Inicial

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Deitei ao sol e observei-o cinzento
Entrevei ao centro quebrando alguns piolhos
Perdi a lista fiel mais próxima
Realmente cego, abri os olhos

E a vida segue-se sem líquido
Somos filhos da angústia em débito
Salute ao profetas, aleluia
A porta por fora do tédio

O que a vida oferece a um petiz poeta?
Salde o monge que trouxestes liberdade
O sol irá nos clarear mas não protegerá
Clamo excessivamente pelo quê?

Ócio de uma vinda a terra má
Ratos putrefando entre peixes no anzol
Revivo onde a porta só abre por fora
O alicerce do vate persevera ao pôr-do-sol

Onde as palavras descansam?Where stories live. Discover now