Em 1970, numa sexta-feira, às 07:00 P.M., estava em um dia muito nublado, até que começou a chover, uma chuva intensa, Kristina estava a voltar do trabalho, sem sombrinha ou guarda-chuva em mãos, ela parou em uma loja, que estava quase a fechar, ficou na porta da mesma, aguardando a chuva passar. Passou um tempo e a chuva continuou intensa, já passava da 08:00 P.M., Kristina então resolveu ir mesmo assim para casa, as ruas da cidade, estavam vazias, parecia que não havia habitantes ali, enquanto ela estava a caminhar para casa, um carro, preto, da marca Ford estava a passar, o homem que estava passando ali, viu a mulher de costas e seu estado, não pensou duas vezes, parou mais a frente e desceu o vidro do carro, chamando a mesma.
- Hey, entra aí. - Falou o rapaz gentil, que estava passando pelo local e ofereceu-lhe uma carona.
- Não obrigada, não aceito carona de estranhos. - Falou-lhe impaciente, pois queria chegar logo em casa, não queria ficar na rua conversando com estranhos.
- Ah, entra logo, vai ficar levando chuva até chegar em casa? - Revirou os olhos, pela tal resposta mas foi persistente.
- Não há problema, já me molhei mesmo. - Ela parou e olhou para trás, observando o rapaz, não dava pra ver totalmente sua face, mas sentiu uma sensação estranha.
- Vai ficar resfriada. - Insistiu pela última vez, com a frase mais comum e fora de criatividade já falada, se ela negasse essa vez, ele estava convicto de que não insistiria mais.
- Okay, então. - Suspirou Kris, e analisou mentalmente sua pergunta após ter respondido, bom, iria demorar para chegar em casa, então assenti e caminhou até o veículo, puxando a porta do carro e entrando na mesmo, sentou-se encharcada, calada e quieta deixando o silêncio reina.
• • •
Certo tempo depois de dirigir ao seus comandos, olho para a mesma e volto a olhar para frente, ela é tão bela, que aquele silêncio entre nós era angustiante.
- Porque estava nessa chuva, sem ao menos uma sombrinha? - Falei enquanto dirigia, desviando algumas vezes meu olhar a ela.
- Eu estava voltando do trabalho, estava nublado, mas não achei que iria chover, então começou a chover e não passou. Tive que ir, assim mesmo. E você por que não está em casa uma hora dessa? - Sorrir minimamente para ele, logo começando a falar, ou melhor, explicar a tal situação.
Não podia de fato, falar o porque, então com a tal pergunta começei a gaguejar, tentando sair, algo de minha boca que a convença.
- É..É..É.. Eu estava na.. na.. no supermecado, isso, tava voltando do supermercado. - Não tinha pé nem cabeça o que havia falava, falei ao menos sem olhar em seu rosto, pela mentira.
- Uhum, Okay, mercado. - Percebi logo que era mentira, mas deixei de lado, se ele não queria falar, respeitava. Afinal, eu nem o conhecia. Soltei uma leve risadinha, com a tal mentira e encostei-me a cabeça no vidro da janela, vendo a estrada por onde passavamos, e a chuva intensa que caia.
- Qual seu nome, moça? - Sorrir para a ela, queria saber ao menos o nome dela, já que estavamos chegando a sua casa.
- Meu nome é Kristina e o seu? - Sorrir de canto, enquanto a olhava e coloquei uma mecha de meus cabelos molhados atras da orelha.
- Kristina, Kristina é um nome bonito, o meu é Peterson. - Parei o carro em frente a sua casa, olhei para o céu através do vidro do carro e olhei para ela, a chuva parecia ter diminuindo. Kristrina, agradeçe pela carona e pega seus pertences, abre a porta do carro e sai, pega sua chave, abre o portão e entra, dando-me sua última despedida daquela noite, antes de fechar a porta.
Após aquela noite de sexta-feira, não parei de pensar na Kris, ela é incrivelmente linda e animada, não aguentaria ficar longe dela, no dia seguinte eu fui na casa dela, e a chamei para sair e ela aceitou. Meses depois nós tínhamos iniciado um relacionamento, eu estava super feliz, nossas almas se entendiam de forma incrível, como se fosse um amor de outras vidas, apesar de ela não saber minha verdadeira história.
Em 1973, no mês de março, havia pedido-lhe em noivado, no fim de tarde, na praia de Wolverhampton, eu havia feito a ela, o mais lindo pedido de noivado, as condições do ambiente, o nervorsismo, as cores daquele pôr do sol, era tudo, simplismente perfeito, uma combinação fantástica, que o pedido foi finalizado com nossos lábios se tocando e iniciando um beijo calmo, terminado com um, "Eu te amo", num gesto de confirmação para o pedido.
Esse dia ficaria marcado para sempre em nossas memórias, e os anéis de ouro, clássico, que me fariam lembrar, toda vez que eu olhasse para eles, um dos dias mais emocionantes de minha vida.
PARO?
CONTINUO?
MELHORO?
OPINEM.
Se gostou não esqueça de curtir.
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Dark Secret
ParanormalUm jovem após completar 16 anos, percebe coisas estranhas acontecendo em seu corpo, não era coisas normais de adolescente, coisas paranormais vem acontecendo com ele, será que ele descobrirá o que acontece realmente com ele? O que James virá a desc...
