Prefácio.

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A poesia que me preenche pode não preencher você, minha arte é pura tanto quanto o orvalho que cai no asfalto úmido.

Agradeço a minha mente por ser tão sensível, a ponto de ver o sol e se perguntar o porquê de sua estadia flutuante e quase infinita, por toda noite poder ver a lua pálida e solidária rondando minha janela sentindo calafrios por tentar entender sua primorosa e exuberante beleza.

E por fim, espero que sua leitura seja tão prazerosa como um sonho apaixonado, um beijo acalorado pela sua amada ou amado, como um café a tarde com pôr do sol alaranjado na paisagem distante, como um abraço tão quente que acelera o coração.

Que todos ou até mesmo um poema te faça refletir sobre a vida ou (até) a morte.


Lagos de Puro desprazer em Ser

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