Theo

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-Senhor Gordon, por favor, pode me dar um autografo?- Pergunta uma de minhas fãs.
-Claro, onde?
-Aqui por favor.- Ela gesticula para o seu pescoço. Eu autografo e ela agradeçe.
Estou no lançamento do meu novo livro, a Guerra de Stors. Para ser sincero, o livro está vendendo bem, agora so falta virar um bes-seller. Fico so imaginando:
"MAIS UM LIVRO DE THEO GORDON VIRA UM BEST-SELLER"
Sonhar não faz mau para ninguem. Sinto alguem me cutucar e falo:
-Onde devo autografar?-Mas para a minha surpresa, não e alguma fã minha,- não aparentemente-
parece mais uma policial, e diga-se de passagem, ela e muito gostosa.
-Sem autografos senhor Gorrdon, sou Dhayse Tylvere's, detetive de homicidios, e gostaria que o senhor me acompanhasse.
Dou um sorrisso malicioso, e falo:
-E se eu não quiser?
-Tem aquele detetive ali atras. E ele ira algema-lo. - Olho por sobre o ombro dela, e francamente. o cara e gigante.
-Estou sendo preso pelo que?
-Homicidio.- Responde a detetive gostosa.
-Oi, o que, como assim?
Sou levado em uma viatura policial, e quando chegamos ao distrito, sou levado a uma sala de interrogatorio, e fico esperando.
5,10,15,20,25, minutos depois...
Passado esse tempo, a detetive entra na sala.
-Parece que o senhor tem uma extensa ficha criminal senhor Gordon. Resistência a prisão, agressão verbal, tortura a paz das pessoas, quer que eu continue? Não, pela sua cara, não.
Ela pode ser gostosa e linda, mas está me tirando do serio. Quando ela disse a ultima frase,(Não, pela sua cara, não) ela deu um sorriso muito sarcastico.
-Quem eu matei?
-Sara Horteis, a duas noites e Tyfanes Flynd, ontem á noite. Como nos seus livros. Quem será sua proxima vitima?
-Eu não matei ninguem.- A raiva está me consumindo.
-Onde estava a duas noites atrás e ontem?
Penso: Você detetive, e uma vaca.
-A duas noites eu estava no Carmine's e ontem eu estava em casa, jogando o meu X-box One com a minha filha.
-Vou verificar o seu álibi, e e bom que você esteja falando a verdade.
Depois que ela sai da sala, fico me olhando naquele espelho preto. Nossa, como eu sou bonito.
10,2030,35 minutos depois...
-Parece que os seus álibis foram confirmados, o senhor está livre. Por enquanto.
Eu acho que ela não gostou de ter que dizer essa ultima frase. Quando ela se levantou para sair da sala, reparo que tem uma pasta consigo. Pergunto:
- O que tem ai na pasta detetive?
Ela me olha intrigada, mas responde:
- Fotos das vitimas, documentos, materiais que vão auxiliar na investigação. Por quê?
-Posso dar uma olhada?
Ela praticamente joga a pasta em cima de mim, e fica parada na porta, impaciente. Eu abro a pasta, e vejo algumas fotos e tudo o que ela falou. A detetive fica mais impaciente e sai da sala. Depois que ela saiu, dou mais uma olhada e percebo que todas as coisas que eu vi, tem copias. Não que eu seja ladrão, mas eu aproveito a saida da gostosa e pego todas as copias. Quando eu termino de colocar a ultima folha, ela entra na sala.
-Tá legal, você ja abusou da minha paciência, agora vai embora.
-Foi um prazer conhecê-la detetive.
Ela revira os olhos e eu saio da sala. Pego um taxi e vou embora, já são quase quatro horas da manhã. Quando chego em casa, me deparo com minha mãe Glori e minha unica filha- Alexis.
-Oh, Theo querido, como você está?- Pergunta mamãe.
-O que você aprontou pai?-Pergunta Alexis.
Respondo:
- Estou bem mamãe, e eu não aprontei nada Alexis. Na verdade, tem um maluco ou maluco, imitando os assassinatos que eu cometo nos meus livros.
-Nossa pai que.....não tenho nem palavras para definir isso.
Tenho sorte de ter uma filha como a Alexis, ela não puxou muito a mim, mas tambem não puxou muito pela mãe- Cayli -, exceto pelo cabelo ruivo.
Minha mãe pergunta:
-Como se sente querido?
