A iluminação vermelha do quarto deixa tudo com um ar ainda mais brega e pesado, não que eu já não estivesse acostumada com isso, é claro.
-Como você se chama bebê? - o homem devia ter por volta dos sessenta anos e exibia uma barriga proeminente que me fazia acreditar que havia muito tempo que ele não era capaz de olhar para o próprio pênis
-Patricia. E você como gosta de ser chamado meu amor ?- lição número um, nunca use seu verdadeiro nome
- Você pode me chamar de papai. - eu sei, é extremamente problemático esse tipo de preferência e o pior de tudo é que esse tipo de fetiche é muito mais comum do que eu gostaria
- Okay, papai. - segunda lição, os seus ideais não importam nada nessa profissão
- Você foi uma boa menina hoje? - ele aproxima um pouco o rosto da minha face e sinto um cheiro de whisky caro e charuto cubano vindo da sua boca
Meu estômago embrulha mas apenas lanço-lhe meu melhor sorriso
- Sim. Eu sempre sou uma boa menina.
- Muito bem. Sabe o que meninas boas ganham?
- Doces? - lição número três, incontáveis vezes teremos que falar coisas que nos darão vergonha, então certifique-se de aprender a não ter o mínimo de vergonha na cara
- Sim... Eu eu tenho um pirulito aqui para você.
O velho abaixou a cueca e seu micro pênis pulou para fora, mas pelo olhar em seu rosto percebo que não se incomoda com a falta de tamanho. Ele sabe que não é como se eu realmente me importasse, é para isso que ele me procurou. Sem julgamentos. Sem questionamentos.
- Chupa bebê. - ele diz em um tom ansioso
- Obrigada papai. - sorrio para ele
Coloco seu pênis em minha boca enquanto levo minha mão para as suas bolas.
- Isso bebê! - seu tom de voz nervoso já me alerta que isso não durará muito
Mal se passam dois minutos e ele gozou na minha cara. Passou a mão pelos meus seios apertando o bico dos mesmos. Dói, mas não demonstro.
- Deita na cama, deita... -ele começa a acariciar rapidamente seu pênis enquanto olha para meu corpo na cama tentando voltar a ficar ereto
E consegue.
Seu rosto desce até a altura da minha intimidade e ele chupa minha vagina.
Lição número quatro, faça ele achar que você nunca teve um sexo tão bom quanto o que está tendo agora. Que ninguém nunca fez com você oque ele faz. Que ele é incrível.
Gemi descontroladamente puxando sua cabeça em direção a minha vagina
- Geme pro papai minha putinha- ele disse antes de dar um tapa na minha bunda.
Gemi alto e fechei os olhos fingindo um orgasmo.
- Vira de quatro, vamos- ele está ansioso, sabe que não vai durar muito e não quer gozar antes de entrar em mim
Me pus de quatro e entreguei uma camisinha para ele, que encapou seu pau. Não fez nenhum tipo de sinal ou aviso simplesmente se enfiou em mim. Seus movimentos eram rápidos e fortes. Depois de um tempo tirou o pau da minha vagina e penetrou o meu cu, sem aviso também.
Os piores tipos de clientes eram os muito jovens e os muito velhos, ambos compartilhavam o principal defeito: o afobamento.
Os mais jovens pela emoção de estarem transando com uma mulher bonita. Já os mais velhos querem te provar a todo instante que ainda possuem vigor.
Quando enfim gozou, tirou seu pau de dentro de mim, beijou minha bunda e se levantou da cama.
Coloquei-me sentada enquanto ele colocava sua roupa.
- Você é muito gostosa. -ele diz secando sua testa com a mão, a aliança de casamento brilha no seu dedo
- Obrigada papai.
- Vou vir te ver mais vezes.
- Fique a vontade.
Ele veio em minha direção me deu um beijo na boca e saiu do quarto.
Caminho para o banheiro e tomo um banho, esfregando com vigor minhas partes íntimas.
Visto minha lingerie e minha roupa de bombeira. É noite temática na boate, dia de profissões. Não que a roupa que eu esteja vestindo se pareça em alguma coisa com as vestimentas de uma bombeira de verdade.
Ainda esta cedo, então sento-me em uma mesa esperando alguém vir falar comigo.
Cerca de 5 minutos depois um homem, de uma beleza simplesmente divida senta em minha frente, ele usava um terno caro, com uma gravata bem arrumada. Seus cabelos eram pretos, bem cortados e arrumados, seus olhos tinham a mesma cor, esses eram intensos e firmes.
- Quanto custa?- ele diz curto e grosso
- Para começar um Martini. -respondo sorrindo
- Que isso?! Não basta ser prostituta tem que ser alcoólatra?
Não me ofendi, ja estava acostumada com a grosseria desses riquinhos.
- Obrigada. - continuo sorrindo
- Oque? - ele franze o cenho em confusão
- Obrigada!- repito abrindo ainda mais meu sorriso
- Pelo oque? - a confusão preenche seu rosto
- Minha mãe sempre me dizia que a melhor coisa que você faz quando uma pessoa te ofende é agradecer, assim ela vê que não te atingiu.
