A manhã iniciou-se com um raio de sol cruzando as cortinas da janela de vidro, até tocar o rosto da moça adormecida na cama de solteiro. A luz do sol perturbou seu descanso fazendo com que ela acordasse e imediatamente levasse a mão ao rosto. Seus pés tocam ao chão, ela vai até a janela e em um puxão só, abre as duas cortinas, e então o sol invade por completo o quarto. Ela abre uma das gavetas da cômoda de madeira envernizada e opta por pegar uma blusa branca de mangas longas, e uma calça jeans azul escuro, ela calça suas botas pretas de montaria e então vai até o espelho tentando decidir o que fazer com suas madeixas loiras um tanto longas, ela revira os olhos, nunca ligara para aparência, ela resolve as deixar soltas.
Ela sai do quarto fechando a porta, descendo as escadas de madeira ela encontra a cozinha, e logo começa a quebrar ovos em uma panela, e os fazer mexidos, na mesa já haviam três copos com suco fresco de laranja, entre eles a moça intercala pratos de louça brancos, então ela começa a servir os ovos mexidos nos pratos. Ao ouvir paços no alto da escada, ela olha imediatamente, e um sorriso largo se faz no rosto da loira, descia um homem de cabelos grisalhos, camisa xadrez, calça jeans e botas de montaria, Ao chegar até a moça, ele deposita um beijo em sua testa.
—Bom dia minha filha.- Ele senta-se a mesa.
—Bom dia pai.- Ela junta-se a ele.—Lily já está acordada?- pergunta a loira, logo bebendo um gole de suco.
—Sua irmã saiu cedo.-Diz o grisalho.
—Eu não entendo por que ela faz isso, ela sabe que está segura no lado de dentro da cerca, e insiste em dar essas saídas.- Diz a moça irritada.
—Ela sente muita saudade da mãe de vocês, esse é o luto dela.-diz o grisalho acalmando a sua filha.
—Eu vou atrás dela.- A moça levanta.
—E vai deixar o velho aqui tomar seu café sozinho?- Pergunta o grisalho sorridente.
—Charlie, você não está velho, e eu já volto pra terminar o café em família.- ela da um beijo na testa de seu pai. A moça abre a porta de casa.
—Sarah, não esqueça seu casaco.- Diz Charlie preocupada para filha que estava prestes a sair.
—Os tempos não são mais os mesmos pai, não é o casaco que vai me proteger do que há lá fora.- A loira fecha a porta. Charlie vai até a estante atrás da mesa do café, e pega a foto de uma mulher loira.
—Nossas filhas cresceram, meu amor.- Ele beija a foto.
Saindo da casa, Sarah avista as pessoas plantando, as crianças brincando, conversando, uma vida totalmente normal, sem se importar com o que havia lá fora, elas se sentiam seguros e unidas. Passava uma moça distribuindo maçãs, logo Sarah pega uma.
Sarah avista moço alto não muito atlético, cabelos castanhos escuros, iguais aos da pequena menina que ele brincava.
—Ei Connor.- Sarah chama atenção dele.
—Sarah, como vai?- Ele aproxima-se Sarah com as mãos no bolso do colete cinza social.
—Vou bem, e você?- Sarah pergunta com as mãos escondendo o sol que atrapalhava suas vistas.
—Vou bem. Precisa de alguma coisa?- Pergunta Connor.
—Você viu se a Amélia já chegou?- Pergunta preocupa, Sarah.
—Ela saiu cedo, o sol nem tinha nascido, estava com a caminhonete do seu pai.- Relata Connor.— Mas não fique preocupada, ela já deve estar voltando, Amélia sabe se cuidar.-Connor acalma Sarah.
—Eu sei, obrigada Connor.- Agradece Sarah.
—Se precisar, estou as ordens.- Ele faz uma reverência desajeitada, e logo vai em direção a menininha de cabelos escuros.