-Cansado mamãe.- Mas eu sei o que ela quis dizer, e francamente, eu não me sinto tão mal, não fui eu quem matei aquelas duas mulheres, pelo menos não na vida real. Vou para o meu quarto, tiro a camisa, as calças e vou tomar um banho. Depois desse merecido banho, eu me olho no espelho, e nossa! Alem de ser lindo, eu sou gostoso. Pego e meu blazer e algumas coisas caem. Claro, as coisas que eu peguei "emprestado". Estou muito cansado, então pego meu Ipad e durmo ouvindo Safe and sound, de Cappital Cities.
Quando eu me acordo, e dez horas da manhã. Eu olho para o lado e vejo as coisas que eu,eu,eu....peguei emprestado da Dhaylicia. Tenho uma otima ideia: dado ao fato de eu ser uma pessoa muito famosa e influente, sou amigo do prefeito de Nova York, Sheldon. Vou ligar para ele.
-Olá, bom dia, eu que lhe posso ser util?- O secretário do Sheldon me atende.
-Bom dia, eu posso falar com o prefeito?
-Quem deseja?
-Theo Gordon.
-Um momento senhor Gordon.
E sempre as mesmas perguntas, quem deseja, bla,bla,bla. Mas como eu sou intimo do Sheldon, não preciso desse tipo de burocracia de marcação de hora. Af, meu poupe. Depois de um seculo:
-Grande Gordon, como vai?- Sheldon atende.
-Eu vou bem Gordon e você?
-Bem. Mas diga-me, por que o meu escritor preferido me ligou?
-Olha Sheldon, o meu pedido e inusitado, mas eu queria servir de consultor em um caso de homicidio.
Eu conheço bem o cenário, queria ajudar.
-Bom Gordon, duas coisas, a primeira: o seu pedido e mesmo inusitado e a segunda, não temos orçamento para isso.
-Mas eu não vou cobrar nada pelos meus serviços.
-Nesse caso, eu não tenho por que me opor. Eu vou ligar para o capitão. Você sabe qual e o distrito.
-Decimo terceiro.
- Otimo, irei fazer isso mesmo. E as gatinhas Gordon?
-No pet-shopp Sheldon.
-Essa foi boa.- Risos.
-Muito obrigado Sheldon.
-Eu e que agradeço Gordon. Temos que marcar de jogar uma partida de poker.
-Claro.
-Então tchau Gordon.
-Tchau Sheldon.
Desligo o meu mega Iphone, e vou vestir uma roupa descente. Pego a minha BMW e vou para o distrito(delegacia). Embora a Detetive....não irei mais chama-la de detetive, irei chama-la de Dhaylicia( so no pensamento, e claro). Mas embora seja baixinha, um metro e sessenta mais ou menos, ela e atraente, gostosa e muito linda. Desprendo-me dos meus pensamentos quando chego ao distrito. Pergunto a um policial onde fica a sala do capitão. Ele me guia e pede licença na sala para eu poder entrar.
-Senhor Gordon, o prefeito já me ligou.- Sauda Gordon.
-Qual e o seu nome?
-Gabriel.
-Prazer em conhece-lo captão Gabriel.
-Por favor, chame-me somente de Gabriel.
-Ok. onde eu devo ir?
-Fale com aquele detetive em pe, bem ali.- Ele aponta para um homem, no corretor em frente sua sala.
A Dhaylicia entra na sala:
-Capitão, eu....- E para quando me vê.- O que você está fazendo aqui?
-Eu vou auxiliar nesse caso.
-O quê, como assim? Você não pode.
-Posso sim.
Nesse momento, Gabriel interfere:
-Tylvers entenda, se o prefeito fica feliz, eu fico feliz, e você tambem , não e?
Em vez de falar com Gabriel, ela vem na minha direção e coloca um dedo no meu peito( me deu medo, ela tem unhas gigantes) e fala:
- VAI PARA O INFERNO.
-Obrigado pela otima recepção Tylvers.
- Para babacas como você, e detetive Tylvers.- Ela sai da sala furiosa.
-Tenha paciencia senhor Gordon.
-Eu terei,e chame-me so de Gordon.
Saio da sala e vou falar com o detetive que o Gabriel me indicou.
-Com licença, sou Theo Gordon.- E quando ele se vira, eu tenho uma surpresa: e o mesmo detetive que foi junto com a Dhaylicia ontem.
- Pois não?
-Eu vou auxiliar nessa investigação.- Ele me olha desconfiado e fala:
- Você pode esperar aqui so um momento, eu já volto.- Ele vai para a sala de Gabriel.
Depois de uns dois minutos ele volta:
-Prazer, meu nome e Adam Slive, eu quero te mostrar uma coisa.
Ele me guia por um corredor, e quando paramos me deparo com um quadro branco, cheio de informaçoes e algumas fotos. Adam fala:
-Isso e o que nois chamamos de linha do tempo criminal. Nos auxilia basante. Você pode ficar a vontade, eu vou tomar um cafe.
