Tudo começa em uma cidade no norte dos Estados Unidos, onde vive um jovem chamado Arthur Miller, um doce rapaz de 15 anos, cabelos escuros, pele clara e olhos azuis como o oceano.
A cidade era tranquila e com poucos habitantes, mas logo isso irá mudar.
Com o nascer do sol a cidade desperta, e assim o clima bastante frio durante a noite é aquecido pelos raios solares, fazendo a neblina se dispersar.
A luz do sol adentra o quarto de Arthur, que acorda meio atordoado e com a visão turva ele esfrega as costas das mãos no rosto e logo em seguida se espreguiça, levanta da cama em direção ao banheiro onde faz sua higiene matinal e toma um banho demorado. Ao sair do banheiro ele pega seu uniforme, uma camisa cinza e uma calça preta bem apertada, um vans preto. Olhou-se no espelho e decidiu que estava bom para aquele dia de aula na escola.
Depois de descer as escadas ele não encontrou nenhuma alma viva na sala, então foi para a cozinha onde viu um bilhete na geladeira.
"Bom dia meu amor, tivemos que sair cedo hoje, mas não se preocupe que a Maria vai fazer seu café e nos voltaremos ao anoitecer".
Ao ler o tal bilhete, Arthur sabia que seus pais tinham muita responsabilidade por serem ótimos médicos.
Há caminho da escola, Arthur decidiu cortar caminho pela floresta escura e densa, ele sempre gostou de caminhar pela floresta, isso lhe trazia paz, alegria, e vontade de correr. Pensamentos meio estranhos para um adolescente, o caminho da floresta dava atrás da escola por onde ele entrou.
Dirigiu-se à sua sala onde encontrou com seus dois melhores amigos Melissa e Daniel.
-Até que enfim você chegou. - disse Melissa.
-Decidi vim pela floresta.-respondeu Arthur.
-Pirou foi?. - esclamou Daniel.
-Porquê?. - disse Artur.
-Porque?. Aconteceu um assassinato ontem naquele lugar, estão dizendo que foi um ataque de animal, mas duvido muito. - disse Daniel.
-Sério? Me conta mais.
Antes que Daniel pudesse dizer algo à mais, o professor substituto entrou na sala com um semblante triste.
-É com muito pesar que eu notifico o falecimento do professor Helves Belmiro. A causa de sua morte é um mistério, o corpo dele foi encontrado na floresta cheio de marcas de garras e de dentes. - disse o professor substituto.
A turma foi dispensada assim como todas as outras da escola, e foi declarado três dias de luto em memória do professor.
Arthur ligou para sua mãe ir buscá-lo na frente da escola. Ele esperou trinta minutos em um banco de concreto que ficava embaixo de uma grande árvore. Então do nada apareceu um rapaz pálido de olhos castanho claro e cabelos ruivos, vestindo trajes escuros.
-Olá. - disse o estranho.
-Ham... É... Oi. - disse Arthur.
-Oque você está fazendo aqui sozinho?.
-Eu não estou sozinho.
-Aé, está com quem?
-Com você!
-Ou seja, está sozinho.
-Como assim?
A buzina do carro de Rose chamou a atenção de Arthur que em um movimento extintivo olhou e logo depois voltou os olhos para onde o estranho rapaz estava, mas ele havia sumido. Espantado levantou do banco e caminhou até o carro.
-O que houve filho, por quê essa cara?
-Nada, vamos pra casa?
No caminho não se foi dito nenhuma palavra apenas ouvia-se as músicas no rádio do carro. Quando chegaram em casa Arthur foi direto para seu quarto, se jogou na cama e fechou os olhos.
Despertou com o cheiro do almoço, Maria que era a empregada, chamou o jovem que se prontificou a sair do quarto em direção a cozinha.
-Olá Arthur, venha comer!
-Oie Maria.
-Seus pais disseram o porque eles sairam tão cedo?
-Não, você sabe? - disse Artur pondo-se na mesa para o almoço.
-Eles tiveram que participar da perícia do corpo de um professor.-respondeu Maria - Parece que o corpo foi encontrado a beira de uma estrada que passa pela floresta.
-Que coisa horrível não faço ideia do que possa tê-lo atacado.
-Eu tenho um suspeito. - sussurrou Maria.
-Como disse?
-Nada,nada... Vamos coma tudo isso e não deixe nada.
Arthur fez uma cara de interrogação, sabia que Maria sabia mais do que fala.
Já que a escola estava de luto, Arthur foi passar a tarde na casa de Melissa, junto com Daniel, e assim ele toca a campainha.
-Oi Meli. -disse Artur.
-Olá Arturzinho. - disse Melissa dando-lhe passagem.
Foram para o quarto de Melissa, lá encontram com Daniel. Passaram a tarde toda fofocando, vendo filmes e comendo rsrsrs. No fim da tarde, mais ou menos, 17:45h Daniel e Arthur se despediram de Melissa e foram andando pela rua que estava começando a escurecer e o céu com uma coloração cinza aparentava que iria chover.
Assim os dois adolescentes decidiram cortar caminho por um beco mal iluminado.
-Será que é uma boa ideia? - disse Daniel.
-Sim, ou vc quer se molhar?
Eles se entre olharam e proseguiram caminho por ali, passaram por algumas latas de lixos e na metade do caminho ouviram um rosnando bem alto. Que os assustou. Se depararam com um ser que parecia um cão só que era no mínimo quatro vezes maior que qualquer raça de cachorro, ele era de coloração cinza e tinha olhos verde reluzentes e seus dentes, que dentes enormes, ele rosnava e impedia a passagem dos rapazes.
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Espero que tenham gostado do prólogo, não se preocupem que ainda tem muito mais por vim.
By:LisonDiniz.
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Até o próximo capítulo, xau Tumtuns!
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Lobo Branco
WerewolfGostaria de começar a contar uma história alegre, com romances e finais felizes, mas isso não tem lugar neste conto. Tudo começa quando uma criança, um menino, é abandonado no frio da madrugada em frente a casa da família Miller. Ele chorando conse...
