Era uma manhã comu igual todas as outras em New Drugstein. Até o sino da cidade tocar,nunca tínhamos visto tocar alto daquele jeito sem parar por 1 segundo. todos ficaram confusos pois o sino só tocava em invasões e graves incêndios que pudessem comprometer a cidade inteira. O pânico foi jogado a cidade, todos corriam a todos os lados , eu Katherine, estava tranquila diante aquilo sabia como se sair daquela situação alarmante. Qualquer pessoa que estava lá esperava flechas de fogo aos céus gigantes entrando na cidade e cavaleiros sendo escoltados a guerra. Nao estavam errados. Um pequeno tremor ao chão assustou todos guerreiros e magos foram a entrada do reino, estávamos amedrontados, quando o portão do reino foi arremessado ao chão destruindo-o e uma pequena parte da muralha, eu me assustei, nunca nada visto como tal. A maior de nossas invasões foram quando tentaram envenenar o reino ao abrir a fronteira, foi nosso maior ataque. Comerciantes, camponeses, todos vêem New Drugstein como uma incrível cidade de bem, com a paz jogada, por isso fecharam a fronteira da cidade, todos e qualquer entravam a cidade sem mesmo saber quem é. Um dragas veio dos céus, tons alaranjados apareciam ao nosso alto. Um clima pesado e tenso se espalhava pela cidade, a parte de campo da cidade ouvia-se gritos. Mas não eram simples gritos ou apenas gritos de agonia e de sofrimento, era um grito de guerra dos soldados que protegiam nosso vilarejo. Aos gritos soarem estridentes na cidade todos correram com medo pensando no pior, no caos, que as trevas teriam sido espalhada e que nosso reino teria sido o primeiro a sofrer com a maldição que eram as trevas. Minha família correu para fora em desespero, tentei acalmar a todos indo para nosso porão, coloquei um móvel em cima da escotilha para não sermos atacados. Meu irmão mais novo Finn, chorava pensando no fim, minha mãe chorava em silêncio abraçando-o. Eu estava tentando os proteger pedindo o silêncio, e viajando a escotilha. A porta foi arrebentada, o tremendo barulho que fez todos poderam ouvir aquilo, todos se calaram. Ouvia-se passos, pesados passos em cima de nós. O silêncio veio e nada se escutou, aos fundos podia ouvir meu cachorro latindo, estava cansando voltando para casa, quando entrou pela porta latiu a criatura que estava lá. Escutou uma pesada arma ser jogada ao chão, um agudo grito foi escutado de meu cachorro, mesmo sem poder ver era óbvio sua morte, meu irmão chorou e gritou foi aí que aumentou os passos. Ele quebrou tudo ao seu redor, até eu chorei. Sedi ao choro quando ouvi chegar mais perto de nós. Seus passos eram altos parecia um Troll de tão pesado, ele havia parado em cima de nós, rezavamos temendo o pior, havia alguns segundos que ele tinha parado, ouvi uma risada algo como "Haha" e a escotilha havia sido arrebentada, ele viu a todos nós em perigo, aí que tudo havia começado. Eu chorando olhei para minha mão era algo preto que saia de meu olho, algo como sangue de dragão ou obsidiana derretida, eu olhei para, quando me viu parecia assustado com o que viu ele se ajoelhou implorou por desculpa e saiu correndo. Todos rimos atoa enquanto nos abraçamos:
-Filha...os Deuses ouviram nossas preces a salvação veio! (Falava minha mãe enquanto chorava)
-Não mãe! Os Deuses não fizeram nada, foi outra coisa irei descobrir até eu derramar minha última gota de sangue se necessário for!
Enquanto agradeciam, eu sai de lá, olhei tudo a volta a guerra estava acontecendo ainda. A guarda real me viu na porta olhando tudo em desespero, se aproximaram todos do batalhão da guerra:
-Esta bem?(falava o guarda enquanto descia de seu cavalo)
-Claro...Estou, minha família está lá em baixo teve uma invasão a minha casa mas ninguém se machucou (eu falava enquanto chorava abraçando um dos guardas.
-Ótimo! Vocês dois desçam e busquem a família da jovem moça (Um alto moço falava comandando a todos os outros guardas, parecia uma espécie de líder deles)
Minha família foi resgatada do porão "Venham comigo" falava o tal líder deles nos guiando. Em volta tudo havia sido destroçado poucas construções estavam de pé, o castelo estava sendo invadido... O caos foi jogado o que mais temia todos das terras do Norte havia acontecido, as trevas, o mal havia sido libertado e estava apenas começando em nossas terras.
Estávamos sendo levados a uma carruagem, uma com uma jaula de ferro atrás. Ao abrir estavam várias pessoas amedrontadas la dentro, nós subimos a carruagem, não havia sido falado nada a minha família, "Onde estamos indo?" Perguntei as pobres pessoas que estava conosco "A Mildhein" vamos ficar lá enquanto o mal não estava a solta. A cidade inimiga havia se aliado a nós, todos nós precisávamos de aliança até o nosso orgulhoso rei se rendeu a ajuda. Precisamos dela antes de que se espalhe não apenas no norte.
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As Trevas Do Sul.
FantasíaEles invadiram. Após aquele dia tudo acabou, me lembro como se fosse hoje. Sangue e mortes para todo lado eles tomaram tudo. Marry Anne, uma garota que morava numa vila no sul que até então era governada pelo rei do norte. Mas cavaleiros das trev...
