Dias corridos, dias aflitos
As portas do mundo são aulas
De dança para os bem resolvidos
E aqueles que erram, já se desesperam
Pensando que as portas se fecharão
Há tantos que perdem e tornam-se
Estéril, pois acham que os frutos
Não os fortificarão.
E sentem-se pobres no escuro
Da noite escondendo a riqueza
Banhada de arte debaixo das
Curvas do seu papelão.
