Aterradora é a visão
de um universo que se encerra.
Embora algo tão comum nessa terra,
Mal algum me dói tanto.
Quase entro em pranto,
O semblante despreocupado
Dos céus que caem e incendeiam,
Liberam o desespero selado.
A flor espinhosa
Mais uma vez me fere,
Mas o faz enquanto a luz se ergue.
Mesmo que a escuridão persista.
Estas, em mim, pouco distam,
Coexistem em tempestade.
A cruel realidade de um alma
Que sofre a dualidade.
Um evento tão aterrador como esse
Não esconde sua leveza.
A efêmera e insustentável
Leveza do ser.
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Escrito por um jovem
PoetryNada como eternizar os pensamentos e sentimentos na escrita e, assim, tornar a si mesmo eterno. Estes são poemas escritos por um jovem iniciante na vida, eu.
