devaneio

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Não sou bom de iniciar, talvez pelo começo infinito final, porém minhas uniformes disformes palavras, quando acabadas, ecoarão seu silêncio ruído harmônico; Melancolia, alegria, choro de saudade daquele que nunca veio, lembrança antiga do mundo novo, todas as cavernas de Platão que caminham decididas, sem rumo, olhando para o céu refletido na água, tão solida, certeza do instinto, transpira, na hora da morte e amém, cabeças em pé olhando o céu refletido em todo o universo, cabeças cortadas, aparadas com o medo, incerteza irreal de toda falsa verdade, sangue que escorre da ferida aberta, nunca antes fechada, mente exposta, veias da árvore abatida do papel que escrevo, veias da asa cortada, sublime liberdade do prisioneiro da fé, fim, sempre dito para a continuação do começo de um novo final; Eco, mudo, silencioso, amedrontador, reconfortante, escuridão brilhante do ecoar da alma

Devaneio 1Histórias para pegar e não largar. Descubra agora