—Connor.- Ela chama a atenção dele novamente.- De para a Alice.- ela joga a maçã para Connor, que pega de primeira, logo entregando para a garotinha que acena para Sarah, que retribui.
Sarah vai em direção ao seleiro, onde ficavam os três cavalos que sobrará, entre eles, ela tinha um favorito. Antes do apocalipse, ela praticava hipismo, o tal cavalo, sempre foi seu companheiro.
—Oi garotão, está pronto pra mais uma?-Pergunta Sarah ao animal, que relincha em resposta. Ela veste nele sua cela, e o monta.
O dia começou cedo para Lily, mal havia amanhecido, o sol ainda se escondia. Ela vestiu sua roupa cautelosamente, uma calça jeans cintura alta, uma blusa manga curta cor preta, seu casaco na mesma cor da blusa e seus tênis pretos. Seus cabelos curtos e castanhos ficaram soltos. E então ela desceu as escadas e foi até o gancho ao lado da porta, onde pegou a chave do carro, abriu a porta e saiu de sua casa. A caminho do carro ela da de cara com um homem alto que fazia vigia.
—Onde você vai? O sol nem nasceu ainda.- adverte Connor.
—Connor, não pensei que havia alguém acordado a essa hora.-Lily muda o assunto.
—Estranho é alguém conseguir dormir tranquilo com os tempos do jeito que estão.
—Concordo, Connor. Eu adoraria conversar, mas eu preciso sair agora, pode abrir o portão para mim? Por favor.- Pede Lily ao que estava de braços cruzados.
—Eu abro o portão, mas prometa que voltara em segurança e antes de Sarah e Charlie acordar, não os preocupe.- Conor permanecia com os braços cruzados.
—É claro, Muito obrigada Connor.- Agradece ao amigo, logo entrando no carro e dando partida. Conor saca sua chave e abre o cadeado do portão, Lily prossegue com seu carro, o vidro do motorista totalmente aberto, o vento em seu rosto, esse momento a libertava, ela põe uma fita antiga, de uma música que ela mal conhecia, acontece que o momento pedia aquilo e ela o respeitou. Após um tempo na estrada de terra, o sol já havia nascido, quando mesmo sem pisar no freio o carro parava lentamente, ao checar o carro Lily já percebe a gasolina zerada, um soco no volante para expressar a sua raiva no momento, ao observar onde estava Lily logo nota que haviam cinco mortos andando lado a lado. Lily sem muitas opções, decide descer ali mesmo, já chamando atenção de um dos zumbis ao bater a porta, ela vai até ele acertando no meio da testa, puxando sua faca e acertando o segundo entre os olhos que cai por cima dela em seguida o terceiro se joga por cima de Lily e do morto. Ela solta alguns gritos e tenta alcançar sua faca, logo a morena ouve trotar de um cavalo, sem perceber o cavalo já pulava por cima dela e acertava o pouso certo em cima do quinto zumbi que logo foi morto com uma facada dada por Sarah, que desce de seu cavalo indo até a irmã, acertando o quatro que estava a atacando. Lily tira os corpos de cima de si, logo, sua irmã a estende a mão, sem pensar duas vezes Lily a pega. As duas sentam lado a lado. O cavalo pastava no campo, enquanto as duas irmãs observavam.
—Nossa mãe não iria gostar de te ver se arriscando assim.- Sarah inicia a conversa.
—Eu gosto de sair sozinha, estava indo tudo bem.- diz Lily ainda olhava o cavalo, enquanto sua irmã a olhava nos olhos.
—As coisas estão difíceis aqui fora, sabe que não estamos seguras fora da cerca.-Diz Sarah.
—Um dia não teremos mais a cerca para nos defender, e você sabe disso.- Lily diz convicta, e no fundo Sarah sabia que a irmã estava certa. Um silêncio toma o local. Logo Sarah o quebra:
—Vamos.-. A loira levanta limpando as suas calças e estendendo a mão da irmã, que também limpa as suas calças em seguida. Sarah assovia, e logo grita.- Garoto!!!.- Chamando a atenção do cavalo que vai até sua dona. Ela o acaricia e o monta, em seguida Lily sobe no cavalo de sua irmã a abraçando por trás.
