O Onibus e a Cat

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Caros leitores, Vou contar para vocês a história do meu primeiro relacionamento, que foi curto mas intenso de aventuras.

Era meados de 2008, uma sexta qualquer, e o programa da noite era comemorar o aniversário de três irmãos e amigos de idades diferentes, que por coincidência nasceram na mesma semana mas em anos diferentes. No horário combinado estava eu tocando a campainha, e sem muita demora fui atendido por uma figura feminina que me deixou desconcertado, era a Cat, prima dos aniversariantes. Loira, 1,70m, olhos castanhos claro, Um par de seios maravilhosos, me recebeu com um sorriso encantador, - "Entra"! "Prazer, Cat"! Dois beijinhos, e até então não passou disso. o clima de descontração era contagiante, nunca perdiamos a oportunidade de zoar com a cara uns dos outros, era uma época boa, amizades maravilhosas, mas só não sabia como me aproximar da prima gata (Assumo que nunca fui bom nessa de chegar em mulher, as coisas simplesmente acontecem, e até hoje é assim). Estavamos sozinhos em casa, os pais haviam viajado e tinhamos livre acesso a qualque coisa da casa, Jhon, um dos primos me aparece com uma espingarda de chumbinho, não pensei duas vezes, peguei e disparei um tiro seco em direção ao pé de  Cat, que se assustou e soltou um grito, seguido de um "Quer me matar do coração", dois tapinhas no ombro e uma risada, o primeiro contato não poderia ter sido melhor.

Entramos todos em tres carros e partimos para a boate, todos os outros homens ali só queriam saber de chegar na Cat e eu só queria que aquela noite acabasse logo para que eu pudesse voltar pra casa. Já passara das zero hora, já tinha bebido umas e mesmo o tímido que sempre fui, resolvi arriscar umas dancinhas desajeitadas na pista, até que me deparei dançando junto com ela, o calor era insuportavel, suavamos loucamente, foi quando resolvi pegar gelo e passar na nuca de Cat, imediatamente ela falou no meu ouvido "não para que isso é maravilhoso", foram algumas trocas de olhares e logo rolou o primeiro beijo, para a surpresa de todos, o inesperado aconteceu. Fim da noite, voltamos para a casa dos aniversariantes, nos despedimos, trocamos telefone, peguei minha moto e fui embora. Eu já estava entregue, foi avassalador. Trocamos muitos sms's naquele fim de noite. Logo pela manhã ela foi embora, morava 50km de distancia de mim, mas mesmo assim a vontade de enconta-la era enorme e recíproca. Foi uma semana de sms apaixonados e picantes, estavamos loucos para nos tocar de novo, quando surgiu a ideia, tomar um onibus e partir para um dia na região dos lagos.

Era sábado, 8:00 como combinado, chega ela com seus cachos dourados e sorriso brilhante, estavamos nós experimentando aquele beijo novamente. Entramos no Onibus e partimos para o dia mais louco das nossas vidas até então. Sentamos nas duas ultimas poltronas, estava vazio, o dia estava chuvoso e era perfeito para a ocasião. Pasamos duas horas de muitas mão em todos os lugares, era dificil esconder a exci tação e o te são, a luz do dia estavamos limitados a poucos movimentos e barulhos, mas pude experimentar e tocar aqueles se ios maravilhosos que sobravam nas minhas mãos. De fato, acho que não fui amamentado na infância, que tara louca de chu par e pegar. Foi assim até o destino, eu usando a boca e ela me tocando por cima do short, até que bem comportados.

Chegamos então, Saquarema, terra dos meus avós e cidade perfeita. A ideia era só aproveitar o dia juntos e foi só isso que fizemos. Subimos para a gruta da santa, atrás da igreja, ficamos alí à beira mar, eu sentado e ela deitada no meu colo, tiramos algumas fotos e alguns carinhos, e quando menos esperava ela me fez o pedido mais ousado que eu podia esperar, "Posso fazer uma coisa", e eu "Claro, pode tudo", sem pensar duas vezes e sem se importar com as pessoas que poderiam passar, ainda deitada abriu meu short, botou pra fora e caiu de boca num dos melhores bqts da minha vida (até então), talvez tenha sido não só pelo ato em si, mas pelo local, a tensão de ser visto ou filmado (Sorte que em 2008 quase não exitia celular com cameras como hoje em dia). Como ja tinham rolados mtos toques na viagem não precisei de mto tempo, não tive oportunidade nem de avisar, foram três jatos e ainda assim ela não parava. No fim revelou que adorava engolir.(Nada contra as que cospem, mas a mulher que engole tem uma medalhinha de honra ao mérito garantida, acho q uma das fantasias de qualquer homem é jogar no rosto e uma mulher que engole).

