Cap. 1

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       Aquele silêncio das  tardes de verão, eram interrompidas com o barulho vindo de dentro do boar hat.
       Era mais um dia de trabalho, a reconstrução de Camelot era a prioridade. O reino de Liones estavam dando todo o suporte com matériais e suprimentos.  Sou retirada de meus pensamentos com a abertura da porta de forma brusca:

- precisamos de ajuda lá em baixo - disse sir. Gowther me encarando de forma descontraída-  estamos lotados.

- ja vou descer- falei passando por ele e o deixando para trás.

   Quando desço vejo um completo caos de bebados e comidas.
- Elizabeth, pegue uma bandeija- disse  sir. Meliodas pegando algumas canecas no balcão- Não imaginava que os trabalhadores iriam vir tão cedo.
- Qual mesas devo servir? - disse olhando para os homens-  Aquelas ali- disse apontando para duas mesas, uma com um grupo de amigos e outra  com um encapuzado, que me deu calafrios.
-Mas sir. Meliodas,  e se eles tentarem algo- minha preocupação era notável- Não se preocupe, e so me chamar - disse dando uma piscadela para mim.
    Mesmo com receio decidi ir a mesa do encapuzado primeiro.
- Ola senhor, ja sabe o que vai pedir?- ele começou a virar em minha direção. - Como e bom ouvir sua voz de novo Elizabeth!.
Seus cabelos não me deixaram dúvida:
- Estarossa!- ele simplesmente me puxou e tampou minha boca como se fosse uma boneca de pano- Olha, seja uma boa menina- disse tirando sua mão de minha boca- Não vim causar brigas, so estou tentando seguir minha vida- seu olhar era triste e sem vida- As coisas estão sem graça.
- Mas você tinha que vir logo aqui? - disse me sentando no banco e encarando ele- se o sir. Meliodas te ver aqui e capaz dele ficar furioso- ele me olha de forma irônica- aaa jura, se eu não soubesse disso não estaria disfarçado.
      Quando percebo um olhar de sir. Meliodas para mim de desconfiança, me viro rapidamente para não chamar atenção.
- Escuta, não confie nele.- me virei e ele havia desaparecido. A noite continuou de forma normal, os pecados haviam comemorado mais uma vez, sir. Ban estava sorrindo de forma que nunca imaginei. Mas uma frase não me saia da cabeça: "Não  confie nele". Olhei para meu copo, so percebi quando o meu olhar foi de encontro ao dele, aqueles olhos esmeralda, seu sorriso inocente e divertido.



Mal sabia eu que esse olhar inocente seria minha ruína....

O lado obscuro da paixão Stories to obsess over. Discover now