O portão da fazenda estava aberto, ao lado uma placa escrito “Fazenda dos white”, no portão Connor e Charlie trocavam palavras, atrás deles alguns curiosos.
—Eu vou atrás delas.- Charlie já dava as costas, quando Connor chamou sua atenção.
—Não será necessário, olhe.- Conor aponta para as irmãs que se aproximavam, Sarah desce de seu cavalo e em seguida sua irmã Lily. Sarah entrega o “Garoto”para o homem parado ao seu lado para que o ponha no celeiro novamente. As irmãs vão até Charlie, que as abraça, depositando um beijo na testa de cada uma. Conor fechava o portão.
Os três vão até a casa. Lá dentro Charlie cruza os braços.
—Quantas vezes tenho que dizer pra não cruzar o portão sozinha senhorita Lily.- Charlie a repreende.
—Quantas vezes tenho que dizer que não sou uma criança? – Lily rebate.
—Você mora comigo, portanto eu mando em você.- Charlie agora aponta para Lily.
—Suas regras morreram lá fora junto da metade da humanidade e só você não percebe.- Lily sobe as escadas e bate a porta do seu quarto.
—Eu falo com ela.- Sarah já ia em direção da escada quando seu pai a interrompeu:
—Eu falo com ela.
Charlie sobe as escadas rapidamente só segundo andar haviam quatro portas, nas primeiras os quartos de Lily e Sarah e as últimas o de Charlie e o banheiro. Ele vai até o quarto de Lily que estava com a porta entreaberta, Charlie bate na porta e entra em seguida. Lily observa uma fotografia de sua família. Charlie inicia a conversa:
— Quando cheguei aqui na fazenda, já não havia mais tempo para comprar algum presente para você, para Sarah lembro de ter comprado um ursinho. Mas, quando eu olhei para o lado, uma flor de lírio, uma única flor, e eu achei estranho, pois nunca havia visto lírios na região, eu colhi e levei até onde vocês estavam, Sarah já estava ansiosa na porta do quarto querendo conhecer sua irmãzinha mais nova, dei um beijo em Sarah e disse para que ela esperasse. Então eu entrei no quarto, a luz do sol iluminava as duas, era lindo ver, como ela era cuidadosa com a nossa pequena recém chegada. Eu entreguei o Lírio pra ela, logo tive que limpar a lágrima que descia do rosto de sua mãe, então ela falou “que nome daremos a ela?” eu já comecei a citar os nomes da minha preferência, o que fazia ela gargalhar, mas riu ainda mais quando eu opinei por “Gardênia”.- Lily solta um sorriso.- Então ela olhou para o Lírio, em seguida para você e disse “O nome dela será Lily, em homenagem a flor de lírio que trouxe para ela”, eu só pude dizer o quão perfeito era o nome.- Lily abraça seu pai. Naquele momento os dois sabiam que mais nenhuma palavra precisava ser dita.
Sarah estava de pé com as mãos em cima da mesa se apoiando, quando batidas fortes eram disparadas na porta de madeira. Sarah abre a porta, ali estava uma mulher que aparentava seus quarenta e cinco anos, cabelo ruivo natural, com aspecto desbotado, seus olhos verdes olhavam nervosos os de Sarah.
— O que foi, Rachel?
—O poço secou.- Responde Rachel.
—Não é possível, merda.- Sarah cruza os braços.
Charlie e Lily ao escutar vozes, logo decidem descer.
— O que está acontecendo?- Pergunta Charlie.
—Rachel acaba de dizer que o poço secou.- Responde Sarah.
—Ele durou até demais, esse poço foi feito para uma família de no máximo cinco pessoas, e não para uma comunidade se vinte cabeças.- Charlie não parecia surpreso.
—E o que faremos agora?- Pergunta Lily.
