Vejo a Praça, e nessa Praça tem um banco, Nesse banco, repouso um ser com o corpo repleto de pensamentos e devaneios que podem perturbar a mais pura pessoa e enlouquecer a mais louca mente. Sorrateiramente, a pessoa levantou e como sempre ninguém notou. Continuou andando, ouvindo sons que ela admitia ser belos, sentindo brisas que ela admitia ser relaxantes, por fim, observando paisagens que ela admitia ser atraentes. Como em um pesadelo que se chega ao fim, tirando a faca de seu bolso, em um seco e gélido golpe, cortou sua garganta e com uma última lágrima lamentou os versos intermináveis de sua vida.
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O vazio matou.
PoetryApenas uma poesia, não há descrição exata, há somente de ser sentida.
