Escuridão.
Murmúrios incessáveis cercam meus ouvidos ingênuos
A dor me engolfa como um peritônio
E me curvo diante de seus comandos.
Onde ela está?
Ela, deusa do alívio e da voz reconfortante
Envolva-me e acalme a tempestade!
É uma luta de vida e morte em que armas não são eficazes
A luta que vem de dentro; a luta que mata para manter a vida
A luta expressa pela voz
Gritos, berros, uma cacofonia que engloba o quarto
"Socorro", eu penso. "Vá logo", ele responde.
O ácido me corrói enquanto o tempo para e os minutos dão ré.
Então, a luz. A voz. O peito. O sono.
A deusa me salva mais uma vez
O monstro, atordoado, desiste desta batalha
Alívio.
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Poesias!
PoetryPoesias escritas nos momentos mais aleatórios que você possa imaginar, que falam sobre tudo e sobre nada.