—Teremos que juntar o máximo de garrafas, baldes, o que seja e ir atrás de água.- Sarah responde descruzando os braços.— Pode pedir para o Connor vir aqui, Rachel?
— É claro.- Rachel sai fechando a porta.
— Teremos que levar caminhando a gasolina até o carro, não está a muitos quilômetros daqui.- Lily conclui.
— Duas pessoas podem fazer isso, enquanto as outras vão recolhendo as garrafas para por a água.- Diz Charlie, a porta se abre, Connor aparece.
— Charlie, você e Jess podem ir buscar o carro, não está muito longe daqui, é só seguir a estrada de terra, em um campo aberto.
—Sim, claro, vou procurar ela.- Connor já fechava a porta, quando a abriu novamente.- Está acontecendo alguma coisa ?
—Quando voltarem nós contaremos.- Diz Sarah.
—Alguém pode ficar de olho na Alice pra mim?
—Eu fico, pode ir tranquilo.- Lily responde, saindo junto com Connor.
Os dois vão até a criança que brincava na frente da casa de Connor.
—Lily vai cuidar de você um pouquinho, vou ter que sair, quero que se comporte.- Alice vai até Connor e da um beijo na bochecha do irmão.
—Tudo bem, eu gosto da Lily.- Logo a mocinha abraça Lily, que precisa abaixar um pouco para ficar na altura da criança.
—Vou procurar a Jess.- Finaliza Connor.
—Boa sorte.- Deseja Lily.
Connor sai com as mãos no bolso da calça.
Jess estava na porta de sua pequena casa de madeira, afiava sua faca em uma pedra. Enquanto Connor se aproximavam, ele observava a moça de cabelos negros e pele amorenada.
—Eai professor do apocalipse.- Brinca Jess.
—Se é por causa dos suspensórios, eu posso tirar.-Eles riem.
—Foi só uma brincadeira, pode ficar. Enfim, precisa de alguma coisa?- pergunta Jess ainda afiando a sua faca.
—Pode ir comigo buscar o carro de Charlie?- Pergunta Connor com um sorriso.
—Claro. Vamos lá.
Eles saiam o portão com um garrafão de gasolina. Logo em seguida, Sarah fechava o portão.
Uma mulher de cabelos curtíssimos e cigarro entre os dentes e parada por Sarah, que logo lhe faz uma pergunta.
—Alex, pode me ajudar a arrecadar garrafas, latões e tudo que possa colocar água dentro?
— Claro.- ela traga o cigarro e logo solta a fumaça.
Lily abaixa no nível de Alice e logo pergunta:
—Do que brincaremos, Lice?
A pequena pensa um pouco e logo diz:
—Pega pega.- ela encosta em Lily.- Tá com você.- Alice sai correndo e Lily vai atrás.
Jess e Connor caminhavam lado a lado, eles riam bastante.
— Aposto que você também era um dos que não queriam que eu ficasse.- Jess agora andava olhando para o chão.
—Pelo contrário Jessyca, eu era contra a ideia de Lily, já abrigamos tantos, porque no mais uma?- Connor a olhava, mas ela ainda observava o estrada.
—É só você? Tipo, no apocalipse.-Pergunta jess.
—Sempre foi só eu e minha irmã, Alice, continua sendo assim.- Connor é breve nas palavras.
—Eu comecei isso com a minha mãe, ela foi mordida, tive que meter a faca na cabeça dela. Depois tive um namorado, ele me deixou de isca pra zumbi, é, foi um porre isso pra mim.- Jess respira.—Você já namorou?- finaliza com a pergunta inconveniente, Jess.
—Olha, lá está o carro.- eles correm até o carro.
Jess esperava dentro do carro, enquanto Connor o abastecia, ela avista um morto:
—Seja rápido, um cabeça oca está vindo na sua direção.- Avisa Connor.
—Certo.
O morto se aproximava, Connor já fechava a tampa de onde havia colocado a gasolina, e em seguida ele joga o garrafão na traseira da caminhonete. O morto o agarra pela camisa, Connor enfia a faca na cabeça do morto e ajeita seu suspensório. Logo entrando no carro.