- Obrigado.
Depois que Adam sai, eu começo a analisar o quadro branco. A primeira coisa que ue noto, que me chama a atenção e uma foto de Sara Horteis, ela foi estrangulada, encontrada em um telhado e ela e rica... Perai, rica. Ah, e claro, eu nem me lembrei, ela e filha de Chistop Horteis, grande empresario e bilionario. Embora fosse rica, ela era uma especie de assistente social, mas para adultos que sofrem de disturusbios mentais. A outra vitima e Tyfane Flynd, ela foi esfaqueada, encontada em uma piscina e ela era da classe media. Elas são realmente que nem nos meus livros, exceto pelos nomes. Sinto a delicia das delicias se aproximando, e falo:
-Oi.
Ela rebate:
-Vai para o inferno.- Ela fica sexy quando está brava.
-Você so sabe falar isso?
Ela não responde e vai para o computador. Depois de dois minutos ela se levanta e... Nossa, ela está com uma calça preta coladinha, ai, que delicia. Eu não sei de onde me veio esse pensamento, mas eu me lembro das coisas que eu peguei emprestado da detetive Tylvers, e tenho uma ideia: vou ir para a New York Public Library( Biblioeteca Publica de Nova Iorque). Pego a BMW, passo em casa, pego as fotos e vou para lá. Chegando na biblioteca, eu so tenho o trabalho de arrumar as fotos, por que eu escuto alguem abrir a porta ferozmente:
-Senhor Gordon, você está preso por roubo de informaçoes policiais.Levante-se.
Que delicia, ser algemado por uma detetive gos...você sabe.
- Estou adorando isso.
-Você vai adorar ficar naquela sala de interrogatorio.
Sou levado para o distrito e incrivelmente não fico meio século esperando. Depois de cinco minutos, a Dhaylicia entra na sala:
-Vai ficar com a ficha criminal mais extensa, senhor Gordon. Mas a sua pena é apenas uma multa.
-Tá, dá pra me desalgemar, ou melhor, me deixa algemado e me leva para a sua casa, como seu prisioneiro.
Ela dá um sorrisso muito malicioso e fala:
-Eu já tenho um prisioneiro. Um não, vários.
Nossa, essa eu gostei.
-Uau, que pegadora.
-E você quer saber o lugar exato onde eu os prendo? Bem ali.
Ela gesticula, mas eu desconheço para onde aquele dedinho perigoso está apontando, então pergunto:
-Onde exatamente você os prende?
-Ali seu idiota, nas celas do distrito.
Penso: que decepção.
-Me desalgema, por favor.
-Levanta.
Eu e ela saimos da sala de interrogatório, e eu deixo ela ir na minha frente só,só...só porque eu sou um cavalheiro. Vejo ela na sua mesa, falando ao telefone, quando eu me aproximo, ela fala:
-Slive, vamos, descobri uma coisa.
Slive vem em nossa direção, e eu pergunto a Dhaylicia:
-O que você descobriu?
-Pareçe que a Sara tinha um paciente que tinha alguma obcessão por ela.
-Como você descobriu isso?
-Falei com uma amiga dela, e ela me disse o nome e o endereço dessa pessoa.
-Vamos Tylvers.- Fala Slive.
Nós vamos até o endereço dessa criatura. Quando chegamos, Slive bate na porta e a Tylvers fala:
-Policia de Nova Iorque, abra.
Mas ninguém abre, entáo escutamos um barulho( pode ser o cara fugindo). Dhaylicia dá o sinal e Slive arromba a porta. Quando entramos na casa, ele está escondido em um armário, no quarto, mas não é isso que chama a atenção,é outra coisa: tem muitas fotos da Sara, da Tylvers, e de uma outra mulher que nos desconhecemos e é claro muitos livros, best-seller de autoria minha. Dhaylicia fala:
-Prendam ele, e mandem a pericia para cá.
Não ficamos muito tempo na casa do sociopata, logo voltamos para o distrito. Chegando lá, Slive põe o cara na sala de interrogatório. Slive e Dhaylicia começam a interroga-lo. Eu fico na sala ao lado, olhando através do espelho.
-Então Joe Mark, por quê você as matou?- Pergunta Tylvers e coloca as fotos de Tylvers e Tyfane depois da autopsia. Mark responde:
- E-e-e-e-u  n-n-n-ã-ã-ã-o-o- ma-ma-ma-tei ni-ni-ni-nin- guem.
Slive fala:
-

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⏰ Last updated: Feb 03, 2016 ⏰

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