Mia
Há alguns meses atrás eu tinha uma vida considerada "normal".Eu tinha um pai e uma mãe que me amavam muito.Era um lar feliz.Mas tudo isso acabou, literalmente, da noite pro dia.
8 meses atrás
Eu estava dormindo, quando acordei assustadada ouvindo gritos dos meus pais, vindo do lado de fora do quarto, e junto com os gritos um cheiro forte de queimado.
Rapidamente me levatei,indo em direção da porta e abrindo-a, mas assim que fiz isso, fui surpreendida com uma onda de fumaça, o cheiro de queimado ficando absurdamente mais forte.Foi então que a ficha caiu.
A casa estava pegando fogo.
- MIA! - minha mãe gritava desesperada com um pano no rosto, meu pai logo atrás.
- Mãe!Pai!Vocês estão bem?
- Estamos! - papai respondeu - Venha!Precisamos descer, esse andar está quase desabando!
Logo me movi, ficando junto de meus pais e indo para a escada, mas
quando estavamos prestes a desce-la, uma tábua se soltou do teto, caindo no meio da escada.
- Vamos ter que pular - meu pai disse.
- Venha querida, você vai primeiro. - minha mãe falou, colocando no meu rosto o pano que antes estava no seu, já que no andar de baixo, a situação estava bem mais crítica.
Segurando o pano no meu rosto, pulei a madeira em chamas, fazendo os degraus, fragilizados pelo fogo tremenrem sob meus pés.Terminei de descer a escada, esperando pelos meus pais no primeiro piso.
O segundo foi meu pai, pulando e caindo no mesmo degrau que eu, fazendo com que eu ouvisse um "crack" do mesmo.
Ele tinha rachado,não aguentaria o peso de mais uma pessoa.
Meu olhar oscilou entre o degrau e minha mãe e antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela pulou, e tudo pareceu ficar em câmera lenta.
O solo amadeirado partiu-se assim que seus pés pousaram no mesmo, a madeira em chamas caindo em cima da minha mãe.
- MÃE!
- ELENA! - meu pai gritou, tão desesperado quanto eu.
Isso não poderia estar acontecendo.Não, não, não.
Meus olhos, já marejados por causa da fumaça, começaram a transbordar.
- Mãe, não por favor... - falei com a voz um pouco rouca.
Papai olhou em volta, analisando a situação. Viu o estado do teto e concluiu que aquela casa estava prestes a desabar por completo. Não poderíamos ficar mais um segundo ali.
- Venha, precisamos ir. - ele disse, me puxando para a saída.
- Não!Não vou deixar a mamãe aqui! - falei tentando me soltar dos seus braços.
- Não podemos fazer nada por ela!Temos que sair daqui! - foi quando olhei para ele e vi que seu rosto, assim como o meu, estava encharcado de lágrimas.
Então, reunindo o resto de forças que ainda tinha, obriguei meus pés a seguirem meu pai e logo saímos da casa.
Não demorou para os bombeiros chegarem com uma ambulância e um carro de polícia, para acalmar a confusão que começava a se formar, em seu encalço.
Eles conseguiram apagar o fogo, mas eu já sabia que era tarde demais.
Eu nunca mais veria minha mãe de novo.
Atualmente.
Para tentar esquecer o passado e recomeçar, meu pai, Magnus conseguiu um emprego de biólogo em um laboratório, numa cidade pequena e afastada, e aqui estávamos nós, dentro de seu carro, em uma estrada que parecia não ter fim.
- Quer ouvir um pouco de música? - falou ligando o rádio, vendo que eu estava com um semblante triste.
Assim como qualquer ser humano normal que acabou de perder a mãe.
Logo a batida de alguma música pop invadiu o carro, mas não durou muito já que eu o desliguei na mesma hora, voltando a encarar a paisagem pela janela.
- Ok. - papai falou, novamente olhando para a estrada.
Passou-se alguns minutos, quando de repente o carro começa a parar.
- Pai, o que é isso?
- Eu não sei. - respondeu, olhando para os painéis, quando o carro parou de vez. - Vou dar uma olhada, fique aqui.
- Pode deixar. - falei sem a menor intenção de ajudar, já que não sabia nada de carros e poderia acabar piorando tudo.
Merda, era pedir demais que as coisas dessem certo?
Ele deve ter ficado uns cinco minutos olhando para o motor sem realmente achar o problema.
Já irritada, saio do carro batendo a porta.
- Primeiro a mamãe, agora esse carro inútil?Fala sério! - disse dando um soco no carro. - Ai!
E junto com o meu gritinho de dor, os faróis veículo piscaram e logo ouvimos o barulho do motor voltando a funcionar.
- Então era isso? - Magnus falou rindo e fechando o capô do carro - Só precisava de um tapinha?
- Foi um soco na verdade. - respondi massageando minha mão, que ainda doía um pouco.
- Bom, de qualquer maneira 4l
seguir viagem agora.
Então entramos no carro e continuamos.Logo atravessamos uma placa escrita: Enchanted City, mostrando que finalmente chegamos ao nosso destino.
Olá, vida nova.
Depois de chegarmos na nossa nova casa e terminado todo o processo de mudança, resolvi ficar no meu quarto, que ainda se encontrava com algumas caixas, que deixei para desempacotar depois.
uma bela manhã,eles estava vindo para a cidade encantada onte tudo é mágico.Do nada,o carro para.Mia e seu pai Magunos,saem do carro assim que ela pega no carro,ele liga sozinho.
Dai começa as coisas estranhas.No dia seguinte que a garota foi para a escola,ela conhece o seu tutor para apresentar a escola á menina o nome dele era Wendel, e ele a perguntou:
-Por que ta saindo Borboletas atrás de você?
-Não sei...vamos você vai me mostrar a escola sim,vamos...
KAMU SEDANG MEMBACA
Mia novoa
FantasiMia tinha uma vida normal e feliz, até que perdeu sua mãe em um incêndio misterioso. Então ela é seu decidem se mudar para uma nova cidade, recomeçar. Mas em breve ela irá descobrir os maiores segredos sobre sua família, sobre sua mãe e sobre ela m...