Ele olhou pra mim supreso, ficou um tempo em silêncio e por fim falou:
- Tudo bem. Onde eu peço a droga do Martini
Me virei em direção ao Bar e fiz sinal para Linda que estava no bar hoje.
- Me acompanha?
- Um whisky duplo sem gelo.
- Linda, me vê um Martini e um whisky duplo sem gelo
- Boa noite, Senhor- ela olha para o meu cliente e vejo o brilho da cobiça em seus olhos.
Hoje não vadia, quem sentará nesse homem será eu!
- A nossa bebida, Linda!- ela sai do transe e finalmente vai fazer o seu trabalho
Prepara nossos drinks e vem rebolando até nossa mesa onde coloca os copos e pisca para o playboy antes de ir atender outro cliente
- Vamos começar de novo tudo bem ? Qual o seu nome?
- Jhon e o seu?
- Patricia.
- Você sempre faz isso?
- Oque?
- Fica batendo papo com seus clientes ao invés de ir fuder com eles.
- Não, na verdade eu vou logo pro quarto geralmente. Mas considerando que pelo horário você é o meu último cliente, não estou com pressa.
- Você está nesse.... Ramo há quanto tempo? Parece muito jovem- ele pergunta, talvez preocupado se eu tenho mais de vinte e um
- 6.
-6 ? Quantos anos você tem? - ele pergunta não acreditando
- 22.
- Voce começou a se prostituir com 16 anos? -ele diz em um tom indignado
- Sim....
- Por que?
- Bem eu estava grávida, sou órfã, e o pai do meu filho é um babaca. E eu fiz uso da única coisa que eu tinha.
- Seu filho não tem vergonha?
- Pelo menos ele não passa fome Jhon. Mas e você? Pelo terno e pela postura, presumo que nunca precisou recorrer a soluções tão extremas como a minha.
- Sim. Eu sou delegado. Jhon Master- reconheço o seu sobrenome
- Ah sim, eu ouvi você no rádio um dia desses falando sobre um gângster.
- Só isso?
- Desculpe?
- Só isso eu vi um programa? Não vai dizer mais nada?
- Eu não. Não gosto dessas coisas, muito sério para mim. - eu definitivamente não queria entrar em uma conversa sobre crimes com um delegado, então desvio o assunto- Tem que estudar muito pra isso né? Pra ser delegado
Ele riu e falou:
- Sim eu tive que estudar muito, pra chegar no meu cargo.
- Sabe o pouco que eu me lembro de quando estudava é que eu sempre ficava de recuperação em matemática, era sempre assim, eu me matava de estudar e chegava na prova só sabia o meu nome. Você nunca teve dificuldade em nenhuma matéria?
- Bem uma vez eu tirei 7,5 em Biologia. - fico abismada e olho para ele fingindo que estou com raiva fazendo-o rir
Vejo que já não estava mais com aquela cara de quando chegou.
- Bem vamos?
- Aonde?
- Fazer o que te trouxe aqui.
Ele virou o que tinha no copo, e se levantou. Caminhei em direção ao quarto subindo as escadas. Peguei suas mãos e coloquei em minha cintura, o mesmo a apertou assim que fiz isso.
Abri a porta do quarto e entrei. Já tinham vindo arrumar o quarto. Botaram novos lençóis e travesseiros.
O mesmo me virou e me beijou, e que beijo. Sua mão ao mesmo tempo apertava minha bunda, e quando vi minha buceta já estava quase pingando. Não aguentei e começei a gemer.
-Se ajoelha- ele ordena firme
Obedeci imediatamente. O mesmo pôs o pau para fora e falou
-Chupa vadia - dessa vez não me ofendi, me senti elogiada
Abocanhei seu membro. E sinceramente, era MARAVILHOSO. Eu iria demorar para ver um pau lindo com aquele novamente.
Levantei e ele protestou
- Eu não mandei parar.
- Meu programa, minhas regras.
O empurrei na cama e fui me sentando em cima do mesmo.
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Estava sentada na janela fumando, quando ele acordou. Se bem que aquilo nem pode ser chamado de dormir, já que tem menos de 10 minutos que ele fechou os olhos.
- Você é boa.
- Legal. Deu 8.000 dólares.
- Tudo bem.
- Volte sempre que quiser- pulei da janela para o chão- e me procure denovo você tem um bom pau.
- Vou tentar.
Me inclinei sobre ele na cama e dei-lhe um beijo mordendo o canto da boca no final.
-Até a próxima. - ele disse passando a mão sobre meu seio
- Até a próxima.
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Mrs Prazer e Suas Loucuras (EM REVISÃO)
RomanceMarydith só tinha uma preocupação na vida proteger seu filho do mal que os rodeava e para isso ela teve que fazer o inimaginável. Agora aos 22 anos o destino resolve pregar uma peça na vida de uma das garotas de programas mais conhecidas da cidade...
