(Mãe)querida?você está ai?venha cá!está na hora de tomar o seu remédio.
(Eu)...mais...eu não preciso deles
(Mãe)claro que você precisa!você é louca.
Abri a porta e senti aquela agulha me perfurar.Aquele remédio da muito sono.
Eu me chamo Safira Campbell.Tenho 15 anos e todos me julgam ser louca minhas "colegas" de classe dissem que eu tenho surtos de loucura.Já tive muitos amigos,mais se perderam com o tempo (mídia)
(Mãe)-seu psiquiatra começa amanhã
(Eu)-humm
Não adianta tentar discutir com minha mãe,você sempre vai sair perdendo mais eu não quero um psiquiatra.Eu não preciso.
(Pai)-Olá querida,Olá Safira
(Eu)Olá papai
Subi para o meu quarto deitei em minha cama e meu pai entra após.
(Pai)-quando era pequena tinha medo de dormir nesse escuro,você não tem mais medo disso?
(Eu)-faça seu medo ter medo de você
Ouvi o barulho da porta se fechando,ele tinha ido embora.E fechei os olhos,dormir é como morrer sem ter consciência.
Acordei cedo comi um biscoito e fui para a escola...saudades dessa movimentação as férias foram poucas.Entrei na sala e fui para meu lugar logo o professor chegou e eu anotava tudo no meu caderno até o que ele pedia para eu não copiar.O melhor lado da minha escola é que cada um fica na sua ninguém provoca ninguém,claro a não ser uma pessoa Valentina,ela não anda provocando nesses dias porque os pais dela descobriram o que ela faiz na escola e não ficaram muito contentes mais isso não importa,o que importa é em como vou me livrar do psiquiatra.O dia foi normal nada interessante aconteceu hoje,fui para casa pra poder pensar nas minhas coisinhas de cada dia,pensamentos que alguns dissem ser inúteis tipo "não mate! Torture;pois a morte é só uma vez" entendem?
Estava a caminho de casa com a cabeça abaixada e quando olho para a frente a rua está deserta,bonita,mais deserta.Prossigo meu caminho até que bem no meio da rua eu paro e observo,e penso "por que a vida não pode ser assim? Deserta porém bonita?"acordei do meu pensamento e fui para casa pensar nesse tipo de coisa
