Danúbio que se faz presente na humildade de muitos.
Que faz a infelicidade e desconforto dissolverem.
Ninguém mentirás escondido, em seus prados de humidade, incapaz de surtos.
Todos agora só estão á escutar sua voz interior, que vem não da mente, mas do coração.
Esta caminhada parece não ter fim, mas este está mais próximo que todos pensam.
Mudanças ocorrem em nossas vidas, e conforme a vida passa, tomamos uma ação.
Onde estão as crianças?
Ninguém viu mais.
Ninguém se importa mais.
Todos só estão á ouvir suas vozes retumbantes.
Enquanto fazem de seus pensamentos, obras de arte nada mais que oscilantes.
Oh Danúbio, que nos mostra o futuro garantido em nossas fantasias.
Que não nos abandona quando estamos antropófobos.
E nos dá mais força quando se trata de filantropos.
O primeiro que se fez de nosso baluarte enquanto estávamos na inocência.
As coisas mudaram.
Breve me encontrarei deitado sobre os braços da falência.
Onde estão as crianças?
Ninguém viu mais.
Ninguém se importa mais.
Todos só estão á ouvir suas vozes retumbantes.
Enquanto fazem de seus pensamentos, obras de arte nada mais que oscilantes.
Oh Danúbio, que nos dá sabedoria durante as desavenças.
Que complica toda imundice e ignorância existente.
Que retarda o entardecer da experiência dentro de nossas crenças.
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Danubildren
PoetryAlguns poemas ideológicos baseados em letras de canções de Till Lindemann. Toda linguagem usada é poética e só fará sentido se for interpretado á maneira do cotidiano de cada um que ler.
