Once upon a time

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Era uma vez Harry e Louis amarrados em seus próprios demônios e os denominando amor e felicidade. E claro, força, muita força e muita paciência, mas o amor fazia parecer como se tudo valesse a pena e vez ou outra a felicidade os proporcionava momentos de paz, que duravam tão pouco quanto a felicidade de um Harry junto a um Louis drogado dizendo sempre, exatamente a cada dois minutos, que quer que ele morra e vá para o inferno.

Harry não era nenhum babaca sem cérebro, na real ele era o mais inteligente daquela desastrosa relação, que, aliás, não possuía nenhum pró apenas contras, mas eles faziam assim: mão direita sobre o olho direito e mão esquerda sobre o olho esquerdo, perfeito! Tudo irá funcionar agora. Harry só amava Louis e via que ele tinha chances de ser salvo, que ele valia a pena, ele sabia que valia, ele já virá Louis limpo, sem drogas, sem bebidas, sem até cigarros e céus ele era tão esplendidamente maravilhoso; só que naquele tempo eles não estavam preparados um para o outro. Louis estava em uma fase em que ele devia ser admirado e Harry o admirador, não era a hora deles, pois Harry tinha que limpar a própria merda antes de conhecer alguém como Louis, para não despejar toda a sua bagagem nele, porque não daria certo, Louis estava em uma fase de sorrisos e abraços e Harry não iria foder tudo. Então, quando Harry havia terminado de limpar o carpete com a escova de dentes, Louis começou a fazer a sua própria sujeira e não foi só no chão como Harry, foi em todas as partes do cômodo e quando ele não aguentou mais a imundice do lugar ele começou pela parte de fora, e aí, senhoras e senhores, o mundo viu como Louis Tomlinson estava por dentro: destruído, fudido e horrivelmente depreciativo.

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