Jonh era um garoto simples, ficava meio de lado as vezes, porém tinha um espírito bem confiante, ele acordava todos os dias bem cedo para ver o nascer do Sol e tomar um café dá manhã bem reforçado, o seu prato preferido era Pizza, na verdade pizza sempre cai bem, seja qualquer situação. Todas as manhãs passavam os melhores seriados, o garoto não perdia um, porém a felicidades a acaba e o horário dá escola chega, na escola ele nunca foi popular mais também nunca foi aquele nerd retardado, a única parte que valia a pena na escola era seus amigos, Peter e Lola.
Peter morava a uns três quarteirões dá casa Jonh, se conheceram em uma aula de matemática na 3ªSerie, quando Marco, o durão desde sempre dá sala, estava procurando umas míseras moedas na bolsa de Peter. Jonh foi até a mesa do professor para apontar seu lápis e acabou vendo a cena toda, ele não ajudou, só olhou, acho que não queria ser o próxima a ficar sem o lanche do almoço.
A amizade começou nesse dia uns 10 minutos depois quando Jonh passava em um corredor molhado deixando cair suas atividades, Peter ajuda o seu futuro melhor amigo sem êxito, enquanto isso a escola toda zombava do menino, ele não liga muito.
Por um acaso esse corredor nunca está seco.
Lola chegou a alguns anos na escola por volta do 1ºano, Jonh e ela caíram na mesma sala de Gramática.
Era uma garota muito arrogante nos primeiros meses. Tinha um cabelo preto e curto, parecia ter saído de uma academia militar para garotas. Ela não tinha terminada seus exercícios então foi pedir respostas para Jonh que também não respondeu nem a primeira questão, os dois se olharam e riram, os dois não se dão bem em gramática.
Eles moravam em uma cidade de Bornigstate tinha ruas largas e casas bem longes uma das outras e na frente de cada uma havia uma árvore, o lugar era bem arquitetado.
No centro dá cidade havia um campo florido, com as famosas flores anuais do vale, rosas, vermelhas e brancas, tinha até um evento onde toda a cidade participava. Era uma tradição, as pessoas escolhiam uma roupa dá cor de uma das flores, viviam o seu dia normal e no fim da tarde juntavam-se todos no campo.
Jonh não gosta muito de flores mais em um dos eventos ele foi obrigado por sua mãe a ir, estavam todos alegres e sorridentes, era primavera, o sol estava raiando, o dia era simplesmente perfeito, o garoto meio confuso avistou uma flor, meio estranha chega a ser bonita ao olhar do garoto, era uma flor indescritível, tinha uma mistura muito inconveniente, era atraente, diferente, vulgar, excitante. O garoto arrancou e colocou um nome simples, a chamou de Vadia, correu para casa e a colocou em um copo com açúcar e água.
Uma flor que escolheu ser ela, por ser quem é, para mostrar para ela mesma que ela pode ser ela. Ela exalava vontade de viver, muitos a chamam de rebelde, fora do padrão, incompreensível, mais ela não ligava, era só uma flor. Cada um via de um jeito, mais só ela poderia saber quem ela é, poderiam falar que é linda e bela, todas acreditavam, mais dentro dela, ela sabia o que era.
Jonh viu Vadia morrer em menos de duas horas, foi a morte mais linda de todas.
