A dor que vem de dentro
Toma meu folêgo pouco a pouco
Querendo me fazer sucumbir com
O que ainda há de vir.
Levando cada suspiro
Vou lutando para me manter nessa
Batalha.
E quando a derrota se mostra iminente
Rasgo o meu peito e grito de agonia
Para que nas entranhas do meu ser
Eu encontre meu último suspiro
E assim, declarar minha vitória e
Dormi ao sono dos justos.
