▲ Prólogo ▼

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Estou parecendo uma louca psicopata, não paro de pensar nesse homem que de certa forma, mudou minha vida. Seguro meu celular e olho para o visor, depois do nosso primeiro beijo, ele não falou mais nada comigo e isso está me matando.

Levanto-me da cama, ando pelo quarto, exasperada e a tentação de teclar seu numero e lhe ligar é maior que tudo, mas não posso ser uma mulher fácil, preciso ser orgulhosa e deixa-lo me procurar... Mas se ele está demorando tanto, é porque não gostou e não sente nada por mim, apenas um simples clima monótono entre adultos com a libido atacada.

Mordo meu lábio inferior, desbloqueio o celular e começo a teclar seu número. O que estou fazendo? Porque não consigo parar? Não posso ligar... Não. Jogo o celular na cama, levo minhas mãos a meu cabelo bem pertinho da raiz e puxo com força.

– Que merda! – Brado enfurecida ficando vermelha.

Por que tive de me apaixonar logo por ele? Um homem tão complicado e tão impossível de se ter. Preciso espairecer minha mente, preciso sair e fazer algo que o tire da minha cabeça e daqueles seus lábios deliciosos nos meus, quase me engolindo. Suas mãos nervosas explorando meu corpo... Me pego soltando pequenos gemidos alisando minha própria barriga. Que droga, quase me masturbei. Reviro os olhos, calço uma sandália e saio do quarto.

Minha mãe está trabalhando, então não há ninguém aqui que possa conversar comigo. Mordo mais uma vez mordo meu lábio inferior, passo pela sala de estar, lentamente, destranco a porta e a abro.

O vejo parado em minha porta, olhando para mim com um sorriso sedutor... Tão irresistível. Engulo em seco, sinto meus batimentos cardíacos acelerarem e meu corpo estremecer. Entreabro a boca tentando respirar melhor... O que ele está fazendo aqui?

– Hugo? 

Hugo?Stories to obsess over. Discover now