreendente. E pelo que escutou antes pode crê que não teve exageros – eu gosto de sushi se quiser minha companhia. Conheço um lugar ótimo.
Rhonda não pensou muito em aceitar.
-Vamos no meu carro – a garota fala colocando as mãos no bolso na jaqueta e deixando todo seu peso na perna direita.
Peter sorriu que acabou tirando um sorriso da garota. O homem apenas puxou a primeira jaqueta pendurada na cruzeta ao lado da porta e calçou o tênis preto. Por sorte estava vestido com uma calça jeans velha larga o que lhe poupou tempo em trocar por algo mais apresentável e a camisa é uma de manga comprida fina cinza.
-Então qual seu sushi preferido? – Peter pergunta ao lado da menina com seu mais galante sorriso.
-Eu não sei os nomes, eu apenas como – Rhonda responde ficando sem graça, sua memória não é boa – gosto de todos!
Peter fez mais perguntas banais para engajar um assunto bom e rápido dos pratos de comidas fizeram uma viagem global e conversavam sobre diversos pratos.
Rhonda detalhava os ingredientes das receitas para Peter entender qual prato era mencionado, por fim eles procuravam na internet para ver se estavam falando na mesma coisa.
Peter pode perceber a falha na memória da garota o que achou peculiarmente engraçado e cativante, e inversamente a Rhonda achou incrível como Peter acompanhava seu raciocínio dos pratos alimentares diferentes.
E noite seguiu com um diálogo impressionante. O assunto mudava com uma frequência incrível, os dois empenhados em não deixar a conversa morrer ou ficar desconfortável.
O loiro de olhos azuis não havia perguntado seu nível de intimidade com seu vizinho para tal “carinho” que vai deixar de ter por causa de um sushi. Realmente, ficou com medo de ouvi a resposta.
-Trabalha com o que? – Rhonda pergunta melando um bolinho de arroz no molho inglês.
-Sou advogado e o que a senhorita faz no seu dia a dia? – Peter pergunta encostando a costa na cadeira do restaurante.
-uhhh sou a veterinária do canil da polícia federal – Rhonda responde.
Os dois adultos começaram a perguntar as curiosidades e mitos que rondava nas profissões alheias fazendo que o assunto se estenda mais ainda.
Se estendeu tanto que foram obrigados a passar num mercadinho para comprar vinho, vodka e licor. A última bebida a mulher acabou criando um laço forte e principalmente quando mistura com refrigerante ou suco para degustar no dia a dia. E irem para o apartamento da mesma.
Peter tirou os sapatos e a jaqueta ficando bem a vontade no apartamento, a mulher pediu licença que trocaria de roupa rápido enquanto o homem serve as bebidas e procura uma playlist adequada no Spotify.
O rápido da garota durou 10 minutos a mesma volta com o cabelo penteado, um short vermelho que crê que é de um conjunto de pijama com uma camisa preta lisa com uma camisa listrada vermelha aberta cobrindo até a metade de suas nádegas, o pescoço molhado e o cheirinho de sabonete dedurou para o homem que havia tomado um banho.
-Agora vou ficar sentindo que eu estou fedendo – O homem falou sarcástico com um sorriso sem dentes.
-Se quiser tomar um banho, eu tenho umas camisas grandes que talvez caiba em você – a mulher se joga no sofá.
-Camisa grande? – Peter pergunta curioso aproximando uma taça de vinho dos lábios.
-Fiz um book fotográfico sensual – a mulher abriu um sorriso convencido – e comprei umas roupas diferentes como blusas masculinas, mas você é grande... não sei se caberia.
-Estou curioso para saber o resultado dessas fotos – Peter pediu ainda com seu sorriso sem dentes – posso vê-las?
A mulher sorri concordando, puxando o celular do bolso e sinalizando para a garrafa de vinho aberta na mesa de jantar. O homem entende indo pegar a garrafa em uma mão e na outra as duas taças de vinho uma cheia e outra não.
Os dois ficaram próximos quando a mulher começou a mostrar as 20 fotos, todas com tons sensuais feita no próprio apartamento da mulher.
Uma foto em especial ficou sendo admirada pela mulher, não é a foto mais sensual de todas, uma foto de corpo inteiro na parede com as pernas abertas levemente definidas com uma camisa masculina de manga comprida com um ‘V’ deixando evidente o decote.
-Essa é a camisa que estava falando – Rhonda fala olhando para o homem que balança a cabeça pensando no que falar.
-Acho que prefiro ver você vestida nela – Peter flerta fazendo a garota ficar vermelha.
Rhonda concorda com a cabeça tomando o resto de vinho na taça.
Por mais que segundos os dois ficaram com a coloração vermelha, mais duas taças de vinho, a menina já ria por motivos banais e Peter empenhava em fazer a risada não parar.
Peter passou o braço por volta da veterinária que se aconchegou no peito másculo e com as pernas dobradas estavam coladas na perna do homem.  O clima entre a dupla é mais que palpável, não demorou muito para um simples selar acontecer.
Do selar foi para um beijo mais profundo... Mais íntimo... Não abusaram do tempo aproveitando de cada toque.
A mão masculina apertou a coxa alheia com delicadeza, é óbvio que está testando os limite que pode atingir.
