duas passagens para paris

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as malas estavam em cima da mesa com o sol iluminando a janela com pequenos olhos azuis olhando para o lado de fora, mas nesses olhos se encontravam em um pequeno mundo distante de tudo o que acontecera. com um pequeno sorriso Stacy demonstra alegria, olha para cima como se fosse voar no imenso azul do céu pulando em várias almofadas branquinhas feita de algodão doce. um pequeno som é escutado da cozinha. - vamos? - disse uma mulher branca de cabelos ruivos e um sorriso gigante ao ver stacy - não precisa ter medo, você estará comigo para sempre. com um sorriso Stacy demonstra o quão feliz pode está com Margary a sua frente.

eram 12:30 e o avião sairia as 13:10, o trânsito estava lotado, foram chegar no aeroporto as 12:56, desceram do táxi quase correndo fazendo Stacy perde seu sapato e voltara para pegar de novo, Margary estava muito ansiosa e preocupada, seria o primeiro voo de avião dela e sua filha, Stacy tinha um camaleão chamado fedido, por ele sempre se jogar nas latas de tinta de sua mãe, e passar suas pequenas patinhas em seus cavaletes, Stacy lembrara do primeiro dia que isso acontecera, e que Margary ficou chocada quando entrou para pintar um dos seus quadros, aquele quadro valeu muito mas sua mãe ainda precisara de mais dinheiro para sustentar ela e sua filha. Seu pai Edgar as abandonou quando descobriu que Margary estava grávida e a última vez que ela o viu estava em uma capela com uma mulher com um grande vestido branco e várias pessoas batendo palmas. Ela apenas virou-se e foi embora e esqueceu de tudo focando apenas nela e sua filha, conseguiu um trabalho de pintora na empresa CARTEY e eles estavam a mandando para Paris para desfrutar por ter vendido 280 pinturas fazendo a empresa faturar 42mil dólares. - fedido esta ai mamãe? - disse stacy com a voz quase sussurrando. - ele esta sim querida. - stacy deu um sorriso para Margary que retribuiu de volta, quando sentaram no banco do avião Stacy não parava de pular e cantar no banco. - estamos alto mamãe. disse Stacy apontando para a janela a sua esquerda. - ainda não decolamos filha. Margary deu uma risada quando Stacy sorria para a janela esperando nós decolarmos. O homem a direita de Stacy parecia não está gostando dela ansiosa assim, mas disfarçou o riso quando ela falou do sutiã da sua mãe que ficou preso na escada e sendo rasgado por ratinhos monstrengos, foi engraçado para Stacy e vergonhoso para Margary que ficou corada. Foi então que depois de um tempo Stacy olhou para o lado e viu o tão homem que olhava para a sua mãe contantemente, e as vezes sorrindo um sorriso disfarçado. - ela ronca enquanto dorme as vezes. O homem logo tirou os olhos de Margary quando Stacy falou isso, Stacy percebeu sua face ficar corada por segundos. - qual é seu nome? . perguntou o homem olhando ela balançar seus pequenos pés. - Stacy. Ela deu um sorriso e ele retribuiu. - o meu é Gondan, mas pode me chamar de Gon. Oque vai fazer em Paris?. Perguntou ele a Stacy que olhava ansiosa para fora esperando o avião decolar. - tirar férias do trabalho da mamãe. O homem olhou para Margary que estava adormecida em sonhos profundos. - Paris.. Susurrou ele e descansou as costas em seu banco.

Stacy ainda olhava para a janela, e escutou um som diferente era uma língua diferente e bem difícil de entender. Depois que a tão mulher falou o avião começou a se movimentar, Stacy não tinha medo, apenas sorria entre uma janela e enquanto decolava, se sentia voar em um grande céu, colorido e como um belo dia de manhã de sol.

Depois de um tempo Margary acordou Stacy para ver o que Stacy chamava nos filmes de a grande torre. Ou como se diz " torre Eiffel " o sorriso dela era explendor, fazendo pular no banco e uma das mulheres mandarem ela ficar em silêncio em seu lugar. Stacy, não era desobediente nem nada então ficou em silêncio em seu lugar. Desembarcaram e pegaram um táxi, Stacy conseguia apenas rir do sotaque esquisito e diferente que ela não entendera nada do que eles falavam. Fedido estava em cima de sua perna, ela perdia ele umas 6 vezes por dia até notar que estava na sua perna. As pessoas eram bem contentes e bonitas até parecia um lugar de artista, olhava para sua mãe e imaginava uma grande pintora de Paris. - um dia, vamos morar aqui! . disse Stacy com um grande sorriso para sua mãe que o retribuiu. Ninguém nunca fica triste com um sorriso, principalmente de uma criança, inocente e feliz.. Como de Stacy.

PERDIDA EM PARISWhere stories live. Discover now