Aqui estou eu...na República de Berlim prestes a começar uma nova fase em minha vida, ou mais uma delas, aah desculpem não me apresentei; eu me chamo Ágata e tenho 20 anos meu sonho era ser uma grande dançarina mas por mudança de planos bem inesperados tive que fazer faculdade de psicologia e sim estou em uma república, eu tive que sair de casa com 17 anos de idade, não por desobediência ou algo do tipo, mas sim pelo fato de des de que nasci tive que enfrentar várias situações desconfortante em vários momentos na minha vida, quando tinha 6 meses de nascida meu pai abandonou minha mãe a deixando praticamente só com a roupa do corpo, minha mãe não tinha condições para me criar e muitas pessoas a julgavam por isso, só pelo fato de ela não ter o currículo escolar completo, mas por outro lado ela sempre quis o contrário pra mim; sempre quis que eu corresse atrás dos meus sonhos de maneira honesta; e foi exatamente oque eu fiz. Quando eu tinha 3 anos de idade minha mãe se relacionou com Edgar que tinha condições para a sustentar e conseqüentemente a mim também, mas como tudo nessa jornada cheia de obstáculos chamada VIDA, Edgar não era lá oque chamamos de Principe encantado, na verdade ele era bem idiota por assim dizer...ele sustentava minha mãe e eu mas com passar do tempo ele começou a alimentar mas seu vício repugnante pela bebida e quase todas as noites chegava bêbado em casa, e por vezes ele batia em minha mãe, ela se sentia culpada mas ela não tinha outra escolha já que ele nos sustentava, mas com exatamente 7 anos de idade minha mãe conseguiu um emprego como faxineira doméstica oque era bom....ou era...pelo menos nas primeiras semanas, mas depois de alguns meses Edgar estava ficando cada vez pior com seus vícios, da bebida ele passou a fumar maconha e outros tipos de droga, e minha mãe estava pronta para dar um belo chute na bunda de Edgar, só que uma bela noite aconteceu o inesperado e apartar daquela noite um furacão tomou conta do meu inquieto coração.
Flashback on**--**
- Oi docinho- disse Edgar a minha mãe morto de bêbado, ela estava cansada daquela vida medíocre tanto quanto eu, ela se esquivou dele, oque resultou em um erro fatal pois faltava um pouco para desencadear uma série de pancadas na cabeça da minha mãe pela primeira coisa que Edgar viu pela frente: um vaso de vidro que minha vó tinha dado para minha mãe dias antes de falecer, era a única lembrança física que tínhamos dela já que os meus tios venderam todos os bens de minha vó, e quando vi o único presente de minha vó caindo no chão em mil pedacinhos e alguns manchados de sangue por conta do ferimento na cabeça de minha mãe, automaticamente pulei em cima dele dando vários murros e cascudos, eu só tinha 7 anos e ver aquilo já estava me cansando, ele era mais forte que eu, então ele me puxou pelo cabelo e me arrastou ate o quarto...e abusou de mim; ele me mandava fazer coisas que eu não queria e se eu me negasse ele me dava murros em meu rosto, então eu era obrigada a transar com ele, mas ouvi um barulho muito alto mas não consegui discernir oque era por que estava tonta por conta de esta perdendo sangue pela minha parte íntima pois estava machucada, e quando acordei eu estava em uma cama no hospital
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Nunca É Tarde Para Amar♡
ChickLitEsse livro relata as experiências da jovem de 20 anos chamada Ágata que mesmo tendo passado por situações difíceis em sua infância ela nunca desistiu de seus sonhos, essa História parece ate clichê, mas acredite, sua vida e algumas experiências que...