Até que a necessidade de mais contato gritou nos corpos. Rhonda segurou no braço alheio para se puxar para montar no homem, pernas por volta do corpo de Peter pesando na intimamente masculina.
Não demorou muito para Peter acariciar os braços femininos, com um certo músculo que fez o homem supor que a mesma gasta um certo tempo na academia, chegando no ombro e tirando a camisa listrada.
Os lábios haviam um encaixe perfeito mesmo para um primeiro contato, os dois se exploravam e descobriam a melhor forma de combinar os toques. Entre mordidas dos dois lados sendo acompanhado com uma risada divertida.
A mulher segura os cabelos curtos loiros induzindo o afastamento dos lábios e guiando para o próprio pescoço. O qual foi marcado com todo carinho do homem.
Peter aproveitou para fazer um pedido mudo colocando as mãos na cintura da mulher a fazendo rebolar.
O gemido rouco de Peter foi abafado pelo pescoço feminino, o contrário do controle do Hale, Rhonda estremecia no colo alheio ao sentir a barba rala roçando entre o pescoço e ombro.
-Inferno, isso é bom demais – Rhonda fala baixo mordendo o lábio.
-E eu nem comecei – Peter sussurra rouco na pele da mulher que apenas não derreteu por que é humanamente impossível – Tira essa roupa.
O tom de voz foi de ordem a qual foi prontamente feita. A camisa foi arremessada e o sutiã Peter apenas com uma mão o tirou. Peter se maravilhou com o corpo, o seio do tamanho médio, uma cintura menor que o quadril e um abdômen definido.
-A polícia faz você treinar esse corpo? – Peter pergunta iniciando um selo da clavícula até o seio direito parando nele e o chupando.
A resposta não foi respondida, Rhonda gemeu no lugar. Peter deitou a mulher no sofá ficando no meio de suas pernas.
-Tira a sua roupa ou vou mostrar o que eu aprendi na academia – Rhonda fala com um sorriso sem dentes.
-Por mais que eu queira ver o que você aprendeu – Peter fala ficando com o tronco erguido segura na cintura da mulher e simula uma estocada – estou a suas ordens.
O resto das roupas foram tirados pelo homem.
Os corpos nus se esfregando fazia ambos esquecerem da realidade, o homem descobriu todos os pontos sensíveis da garota com a língua.
Explorou as partes íntimas da mulher por um longo tempo sentindo a mesma ficar mais molhada a cada momento. Até jugou pelos gemidos nada baixos que a mesma havia gozado.
O homem parou dois segundos para pegar um preservativo em sua carteira, colocando em si. Logo, encaixando-se entre as coxas da mulher e a penetrando calmamente com movimentos lentos permitindo sentir a musculatura apertar em voltar de seu membro e parando quando viu que está  quase todo dentro da mulher.
O vai e vem é lento, mas preciso. As mãos grandes masculinas segura firme a cintura e o cabelo, havia uma troca de beijos melosos e carinhos feito pela barba rala no pescoço da mesma que fazia o corpo inteiro estremecer. Tal combinação foi facilmente repetida pelo resultado positivo.
-Rebola para mim – Peter sussurra no ouvido de Rhonda antes de puxar seu corpo mais para perto mudando de posição deixando a castanha no comando.
A mulher sorri colocando as mãos no ombro largo se apoiando e começando a rebolar de formada variadas que melhor trás prazer próprio. Movimentos circulares e subindo e descendo.
Peter sorriu para a mulher que mordia o lábio de olhos fechados segurando altos gemidos.
Os movimentos ficaram cada vez mais firmes no sofá do apartamento, firmes e fortes ganhando certa velocidade a cada momento que o desejo implora por mais.
-Rhonda... – Peter segura forte as nadegas da garota ajudando na penetração.
Rhonda percebeu que não duraria mais tempo aquela transa então se aproximou do ouvido do homem soltando gemidos baixos com palavras obscenas aumentando o ego do parceiro que ao ouvir bateu na bunda da mulher que fez soltar um suspiro surpreso e a estocada do homem mesmo sentado agora toma as redias. A mulher riu internamente.
Chegaram ao êxtase quase ao mesmo tempo, Rhonda se certificou que a mesma chegasse primeiro o que deixou seu corpo mole e fraco que ficou frágil sobre o corpo masculino que teve o prazer de abraça-la.
Peter não prolongou o contato tirando a mulher de cima de si para poder tirar o preservativo grudento dando um nó na boca do plástico caminhando até o banheiro para jogar fora. Ao voltar pegou a bebida mais forte que haviam comprado servindo  na mesma taça de vinho e servindo para mulher que aceitou de bom grado.
-Aguenta mais uma? – a mulher perguntou com os olhos pedintes com o lábio próximo da taça.
-Aguento toda noite – Peter responde dando um gole direto do gargalo da garrafa ficando de joelho diante da mulher no sofá que teve a perna aberta e acariciada pelo homem.
-Desafio aceito – a mulher gemeu as palavras.
Peter Hale enfiou seu rosto na parte íntima da mulher. Ficou ali chupando e passando até seu membro ficar duro novamente e ter seu fôlego recuperado.
...
...
...














You've reached the end of published parts.

⏰ Last updated: Aug 02, 2020 ⏰

Add this story to your Library to get notified about new parts!

Tem quem queira Where stories live. Discover now