Capítulo 1

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Toronto, 01 de agosto de 2008.

A chuva escore pelo meu rosto, levando com ela minhas lágrimas. Nunca nos meus dezesseis anos eu tinha sentido uma dor tão forte. Isto está dilacerando meu coração. Eu não consigo aguenta, não sozinha. Sem pensar muito bem, começo a correr pelas ruas mais sem destino.
Quero me sentir livre de toda essa dor que esta me matando por dentro. Enquanto o barulho da chuva so aumenta e abafa meus soluços e a água da chuva se mistura com cada lágrima de dor que sai dos meus olhos, eu sinto algo queimando em mim. Tudo que eu faço é chorar.
Mais não é suficiente quanto mas choro parece que mas dor eu sinto é insuportável. Depois de tanto chorar minha dor não diminuiu é só quando chego ao parque onde eu brincava quando era mas pequena, que me vêem na mente que aquele tempo não vai mas voltar e eu perdi tudo. O quê me resta é chorar, o que mais posso fazer?
Eu me deixo cair no chão em meio a chuva que vai ficando cada vez mais forte. Eu então sinto uma vontade enorme de grita.
Então quando tudo está silencioso eu grito, o mais forte que consigo, só paro que não tenho mais voz e deixo a escuridão me levar com ela. Pois sei que lá não vai ter dor para me destruir. No fundo eu só quero que isso seja um sonho e quando eu volta a abri os olhos, tudo vai ter voltando ao normal.
Porém eu sei que é verdade e que eu não estou sonhando, mais tudo isso é verdade é minha realidade agora é melhor eu me acostuma.
***
De repente eu abro os olhos, eu estou deitada em uma cama.  Será que foi um sonho? Eu me pergunto. Só depois de acorda completamente que eu percebo que não estou no meu quarto ou na minha cama. O quarto é todo cinza tem uma cama, guarda roupa (enorme por sinal) estante de livros, e uma mesa no canto que tem um notebook aberto. Quando saio da cama para descobrir onde estou a porta se abri e uma pessoa que eu tanto preciso entra no quarto, e tudo que eu Fasso é pular para um abraço apertado.
- Elliot, você tá aqui! Eu tô precisando tanto de você, me abraça.
Ele me abraça apertado e sem pensa eu estou chorando de novo.
- Eu vim assim que eu soube, fui na casa da sua vó e ela disse que você tinha saido sem dizer nada. Ela tá preocupada m você.
Então me lembro da minha vó, ela também esta sofrendo. Me sinto horrível por pensar que é só eu que estou sofrendo, mais não é assim, ela também perdeu não foi só eu. Pelo mesmo eu tenho o Elliot mais ela não tem ninguém mais, so eu agora. Eu tenho que ser forte por ela e pelo Elliot.
- Eu só não consegui fica lá, não agora é muito difícil pra mim. - ele me olhar de um jeito que parece que foi ele que perdeu os pais, não eu!
- Desculpa...eu...não.
- Você tá bem Elliot? - eu pergunto.
-  Ei mocinha é eu que deveria fazer as perguntas, não você. - ele fala meio embolado,mais quando percebe que eu estou falando serio ele me responde.
- Não é nada que eu não posso resolve sozinho, não se preocupe comigo. E como você tá?
-  Eu não sei como reagir a isso tudo, mais de uma coisa eu sei. Dói e dói muito. Eu não sei posso aguenta tanta dor.
Eu boto a mão no coração, porque a dor esta me sufocando e não me deixar sozinha. Tudo que eu queria era esta com meus pais agora, mas sei que não é mas possível e isto me matar só de pensar em ficar sozinha. O quê me conforta é ter alguém como o Elliot porque eu sei que ele nunca vai me  deixar. O Elliot, não disso eu estou certa.
- Você vai ficar bem. - Ele diz para mim, mais tenho que impressão de ter falado pra ele mesmo. - Eu sei que você é forte e vai sabe passa por isso.
- Só se você esteve comigo.
Ele respira fundo, posso percebe que está nervoso só não sei com o quê.
- hmmm. - ele murmurar.
- É tão doloroso Elliot. Eu não desejo isso pra ninguém.
- Devia se deita mais um pouco. - Me diz ele. - À e porquê você tava na aquela chuva Ju? Podia ter ficado doente sabia disso?
Eu meio que sorri, ao ver o ar de preocupação nos seus olhos que são lindos um tom de azul oceano. Não só seus olhos que são lindos na verdade ele todo é lindo.
- Você não muda mesmo, me fazendo sorrir, enquanto eu devia chorar. - E sorrir para ele.
- É o quê eu sempre quero fazer Ju. - ele diz e me abraçar mais apertado.
Elliot Donavan meu namorado, estamos juntos desde o meu aniversário de dezesseis anos. Na mesma noite depois da festa ele me pedido em namoro, foi tão romântico ele até se ajoelhou como se fosse me pedi em casamento. Estávamos na casa de inverno nas montanhas, eu insiste para papai fazer minha festa lá porque o lugar era incrível tinha até um lago foi lá que Elliot me pediu em namoro eu me lembro de ter chorado muito. Eu sou do tipo chorosa demais quando o assunto é amor a mamãe dizia que eu sou uma romântica incansável. E ela tinha razão tudo que eu tenho mas medo é sofre com o amor pois sei que eu não poderei sobreviver, mais eu não corro esse risco não com o Elliot ele me amar tanto quanto eu amo ele. Após dois meses de namoro ele tirou minha virgindade, não vou menti no começo foi doloroso parecia que ele estava me rasgando no meio, mais depois a dor foi substituída por uma queimação, então me dei conta que ele estava por inteiro dentro de mim,( para constatá ele é bem grande) demorou um mês para ele transar comigo de novo. No dia ele disse:
