Sinto o vendo, que entra pela janela aberta do carro, me abraçar.
Era a sensação boa e confortante.
- Está animada? - pergunta minha mãe.
- Claro que não. - respondo emburrada - mas já estou acustumada com a minha opinião ser ignorada.
- Filha...- responde praticamente chorando.
- Fica quieta velhota! - resolvo animar as coisas no carro.
Vejo minha mãe se contorcer no carro, para tentar me sufocar e meu pai explodi em risadas.
- Credo, a senhora parece o Homer tentando informar o Bart! - exclamo rindo junto ao meu pai.
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Depois daquele 'acidente' no carro, acabamos por finalmente chegar em nossa nova casa.
- Vem! Vou te mostrar seu quarto. - diz minha mãe animada me puxando para o andar de cima.
Solto um suspiro, as vezes minha mãe parece uma criança de 4 anos.
- Esse é seu quarto - diz abrindo uma porta branca.
Entro no quarto endicado, o mesmo era bem grande.
Tinha uma cama de casal, uma televisão de frente para a cama de tamanho médio, um closet, um criado-mudo e um banheiro.
- Por que um quarto tão grande? - pergunto curiosa.
- Primeiro, por que você merece, segundo, para você e seu companheiro terem privacidade.
- Se eu encontra-lo. - interrompo-a.
- Terceiro, para você não escutar eu e seu pai e virse e versa. - diz e sai do quarto rapidamente.
- Não precisava saber disso. - murmuro.
Levo minhas duas malas até o closet, ponho minhas roupas íntimas na primeira gaveta, na segunda bikinis e saída de praias e na última as milhares de lingeries que minha mãe comprou para mim.
Nas prateleiras ponho, com todo o cuidado do mundo, minha coleção de All Star's e addidas.
As roupas de sair ponho no cabide.
Vou para o banheiro e tiro a roupa, para assim me olhar no espelho.
Retiro minhas lentes também.
Eu tinha Heterocromia, um de meus olhos era verde claro, bem chamativo, e o outro castanho claro.
Meus cabelos eram castanhos escuros com mechas brancas, naturais, e alcançavam meu seios, mas só as pontinhas pois ele era curto, além de que possuía ondas cacheadas.
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Já terminado meu banho, visto minha camisola verde-água e desço para jantar.
Sento-me na mesa acompanhando meu pai, minha mãe ainda cozinhava.
- Ei, pai. - susurro para o mesmo.
- Que foi? - susurra de volta.
- Vamos brincar? - o mesmo parece entender o que eu disse.
Pegamos nossos talheres e começamos a bater na mesa.
- Comida, Comida, Comida! - gritavamos enquanto batiamos os talheres.
- Credo, parecem um bando de barbáros! - exclama trazendo a lasanha na bandeja.
Ignoramos seu comentário e começamos a comer, a fome estava terrível.
- Aliás filha - diz enquanto mastiga.
- Porca. - murmuro.
- Amanhã você terá aula. - diz como se não fosse nada.
Sinto o queijo esfriar em minha garganta, fazendo com que eu engasgue, meu pai bate rapidamente em minhas costas.
- C-como? - pergunto tossindo ainda.
- Você irá para a escola amanhã. - continua comendo.
- Eu acabei de me mudar de cidade e a senhora já me manda para a escola?! Que tipo de mãe você é? - sem esperar por respostas, subo as escadas.
Era sempre assim, sem pedirem opiniões para mim, sempre assim.
Chegando no quarto, pego meu celular e ponho para carregar no criado-mudo.
Afinal, não gostaria que destravassem meu celular e entrassem no meu Spirit e Wattpad, eles são meus bebês.
Apago as luzes e deito-me na cama, à espera do sono me abraçar
•
▪
°
Algo é despejado em meu rosto, me sinto sufocada, assim me levanto da cama.
Encontro minha mãe com um balde e junto as peças
Meu rosto estava molhado+cama molhada+minha mãe com um balde= ela jogou aguá em mim.
- Você não estava acordando, seu uniforme está ali e a mamãe de ama. - diz e sai, mais rápido que um foguete, de meu quarto.
Respiro pelo menos seis vezes, tentando me acalmar, vou para o banheiro.
Escovo os dentes, uso o desodorante e passo um Hímel, saio do banheiro indo por meu uniforme.
Era uma saia preta, uma blusa social branca com o símbolo da escola e uma gravata.
A blusa tinha ficado um pouco apertada na região dos seios, mas resolvo ignorar a sensação.
Pego meu celular e meu fone os colocando na mochila e desço as escadas.
- Não vai tomar café? - pergunta receosa.
- Não. - digo ríspida. - Anda a senhora vai me levar.
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Nathan Simons
Sinto Alex entrar cada vez mais fundo, em uma velocidade incrível.
- Own Daddy, me fode! - imploro.
Com certeza ficaria com o ânus assado depois
Sinto tapas serem depositados em minha bunda.
- O que você quer, babyboy? - pergunta.
- M-me deixa assado! - peço
O mesmo faz o que peço e logo gozamos juntos.
- Vai se trocar, temos aulas. - diz ríspido e saindo de dentro de mim.
- O-ok.
Era sempre assim, ele vinha no meio da noite, dizia palavras bonitas, comia -me a noite toda e quando acabava, ele fingia que nem me conhecia.
Descemos as escadas e encontro meu pai.
- Geme mais baixo na próxima, Nathan. - diz sem tirar os olhos do jornal.
Sinto meu rosto esquentar, porém ignoro.
Nos sentamos a mesa, tinha de tudo um pouco, panquecas, bacon, ovos mexidos, pães, Nutella e sucos
Eu e Alex comemos rapidamente, pois estávamos atrasados.
Ele sai na minha frente e eu tento o acompanhar.
- Lembra do que lhe disse? - pergunta para mim.
Eu assinto com a cabeça e espero ele se afastar.
- "Não podemos ser vistos juntos, nunca'- murmuro triste.
Ele não era gay assumido.
Alguns diziam, que ele só ficava comigo por eu ser da família do alfa, e que ele tinha um caso com a Sophi.
Mas...ele já disse que me ama...quando eu me declarei.
O que posso fazer se sou apaixonado por ele?
Vou andando para a escola, sentindo um incômodo em meu bumbum e sorrio lembrando da nossa noite de amor.
Um cheiro chega em minhas narinas e cada vez, que eu chego mais perto da escola, o cheiro fica mais forte.
Era um cheiro muito bom, será meu companheirO?
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Meu Companheiro Gay
WerewolfAnne Adams Uma Ômega com força de beta e coração de alfa, extrovertida com quem ama, fria com quem odeia. Já se mudará de cidade três vezes e transferiu-se de escola sete vezes, tudo pelo sonho dos pais, que é ver a filha em um belo vestido de noiv...
