As madrugadas eram facínoras. A porta do quarto estalava por alguns segundos antes de se romper permitindo que “aquilo” entrasse. Uma fumaça escura preenchia todo o cômodo, se moldava numa silhueta macabra que se arrastava até a beira da cama só para enfatizar:
— Quando o sol se apagar e o sangue dos seus filhos escorrer à deriva na escuridão, farei questão de vir te buscar pessoalmente!
