Naquela manhã ensolarada Malya acordou, e percebeu com grande assombro que não estava na cama. Depois de se acustumar com a claridade, olhou atentamente a sua volta e viu um garoto de cabelos escuros, roupas extremamente claras e uma garota de cabelos encaracolados cor de mel.
Malya levantou e observou o local atentamente. Viu uma pequena escada que levava a uma porta, onde ela travou uma pequena briga interna para saber se abria ou não. A curiosidade ganhou e ela foi em direção a porta e girou a maçaneta na falha tentativa de sair. Relutante antes de se desesperar de vez, resolveu checar os pulsos da garota. Se aproximou e quase num supetão a mesma segurou a mão de Malya logo tendo noção do espaço, gritando abismada. O garoto se levantou assustado comprovando que não estava morto.
-QUEM SÃO VOCÊS? ONDE EU ESTOU?!- A garota exclamava, levantando-se e procurando vestígios que lhe dissessem como veio parar ali.
-Eu também acordei aqui e acho que todos queremos saber isso, por favor tente se acalmar.- Malya não sabia se tentava acalmar a garota ou a sí mesma. O garoto que antes aparentava estar morto levantou-se e foi em direção a porta.
-Eu já tentei, não leva a lugar nenhum.- Malya falava transparecendo todo seu desespero na voz.
- Como vocês se chamam? Já que não sabem como viemos parar aqui.- O garoto girava em vão a maçaneta da porta.
-Jeckie.- Repentinamente a garota que antes estava desesperada agora parecia contida e madura. - Eu não me lembro de nada...
-Malya.- As linhas na parede de concreto causavam náuseas na mesma.- Como VOCÊ se chama?- A garota, Jeckie, andava de um lado para o outro da sala.
- Maxim e não pretendo ficar aqui parado.Vocês não tem chave ou qualquer coisa que dê para abrir?
-Não, mas eu acho que eles tem.- Jeckie agora apontava para a câmera no canto, quase invisível da sala.
Quem gostou, bate palma quem não gostou, paciência. (mentira espero que gostem KKKKKKK)
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Ragnarök : the truth is out there
RandomAcordar e ver que não esta mais na sua cama já é algo bem perturbador, agora imagine acordar em um cômodo vazio e não se lembrar do que aconteceu nas últimas 24 horas.
