Prólogo

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1 Ano Antes

      Hoje faz aproximadamente três mêses que meu marido George foi viajar a negócios, estou preocupada pois ele nunca foi de sair e ficar tanto tempo fora, no máximo uns 15 dias, mas sempre me mandava notícias, e até o agora recebi uma carta e foi a uns 10 dias, avisando que ja tinha resolvido os problemas e que ja estava a vir embora, mas até hoje não voltou.

     Decidi me banhar, comer algo e me deitar, assim como minha mãe me disse ele deve estar muito ocupado e não teve tempo para me enviar uma carta se quer, assim que termino meu banho coloco meu vestido de dormir, que era um vestido de seda leve rosa bebê que caia bem em meu corpo, um corpo bem alinhado sem nenhuma estria aliás de nunca ter tido filhos e ser muito novinha, me casei aos 17 anos com meu amado marido, hoje com meus 20 quase 21 anos de idade e quase quatro de casada, pensei em ter filhos mas meu marido nunca quis, disse que somos muito novos, mesmo não concordando muito com isso aceitei.

     Me deito em minha grande cama e fico apenas imaginando por que meu marido ainda não tenha me dado sinal de vida? Ele me ama muito para estar me traindo, com meus pensamentos a mil acabo caindo em um sono profundo.

[...]

     Acordo no outro dia com batidas forte em minha porta, me levanto rápido coloco um casaco por cima de minha roupa e vou até a porta e abro a mesma, dou de cara com minha mãe.

- Mãe? O que faz aqui? Não está muito cedo? - pergunto a olhando com cara de sono pois tinha acabado de ser acordada  pela minha mãe, que quase colocava minha porta a baixo.

- O querida não queria te acordar, apenas não queria tomar meu café sozinha e pensei que tinha se levantado, por sempre ser a primeira a se levantar nessa casa.

  Sorrio para mesma, e faço sinal que entre, logo fecho a porta e me sento na cama, algo dentro de mim não quer sair da cama não sei porque, meu peito está apertado sinto que algo não muito agradável está por acontecer.

- Me espere apenas me arrumar, pode me esperar aqui mesmo irei me arruma no banheiro.

  Me levanto vou até meu armário, pego um vestido branco com detalhes azuis no busto, e vou até meu banheiro, faço minhas necessidades e troco de roupa, quando estava a pentear meus cabelos sinto uma pontada forte em meu peito e deixo a escova cair no chão, logo me ajeito e saiu do banheiro ainda me sentindo estranha.

  - Vamos? Estou faminta. -sorrio para minha mãe que pega minha mãe e se levanta da cadeira que fica na minha penteadeira.

-Claro filha vamos.

    A mesma me puxa até o andar de baixo, a até chegarmos na cozinha vamos conversando coisas banais, ela sempre toca no assunto "filhos" não posso ser hipócrita e dizer que não quero filhos, pois é meu grande sonho, mas meu marido não quer por agora, assim que chegamos na sala de jantar nos sentamos na mesa, e logo os criados chega com nossa comida, e começo a me servir, quando estava a levar minha xícara de café a boca, sinto outra pontada em meu coração e a pequena xícara cai de meus dedos a derrubar todo o café que continha dentro da mesma, encima de mesa, e se quebrar, todos me olham exasperados.

  - Johanna está bem? O que aconteceu está passando mal?

     Meu coração está apertado, olho para todos na mesa que  me olham em desespero, vejo uma criada vir até mim e começa a limpar o líquido que sujava a toalha da mesa, escuto minha mãe falar comigo.

    -Minha filha você está bem? Quer se recolher? -a olho e tento formar palavras.

    -estou bem mãe, foi um mal estar, logo passará, vamos voltar ao nosso café sim? -tento sorrir e pego outra xícara de café.

     Estávamos todos tomando café como se nada estivesse acontecido, mas meu peito ainda continua apertado, e temo que algo de mal esteja para acontecer, olho para a mesa e olho todos que ali estão, minha mãe, minha irmã mais nova, meu irmão mais velho e sua esposa, todos a comer sorrindo.

    Logo acarretamos em uma conversa paralela e por um momento esqueço do apito em meu peito, até que vejo um dos peões do meu marido vir e conversar com Leônidas baixinho, meu mordomo sai da sala, e não entendo, dou de ombros e continuo o meu café, até que Leônidas volta com outro peão de meu marido, e o reconheço ele foi viajar com meu marido, me levanto assim que o vejo, um sorriso se abre em meus lábios ao imaginar que meu marido voltou, espero George entrar por aquela porta, mas não o vejo.

  -Leônidas aonde está meu marido? -pergunto, logo vejo olhar para baixo, o peão que estava ao seu lado tira o chapéu que usava e o aperta em seu abdômen, entro em pânico. - Me diga aonde está meu marido. -peço desesperada todos que estavam na mesa se levantam também.

  -Senhora.... -começa mas não termina estava nervosa e com medo, até que escuto a voz grossa de meu irmão falar.

  -Anda logo Leônidas nos fale o que está acontecendo. -não olho para Stefano que falava eu olhava apenas para a porta esperando meu marido entrar pela mesma, e vir direto me abraçar, me beijar e falar o quanto me ama e que sentiu saudades, estava perdidas em pensamento quando Leônidas volta a falar.

-Senhora peço que seja forte, Nilton tem algo a lhe contar. -fala e aponta para o peão que estava ao seu lado que logo começa a falar.

  -Lady Johanna, fomos atacados assim que estávamos a retornar para casa, eles estavam armados, muitos que estavam conosco não resistiram e morreram entre eles estava...Lord George. -não estava acreditando no que ouvi, chorava alto e gritava.

  Não isso não aconteceu meu marido vai entrar pela aquela porta, e contar como foi sua viagem, eu me joguei no chão chorava gritava, puxava meus cabelos com força, como pude perder meu marido? O homem que eu tanto amei e amo, sinto braços ao meu redor, olho pessoa que me abraçava e vejo que era minha mãe, me derramo em seu colo era choro mais.

  O que fazer agora? Estou desamparada, sem marido, sem o homem que amo, como irei sorrir agora? Por que ele não mandou apenas seus peões e ficou em casa como fazia, Sempre que eu pedia.

  Sinto alguém me pegar no colo nem me preocupo em saber que era, apenas continuei a chorar até sentir o macio da cama em baixo de meu corpo.

  -vem Stefano deixa sua irmã descansar um pouco. -escuto a voz de minha mãe não me mexo continuo parada, até que escuto passos e a porta sendo fechada.

  Assim que fico sozinha no quarto grito em pleno pulmões, pego o travesseiro de meu marido e choro sentindo seu cheiro, aquele que eu tanto amei, ainda em prantos acabo por adormecer.

Naabot mo na ang dulo ng mga na-publish na parte.

⏰ Huling update: Jul 05, 2018 ⏰

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Lady Johanna Mga kuwentong kahuhumalingan mo. Tumuklas ngayon