Precisava retribuir o presente de aguma maneira, mas no caso, seria quase impossível fazer o mesmo. Eu a abracei de costas, nos enrolamos em uma toalha grande de praia, daquele jeito podia falar qualquer besteira em seus ouvidos enquanto enfiava a mão dentro de sua cal cinha, e assim eu fiz. foram dez minutos e eu ja introduzia três dedos, minha mão parecia ter sido colocada em um pote de mel de tão melada. Não demorou muito e ela já estava caida no meu colo quase morta, deve ter sido tão maravilhoso quanto foi pra mim. 

O dia passou voando e já era inicio de noite quando tomamos o onibus de volta para o Rio, chovia torrencialmente, poucas pessoas nos acompanhavam e o engarrafamento que normalmente nos estressaria, se tornou um obstáculo bem vindo. Já sabiamos tudo oq iria acontecer ali, os ultimos bancos se tornaram nosso motel ( Bem literal esta observação, tendo em vista que a palavra motel, em seu significado é hotel móvel ou de beira de estrada), não perdemos tempo, tinhamos acabado de partir e eu ja estava com as roupar de baixo na altura dos pés e ela ajoejada entre minha poltrona e a da frente, repetindo o ritual de mais cedo, não tinha um centimetro de pa u que sobrava fora daquela boca, sem contar a dança de línguas percorrendo toda a extensão, foram pelo menos duas gzds assim, e ela só pedia com uma voz deliciosa que eu puxasse sus cabelos (e como não atender um pedido desses?). 

Vermelha e aparentemente morta por estar todo esse tempo ajoelhada, pedi para se sentar, coitada, já não precisava provar mais nada, já era sabido o quanto é experiente no assunto, mas precisava eu retribuir a altura, além sentir o gosto dela. Não é por nada não, mas pra mim or al é o principal para uma fo da bem feita, vc pode ter um micro ou um gigante, mas se não souber usar a lingua e a boca, além de saber tocar com elas no lugar certo, saber reagir a estímulos e suportar a dor na mandíbula (é amigo pq se não doer a mandíbula tem algo arrado), você é apenas um consolo vivo. Deitada na poltrona, fui logo tirando tudo que ela vestia, pra nossa surpresa parecia que tinha uma "casa da moeda" nos bolsos, foi uma barulheira terrível, tenho certeza que algumas das poucas pessoas presente no local já haviam percebido oq estava acontecendo, mas não estavamos nem aí. Eram bocas e línguas pra todos os lados, desde o umbigo, a virília, até a "terra de ninguem" (Em outra oportunidade posso contar para vocês sobre a experiencia de desbravar uma mulher 'oralmente' um pouco mais abaixo que o normal, mas não pode ser qualquer uma). Tenho algumas amigas lésbi cas e em nossas conversar sempre dizemos que o motivo de nos dar tão bem, é o fato de gostarmos da mesma coisa e é impossível não gostar. voltando ao assunto, a brincadeira continuava, foram uns 20 minutos até ela gzr loucamente na minha boca (este é o melhor premio para um homem). Já etavamos quase chegamos ao destino, aproveitamos pra finalizar com um papai e mamãe mesmo, preferi deixa-la deitada na mesma posição, e foi assim, bem devagar e sem muito esforço, estávamos mais que lubrificados, ficamos assim como dois namoradinhos e nem deu tempo de gzr de novo, quando olhamos já estavamos entrando na rodoviária, foi aquela correria pra nos vestir antes que as luzes se acendessem, olhei para frente e tinha um curioso tentando enxergar o que estava rolando, fingimos que nada estava acontecendo e saimos, cada um pra sua casa, cada um pro seu mundo, muito diferente socialmente falando.

Na semana seguinte começamos a namorar, mesmo à distância, Foram muitos problemas, seus pais não aceitavam a filha namorando um cara em condição financeira inferior, eles descobriram sobre a viagem, deu uma mer da grande. Nos encontramos algumas vezes até que sua mãe nos obrigou a terminar, seguimos nossas vidas, o tempo passou, hj Cat é mãe solteira e fisioterpeuta, é o pouco que eu sei e isso basta.

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⏰ Last updated: Jan 15, 2017 ⏰

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