-Ju, eu não quero te machucar, me dói na alma apenas a possibilidade de te machucar um dia. Você é importante demais pra mim.
E eu como sou boba comecei a chorar, o Elliot ficou em pânico ele não conseguia me ver chorar.
- Meu deus Ju o quê eu fiz? Porque você chorando? Se é porquê eu não vou transar com você hoje me falar, não chorar por favor, me corta o coração te ver chorar.
Depois daquela noite eu percebe que ele me amar mais que tudo. E sobre ele não transar comigo já esta resolvido, já dormimos várias vezes, quer dizer nós não dormimos nem um pouco. A culpa é dele por ser tão irresistível. Me lembro uma vez que ele teve que viajar por uma semana, na verdade foi no mês passado em julho que ele foi viajar. Eu já estava ficando  louca e quando ele voltou foi o dia em que meus pais tinham saio pra jantar e não voltavam para dormir. Elliot veio me ver assim que levei ele ao meu quarto, quando Fechei a porta ele me jogou na parede e me beijou de um jeito que ele nunca tinham feito, ele me apertava na parede se esfregando em mim, e percebe que ele estava muito duro entre as minhas pernas foi quando me levantou do chão e eu passei  as pernas entre ele, quanto Elliot me levava a loucura com seu cheiro, cada toque meticulosamente perfeito ele sabia onde eu queria ser tocada e fazia de um jeito melhor ainda. Foram muitas noites (dias também) dele por inteiro dentro de mim. Nós nos conectarmos de um jeito perfeito. Eu quero que sempre seja assim, eu sei que eu nunca vou deixar de amar ele.
Só papai que tinha uma certa desconfiança pelo fato dele ter dezoito e eu dezesseis.
Quando contei a ele pensei que ele ia explodir.
-Julieta Catarina Sousa Cassidy, no que você está pensando em namorar um garoto de dezoito anos.
Papai quase teve um ataque cardíaco, mais mamãe me ajudou, claro ela já conhecia o Elliot e gostava muito dele.
- John se acalma vamos conversa nós dois. E vemos o quê decidimos querido.
Na verdade ela quis dizer o quê ela decide pois quem tem a primeira e última palavra era mamãe sempre foi ela.
Sônia Sousa, uma mulher maravilhosa. Não tinha uma pessoa que não se apaixonava por ela. Uma verdadeira amante de Shakespeare por isso meu nome, os dois na verdade Julieta (Romeu e Julieta) Catarina ( A  megera domada ).
Pensando desse jeito eu sinto mais falta dela. Eu acho que eu nunca vou me acostuma a viver sem ela e também o papai ele sempre foi minha rocha. Eu adorava quando ele contava como conheceu a mamãe. Ela era brasileira e ele era de Nova York nos Estados Unidos. Eles enfrentaram muitas barreiras para ficarem juntas. Enquanto mamãe era negra ele era branco e rico, e tinha outro detalhe ela não falava muito inglês na época, mais eles venceram e ficaram juntos e eu nasci, morena clara pela mistura do papai e da mamãe, ele tinha os olhos verdes mais eu sai com os olhos da mamãe castanhos escuros. Pra minha sorte nasci com o corpo de uma brasileira mais com jeito americano, do papai fiquei também com os cabelos, que é preto e cacheado mais com pouco volume o da mãe era bem cacheado queria ter nascido com um igual ao dela, mais não foi dessa vez.
Eu volto para a realidade quando Elliot falar comigo.
- Eu não queria te lembrar, mais você tem que se arruma para o funeral.
- Eu sei...é que se eu me vestir de preto, vai ter caido a fixa que meus pais morreram, e eu nunca mais vou ver eles de novo. - eu falo em meio as novas lágrimas.
- Eu sei Ju, que é difícil para você, mais eu tô aqui pra te ajudar a superar tudo. Eu sempre vou está aqui, mesmo que eu não esteja fisicamente do seu lado mais meu coração está. Por que ele é sei e sempre vai sei.
- Porquê você falou, mesmo que eu não esteja. Você vai embora é isso?
Só a achasse do Elliot for embora agora. Eu não consigo nem pensar em ficar sem ele agora.
- Não, eu não vou embora, da onde você tirou essa ideia. Eu não sei viver longe de você. Porque eu te amo maior que a nossa galáxia.
- Eu também te amo muito, você é tudo pra mim.
Ele me beijar para me mostrar o quanto me ama e foi profundo, bem profundo.
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Hey :) apenas repostando essa história de 2019 que eu tinha arquivado skksksksk

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⏰ Last updated: Feb 05, 2022 ⏰

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