—mandou bem professor.
Ele entra pela porta do motorista e da partida. No caminho um silêncio.
—Ela morreu...- Diz Connor com a voz baixa.
—Bo apocalipse?- pergunta Jess curiosa.
—Acidente de avião. Ela estava indo estudar fora.- Ele não olhará para Jess uma só vez, mantinha o olhar na paisagem ao lado de fora do carro.
—Eu sinto muito.- Agora Jess também olhava pela janela.
Sarah abre o portão para a chegada de Jess e Connor. Eles descem do carro.
—Pode contar agora o que está acontecendo?- Connor pergunta a Sarah.
—O poço secou, vamos em grupo atrás de água, agora temos que carregar a caminhonete com esses latões e garrafas, e ir o mais rápido possível.
—Eu posso ajudar, vocês me deram um abrigo, é o mínimo.- Jess se voluntaria.
Lily se aproxima com Alice, que corre em direção ao irmão, em um pulo indo parar nos braços dele.
—Vamos?.- Diz Lily.
Jess revira os olhos.
—A porta da rua é a serventia da casa.- Lily fala olhando pra Jess.
—Ela vai junto.- Diz Sarah.
—Ela mal chegou e já confiam tanto assim nela?- Lily cruza os braços.
— Eu passei esse tempo todo lá fora, e não por trás das cercas do papai, não existe ninguém melhor que eu pra ajudar.- Jess cruza os braços também.
—Olha aqui..-Sarah interrompe a irmã.
—Não temos tempo pra discussão.- Sarah se põe no meio das duas.
—Vou buscar o garoto, quando chegar já estejam prontos pra sair.
No seleiro ela preparava “ o garoto” para monta-lo, Charlie aproxima-se de sua filha.
—Você brilhava com esse cavalo.- Diz Charlie a sua filha, que imediatamente o olha.
—Ele já salvou tantas vezes minha vida nesse mundo.
—Pegue isso, espero que não precise, mas quero que esteja segura, você é a mais velha, precisa proteger a Lily.- Charlie entrega uma caixa de madeira para Sarah. Ao abrir ela se assusta.
—Uma arma?
—Era minha, pra proteger vocês, e agora é sua, para proteger a todos.- Charlie abraça a filha. Sarah põe a arma pelo lado de dentro da camisa, em sua cintura.
Lily estava no volante, Connor entre ela e Jess, um silêncio dominava o carro. Sarah aparece montada em seu cavalo. Charlie estava ali, preparado para cadear o portão assim que eles saíssem. Lily da partida no carro, Charlie acena para as filhas, Sarah acena olhando para o pai, enquanto Lily põe o braço para fora do carro acenando, enquanto olhava o pai pelo retrovisor.
Eles seguiam a estrada de terra até se tornar de asfalto. Sarah fica ao lado do carro.
—Lembro que daqui a poucos quilômetros tem uma fonte em um condomínio.-Diz Sarah.
—Foi o que pensei.- Concorda A irmã.
Eles se aproximam da fonte e logo estacionam, Sarah desce de seu cavalo e o amarra na grade. Connor e Lily observavam a água enquanto Sarah e Jess começavam a descarregar as garrafas.
—Será que vai servir essa água?- Pergunta Connor.
—Teremos que ferver, mas é o que temos por agora.- Responde Lily.
—Mãos na massa.- Sarah começa a distribuir as garrafas para encher.
—Ei.- Uma voz masculina chama atenção do grupo, fazendo-os virar.—larguem as armas, se não eu atiro.
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The Walking Dead-Beneath The Skin
FanfictionCharlie White criou sua comunidade em sua fazenda, sempre tentou manter em segurança dentro das sercas, suas filhas Sarah White e Lily White e todos da sua comunidade que ao longo do Apocalipse se juntaram a ele. Mas o mal acaba indo parar nos portõ...
