Harry era um homem importante. Em seu escritório sempre vinham pessoas com nomes tão grandes quanto o seu, atrás de contratos de parcerias entre empresas ou patrocínio. Chamava atenção por ser tão jovem e experiente no ramo empresarial, impressionando com sua forma convicta e convincente de falar. Sempre sério, com o cenho franzido, roupas impecáveis, cheiro marcante e másculo, alto e forte. Seus olhos verdes são penetrantes, se fitado por eles qualquer um sente-se despido e intimidado. Por ser sempre tão sério em seu trabalho, e não ir muito com a cara de paparazzi, as pessoas o acham rude. Porém Harry é um anjinho fora dos prédios altos e ridiculamente caros e bem limpos das centrais de sua empresa multinacional. E quem nos prova isso é seu melhor amigo, amante, fiel companheiro em aventuras em países estrangeiros e marido: Louis Tomlinson. Também conhecido na mídia como o queridinho das câmeras, trabalhando como modelo para marcas gigantes seja lá de que for que pague muito bem, e dançando perfeitamente o ballet clássico em companhias gigantes da dança, pois sua perfeição em fazer passos difíceis era admirável.
Harry pode ser tudo isso e um pouco mais. Famílias dependem de si, sua conta bancária é tão gorda quanto uma elefanta obesa grávida de trigêmeos. Mas ele está tão entediado. Uma pequena pilha de contratos se acumulavam em sua mesa então mandou seu sócio e amigo Liam fazer tudo por si. E agora não sobrara nada de divertido para fazer, apenas algumas coisinhas que qualquer um naquele prédio poderia fazer por si.
Cogitou a idéia de ligar para o seu menino que pelo horário havia saído há pouco da aula de ballet. Porém duas batidinhas fracas foram ouvidas de sua porta e ela foi aberta.
Antes que pudesse reclamar por seja lá quem for não ter pedido para entrar, o corpo pequeno muito conhecido por si de seu marido apareceu ali e Harry sorriu encostando no encosto macio da sua cadeira giratória grande de couro.
"Oi amor" disse rouco ao que percebeu aquela calça tão apertada marcando as coxas do garoto, secando-as descaradamente.
"Dá pra parar de olhar minhas coxas?"
Disse se fingindo de irritado e afastando as coisas da mesa de Harry subindo ali, engatinhando até o outro lado, se sentando na frente dele. Tirou de seus pés os vans pretos deixando-os cair no chão e apoiando um de seus pés pequenos e delicados porém calejados pelas constantes horas que treinava sob a sapatilha de ponta às terças e sextas, na coxa direita do marido, a outra no peito deste, o empurrando para trás, fazendo-o sorrir malicioso em antecipação.
"Faz uma massagem, amor? 'Tá doendo" fez beicinho, praticamente esfregando seu pé direito no rosto de Harry que teve sua feição quase feliz desmanchada em uma expressão inteligível em questão de milissegundos e Louis percebendo a decepção do homem com quem se casou, gargalhou alto.
"Você só veio aqui para eu lhe massagear os pés? Fala sério, Louis, eu tenho mais o que fazer." e Louis encarou os objetos na mesa onde estava sentado. Alguns objetos de decoração, a maioria contendo coisas sobre os dois ou fotos, o computador ao seu lado com um jogo aberto. Nenhum contrato, nenhum e-mail, nenhum velho barrigudo.
"Não tem não. Massageie logo."
Agora apoiou a sola de seu pé magro no rosto do marido, que lhe deu um tapa no calcanhar e murmurou um 'não' apenas fazendo birra como o bebezão- e bota 'ÃO' nisso- que ele era.
"Ah, qual é, amor, por favor. Por mim. Está doendo tanto, seu amor está com dor e você não vai fazer nada?"
"Vou ligar para um massagista."
"Por favor.." e com a perna esquerda caminhou seu pezinho esperto ao pênis coberto- por panos até demais- de Harry e esfregou ali e Harry prontamente pegou o outro pé apertando fazendo Louis gemer em aprovação e Harry em excitação.
Louis esticou seu pé, depois de alguns minutos tendo este massageado pelas mãos mágicas de seu marido, fazendo uma ponta perfeita e curvada, estalando os dedos, voltando para uma meia ponta e flex, puxando o pé bem para trás.
Harry ofegava, e estava amando aquele joguinho ridículo de Louis.
"O outro, baby" Louis disse e com seu pé esquerdo sendo massageado, esfregou na semi ereção do cacheado o pé direito ficando assim por mais alguns minutos. As mãos de Harry faziam mágica, apertando e amassando toda aquela dorzinha chata para fora de Louis.
"Obrigado, amor." sorriu e se enclinou, puxando Harry pela gravata e o dando um selinho, que quando perceberam que ia se tornar algo mais intenso, Harry se levantou e Louis abriu as pernas para que o maior se acomodasse entre elas, as mãos espertas de Louis já voaram para tirar o blazer preto, desamarrar a gravata e desabotoar as roupas superiores do corpo maior, logo passando suas palmas abertas pelo tronco tatuado e começou a beliscar os mamilos durinhos e sensíveis de Harry.
O beijo acabou e ambas as respirações estavam levemente descompassadas. A tensão estava palpável, eles não transavam a dois dias.
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office
Fanfictionlouis foi visitar seu marido em seu escritório. a larry stylinson oneshot.
