.e de bar em bar

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Encarei os olhos famintos do mais novo com receio, minhas roupas pareciam ficar cada vez mais pequenas em mim e meu cérebro queimava, nem mesmo o sobretudo grosso que dominava conseguia controlar o calor de meu corpo pela excitação, mesmo com o frio escaldante que fazia lá fora. Jaehyun era, definitivamente, um maldito. Os estalos com o encontro das sucções que ele trilhava do meu pescoço até meu maxilar ou orelha estavam quase se tornando insuportáveis de ouvir, tão cansativo, mas tão prazeroso. Pensou. Decidira tentar algo por si só, se dependesse de Jaehyun continuaria naquele fode não fode até amanhecer, como a rotina.

Segurei suas mãos que me prensavam na parede e o empurrei na cama. O mais alto me olhou com surpresa e um leve sorriso de lado, afinal, não era tão habitual assim eu tomar atitudes, mas a verdade é que, eu estou cansado desses joguinhos do Jung, eu realmente preciso provar dele de corpo e alma, preciso sentir ele, preciso que nós sejamos um só, se não eu enlouqueço.

Montei em seu colo. Ele riu perverso e levou suas mãos até meu sobretudo, cuidadosamente. O passou entre meus ombros, lentamente, sempre respirando próximo ao meu ouvido. Seu hálito de whisky com morango me arrepiava, era desconfortável, mas nunca deixaria de ser viciante ou passaria a ser enjoativo. Depois de já o ter fora de meu corpo, ele sussurrou palavras desconexas, talvez xingando em inglês, sei lá, nunca fui muito de aprender novas línguas.

Passei a desabotoar sua camisa de botões, e quanto menos faltava para mais se aproximar de encerrar meu ato, mais o ambiente parecia apertar nossos corpos num só ritmo de uma forma sufocante, mas excitante. Quando finalizei, o Jung colou sua testa na minha, e deu uma mordida no meu lábio inferior - sem realmente me beijar, afinal, não poderíamos nos distrair.

- De bar em bar terminei no mar. - Riu baixo. Me olhava intensamente. Suas mãos alisavam meu corpo ainda coberto como um crítico. - Sabes o que significa?

- Não, Jaehyun, eu não sei. - O respondi rapidamente, o que ele queria dizer com isso não me interessava, eu só precisava dele e só dele.

Portanto, Jaehyun nada respondeu. Apenas fez uma massagem nada delicada na minha cintura e prendeu seus lábios delicadamente, enquanto grudava suas pálpebras uma na outra; deu um riso calmo. Eu não sabia o que aquilo queria dizer, minha mente estava nos céus e eu não sabia direito o que pensar, nem o que sentir.

- Encontrei minha ressaca, Kim. - Segurou na barra de minha camisa e o senti a puxar lentamente para cima, seu toque era como visitar o inferno. O ajudei esticando meus braços minimamente, e ele a retirou de meu corpo.

- Qual és teu lugar, Jung? - Questionei, ele me deixava mais confuso que tudo, mesmo que eu por si só fosse um desastre. Ele me levantou pra cima e eu logo entendi o que se passara, enrolei minhas pernas nas costas do mais novo e ele me sentou em uma mesa, permaneceu entre minhas pernas e ignorou minha pergunta. Patético.

- Não desejo mais manter a minha paz. - Se afastou de meu corpo e me empurrou lentamente na mesa. Atacou meus lábios novamente, mas foi só por alguns instantes. Seus lábios caprichosos percorria e explorava cada centímetro de meu corpo, enquanto suas mãos ficavam ansiosas por Jung chegar logo e retirar a calça que me apertava mil vezes mais que diariamente. E assim, o fez. - Gosto do caos que me trazes, hyung.

Desceu a boxer molhada pelo meu pênis extremamente sensível. Parou nas minhas pernas, e por lá ficou. O segurou forte o suficiente para as veias se revelarem e saltarem sem vergonha alguma, suspirei, jogando a cabeça para trás e o dando total liberdade para que fizesse o que bem entender com meu corpo, gemendo baixinho assim que o Jung começou um vai e vem lento e torturante, mas intenso.

- Já proibi-me de pedir perdão. - E depois de minutos naquele clima ele finalmente falou, deixando meu pau e passando a retirar o cinto de sua calça, é claro sem deixar de me olhar. - De sabotar-me... - E agora o desfivelava com mais lentidão, parecia que nunca chegaria apenas na metade da metade. Eu, por outro lado, encarava tudo aquilo com tesão, minha respiração era descontrolada e meus cabelos grudados na testa. Meu rosto tão vermelho que o sentia queimar, mas de excitação. - De me arriscar, tentar me redimir... - E finalmente o finalizou. Me levantou e segurou na minha mão, a levanto até a área que seu pau ficava, eu sentia ele pulsando mesmo com tantos tecidos, ele realmente parecia estar muito excitado. - Quando eu me solto você me arrasta.

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⏰ Terakhir diperbarui: Sep 15, 2019 ⏰

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