Já outrora usada, agora meio sumida.
Achar um telefone de algo ou alguém que se procura entre páginas e páginas.
Iiih! já foram quinhentas.
O alfabeto decorado na marra, pra não perder de vista onde parei.
E o que eu sei?
Entre esse monte de nomes de quem eu nem conheço.
E difícilmente encontre por acaso alguém, e me lembre:
-Ah você é o João Encanador ****-***8.
Um dos tantos que estavam no meio do caminho, onde se escondia o número que, eu realmente queria achar.
Na verdade, com o que eu vim mesmo por para comparar: O que você tem na mão nesse exato momento?
Provavelmente um celular.
É isso mesmo, sua lista de contatos você mesmo cria.
Ainda sim, ela é muito cheia, e a maioria dos nomes nem vem a miníma vontade de ao menos ligar.
Pausa! -notificação chegando- na esperança que seja uma pessoa que você torcia te mandar algo.
A pulsação acelerada e a expectativa lá em cima. Que pena, hoje não.
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De palavras misturadas na cabeça para versos ordenados no papel
PoetryUm conjunto de versos às vezes sem estrutura certa e umas "poemasías" bem rimadas. Sou novato nessa coisa de poeta mas toda ideia boa se aproveita de um simples pedaço de papel ou mesmo de um celular. Não deixem de comentar, criticar se quiser e se...
