O travesseiro bloqueando minha respiração faz o quarto se tornar cada vez menor. O oxigênio está se rarifazendo e não é mais possível respirar. Ainda me pergunto o porquê de estar em Ganímedes de Júpiter. Já estive em Titã, uma vez. Observava Saturno e seus anéis sufocados de lixo cósmico. Me mudei, contudo não vejo Júpiter há algum tempo.
Minha visão é perfurada por agulhas radioativas de Urânio-235 e o que vejo são flores de tom vermelho-ruído em um fundo azul-silêncio.
Não posso mais sair de Ganímedes, a menos que volte para a Lua. Não quero voltar à Lua, quero ficar em Ganímedes.
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Até amanhã
Random"Nunca saímos do ônibus." "Não posso mais sair de Ganímedes, a menos que volte para a Lua. Não quero voltar à Lua, quero ficar em Ganímedes." Uma visão de encontros sem sentido. Os narradores da história não sabem o que está acontecendo. Nem ao meno...
